| Subcribe via RSS

Google Web Toolkit simplifica desenvolvimento Ajax

31st julho , 2007 | 4 comentários | Postado em Tecnologia por Sherllon

Novo serviço gratuito do Google ajuda os programadores a trabalharem com Ajax. Transforma programas em Java para web, faz a interface, o JavaScript, integra com CSS… Entenda a lógica da oferta.

Por Gilberto Alves Jr.

Eu costumo dizer que Ajax é uma maravilha, mas que dá muito trabalho para programar e por isso, em alguns casos, não é uma boa opção porque pode ficar caro. Bem, talvez eu já não fale mais isso. Explico: o Google lançou um novo serviço que ajuda os programadores a trabalharem com Ajax. É o Google Web Toolkit.

Os problemas de se programar com Ajax

Os programadores, inclusive os do Google, dizem que desenvolver um programa em Ajax, como o Gmail, por exemplo, é um muito chato, pois perde–se muito tempo com bobagens. Isso porque HTML não é exatamente uma linguagem de programação, nem CSS; então, para fazer programas que funcionam pela internet (utilizando Ajax, para funcionar rapidamente) é preciso utilizar o JavaScript.

Aí começam os problemas. JavaScript não é uma linguagem de programação robusta. É cheia de detalhezinhos chatos que podem fazer um programador passar horas para solucionar um problema que seria muito simples em uma linguagem de programação melhor. Além disso, sabe lá Deus porque, cada navegador interpreta o JavaScript de formas diferentes. Então, o coitado do programador, além de agüentar as frescuras de uma linguagem que não é lá essas coisas, acaba tendo que fazer programas específicos para cada navegador. Ou em um detalhezinho da programação, fazer de um jeito para o Internet Explorer e de outro para o Firefox.

Isso ficando somente nestes dois, os mais importantes no momento. Mas para quem se preocupa com acessibilidade mesmo, de verdade, ainda há o Opera, o Safari, entre vários outros. Sinceramente, não dá pra ficar programando e testando em cada navegador, resolvendo os problemas de cada um, etc. Isso é terrivelmente chato e demorado ? acredite em mim. Depois que apareceu o Ajax eu ouço muito mais murros na mesa, vindos do pessoal da programação.

Além disso, o programador ainda tem que coordenar quantos scripts serão carregados, para o site não ficar pesado, e quando cada um será carregado. Em alguns navegadores, se o usuário clicar em um botão ? que vai fazer algo no programa usando JavaScript ? antes da página estar completamente carregada, o navegador pára de carregar o script e dá tudo errado. Vai novamente o programador correr atrás de uma solução…

Como o Google Web Toolkit ajuda

Mas, talvez, tudo isso seja algo que fique no passado, quando nós tínhamos que nos preocupar com essas coisas. Os programadores do Google trabalharam muito com Ajax, fazendo o Gmail, o Google Calendar, o Google Maps, o Google Suggest (ok, já parei…) e puderam sentir na pele os problemas que o Ajax traz.

Para resolver isso eles desenvolveram um framework que os ajuda a programar com Ajax. Eles fizeram isso para o uso deles, para os próprios programadores do Google serem mais produtivos, passando mais tempo jogando hockey ou indo às mini–cozinhas do Googleplex e menos tempo se irritando com os problemas malucos dos navegadores. Mas então alguém lá dentro teve a brilhante idéia de liberar isso para todos os usuários. Esse é o Google Web Toolkit.

Agora funciona assim: o programador pode fazer todo o seu programa em Java, que é uma linguagem muito madura e robusta, mais ou menos como se estivesse desenvolvendo um programa local, e depois o GWT (Google Web Tookit) transforma este programa em web, fazendo a interface, o JavaScript, integrando tudo com o CSS etc. E faz tudo funcionar direitinho em todos os browsers, coordena os scripts, faz da forma mais leve e melhor para o usuário possível.

Outra coisa interessante é que o GWT dá várias bibliotecas de eventos prontos. Então, várias funcionalidades interessantes do Ajax ficaram a meia dúzia de letras de distância do programador, em vez de horas de programação. É como se você pudesse pegar um pedaço do código de alguém e usar.

Here it is: Websinder

Relatório (2)

29th julho , 2007 | 7 comentários | Postado em Std1 Backstage por Cleudson

E aqui escrevo o último relatório do mês de julho. Tudo ocorreu normalmente na Studium. Roedores apareceram, o beija flor não parou de cantar, bricamos de “passe o barbante” e foi instituida a coação moral que se dá mediante ao pagamento de guloseimas comestíveis que se adaptam facilmente aos sulcos dentários ( balas) que tem como fato gerador o inadimplemento da carga horária, que se dá pela ultrapassagem do limite de horas estipulado.  o não cumprimento do limite de horas estipulado.
Pessoas conseguiram passar nas matérias, mas outras tomaram pau por falta.Para quem foi reprovado, eu peço paciência, não precisa “rapar” o $#%# com a unha e como diz o ditado, semestre é igual carnaval, você sempre dança (:/), principalmente para quem faz cálculo ou física. Para uns as férias começaram, para outros seus dias estão contados e para uma grande parte, férias ainda é um sonho.
O processo de seleção para o novo estagiário do setor comercial foi finalizado, e para a tristeza de mais da metade dos colaboradores, ele é do sexo masculino. O novo estagiário se comprometeu a ajudar o time de sinuca dos estagiários, que ainda não conseguiu vencer nenhuma partida contra o time dos patrões. E ainda se comprometeu ser uma força a mais para abrir os potes de doce da Luiza.

Dica: Se você é daqueles que toma duas cervejinhas e já se acha um atleta, quando for jogar futebol, certifique-se primeiro da sua forma física e de seu fôlego. Você pode acabar machucando a coxa, deslocando o tornozelo ou quebrando a unha do dedão até a metade.
Frase da semana: … e foi desde então que eu começei fazer bonito…
Vírus instalado: Brincar de Viver – Maria Bethania
Playlist: “A nova do Chicane que você só vai ouvir daqui a seis meses”

Ah, cansei de escrever, “num to preparado”. “Da silva, me traz um baldinho aí pra eu relaxar e pra ver se eu consigo tirar Behaaaaaaaaaavior da minha cabeça”

nois sofri mais si diverti

25th julho , 2007 | 2 comentários | Postado em textos interessantes por hugo arantes

SÃO PAULO – Se você tem se sentido pressionado pelo seu chefe console-se! O efeito do líder sobre seus subordinados é comprovado e afeta realmente a vida das pessoas.

Porém, a boa ou má formação do perfil de um líder tem suas causas. Peter Barth, psicólogo organizacional, revela alguns aspectos que podem ajudá-lo a identificar melhor as características do seu superior. Para ele, maus chefes são prejudiciais à saúde!

Caso você ocupe um cargo de liderança, esta pode ser uma boa chance de analisar também seus próprios erros e acertos!

Perfil vem do berço

De acordo com Barth, existe um efeito “cascata” de estilo de liderança: “se alguém faz carreira numa organização, e os líderes que encontra ao longo da sua trajetória são autoritários, que protegem suas posições e não abrem o jogo com seus subordinados, provavelmente esta é a cartilha pela qual ele vai se guiar quando tiver a oportunidade de liderar os outros”.

Sendo assim, pode-se dizer que se trata de berço: o perfil de um líder é formado por suas experiências durante sua trajetória profissional.

O que diferencia um chefe bom de um ruim?

Por meio da postura do líder, fica mais fácil identificar o seu perfil. Segundo Peter Barth, a postura está diretamente relacionada ao seu caráter, à imagem que faz de si mesmo e ao seu nível de auto-estima.

Sendo assim, ganha muitos pontos aquele que gostar de si mesmo e tiver elevada auto-estima. “O líder ruim tem problemas para se aceitar, não está satisfeito com si próprio e projeta isso nos outros, reclamando de todos”.

Outro ponto é o foco: o bom líder está preocupado com sua equipe: quer ajudar seus subordinados e contribuir para o sucesso de cada um deles. Em contrapartida, o líder ruim só tem uma preocupação: com ele mesmo!

Estar ciente de sua posição é outra característica do bom líder: ele sabe que está numa posição de chefia, mas que se trata de algo transitório. “Encara isso como algo que lhe foi concedido como um voto de confiança, mas que se trata de um empréstimo que um dia pode ter que devolver”.

Como lidar com seu chefe?

O bom líder, ou seja, o “chefe dos sonhos” de qualquer trabalhador, ainda segundo o psicólogo organizacional, é aquele que possui três qualidades pessoais: a honestidade (é verdadeiro com si próprio e com os outros; assume seus próprios erros), a integridade (coerência entre palavras e atitudes) e a humildade (pensa menos em si próprio).

Mas, infelizmente, nem sempre se encontram pessoas com estas características no ambiente profissional. Portanto, é importante saber como agir, no dia a dia, diante das pressões do seu chefe.

Trabalhar com alguém que cultiva a pressão para obtenção de resultados, e que está centrado nele mesmo e em suas ambições pessoais é bastante complicado e pode trazer, acredite, repercussões psicológicas, emocionais e psicossomáticas, de acordo com Barth.

Lidar com a situação exige cautela. É importante destacar que existem, entre os maus líderes, dois perfis bastante distintos. Talvez analisando-os fique mais fácil visualizar e compreender a questão.

Reação ao feedback

A melhor forma de corrigir os erros é conseguindo identificá-los, certo? Não para o primeiro perfil de “mau” líder, aquele que se acha perfeito e que não aceita, de forma alguma, o feedback, ainda mais se for negativo.

Já a outra categoria de chefe ruim não age por maldade, apenas por falta de treinamento. Ele respeita as pessoas, mas não sabe lidar com elas. Nesta dificuldade mora a sua deficiência. Este caso é mais fácil de resolver, por meio de treinamento e feedbacks construtivos realizados de forma periódica.

Líder ou liderado, esteja atento a estes perfis. Atuar no meio corporativo exige preparo e muito jogo de cintura. Por isso, é fundamental que você analise sua conduta e que, com o passar do tempo, possa ter em sua carreira a chance de formar novos líderes cada vez melhores. Boa sorte!

daê qualé a opiniao de voces… pode falar o que quiser!

tirado daqui ó http://noticias.uol.com.br/economia/carreiras/ultnot/infomoney/2007/07/24/ult4229u698.jhtm

25th julho , 2007 | 2 comentários | Postado em textos interessantes por Victor Godoi

Qual é a diferença entre tartaruga, jabuti e cágado?

A tartaruga é uma espécie de réptil que vive somente na água marinha ou doce. Ela possui casco achatado e suas patas terminam afinadas, como se fossem nadadeiras. Existem, também, as espécies semi-aquáticas, chamadas de cágados.

O jabuti é uma espécie terrestre de réptil. Possui casco convexo, bem arqueado, e pernas grossas, que parecem réplicas miniaturizadas da dos elefantes.

Mas somente as tartarugas são capazes de morder dedos e sair correndo!

Relatório Esportivo da Semana

24th julho , 2007 | 5 comentários | Postado em textos interessantes por Sherllon

Depois de receber uma notinha na folha de ponto, pedindo para que eu postasse no blog, resolvi escrever algo. Como eu sou um dos mais “vidrados” com esportes aqui da Std1, vou fazer esse relatório esportivo para vocês. No PAN tivemos o enorme orgulho de ganhar a medalha de prata no vôlei feminino, são as meninas do Brasil mostrando a quê vieram e ficando da mesma cor da camisa… amarela (pra variar, quem não entender, é só me perguntar). No futebol, o masculino mostrou que, mesmo jogando com o time sub-17, eles merecem um lugar ao Sol, mas claro, se jogassem o torneio feminino, porquê perder pra Equador, de 4×2, é feio demais, mas era de se esperar tendo como estrela Lulinha (não é filho do Lula, é bom deixar bem claro). No torneio feminino, a seleção brasileira já perdeu a graça e está fazendo poucos gols por jogo, cerca de 7, 8, não fazendo como as meninas do vôlei já está bom d+.

Mudando um pouco o ramo, vamos para o incrível campeonato brasileiro da 1ª divisão… o “todo poderoso” São Paulo conseguiua vitória sobre os “bambis” de MG por 2×1 de virada, com um golaço do craque Hernanes. Pera ae, de quem? Bom, melhor continuar. O Palmeiras… é o Palmeiras, time tradicional, elegante, nunca fez mal a ninguém. Na liderança do Brasileirão temos o Fogão, que depois do doping do Dodô, só perde e vê a distância para o 2º colocado cair, igual ao tombo do cubano no ciclismo do Pan.

Na série B, o Ipatinga, da minha bela cidade, está no meio da tabela, em 10º, 3 pontos atrás do último que sobe pra série A e 3 pontos acima do primeiro a ser rebaixado. Esse time só dá orgulho pra quemtorce pra ele. Ainda bem que já saí dessa =D.

Muitos vão dizer, e como está seu time? Jogando muito? Tudo que posso dizer é: Sei lá, só sei que contrataram um tal de Geovanni aí, se alguém souber quem é, por favor me diga =D. Em breve colocarei algo mais interessante quanto aos esportes aqui no blog.

Ps.1: Esse relatório foi só descontrair um pouco =D

Ps.2: Não desertem igual os cubanos estão fazendo.

Ps. 3: Bora jogar depois PS3? =D

Ps.4 : Que dia vai ter a peladinha que o eni tava querendo marcar?

Até mais ver.

Relatório

21st julho , 2007 | 6 comentários | Postado em Std1 Backstage por Cleudson

E lá se vai mais uma semana. Teve bolo pro Hugo; PC novo chegou; o smile tem revoltado, fechando trabalhos no photoshop e tentando assassinar os colegas. Também foi a semana das provas substitutivas e da espera em frente ao Sapiens, esperando a nota sair.
Dica: 1 – Quando for pagar o boleto de matrícula, certifique-se de que é realmente seu nome que está escrito ali. 2 – Jogar pratos no chão realmente chama a atenção, só se certifique do material que é feito o produto. 3 – Uma aranha armadeira pode pular até 3 metros, então muuuito cuidado.
Frase da semana: A grande sacada dos caras…
Vírus instalado: Realce – Gilberto Gil
Playlist: John Legend

Computador Novo

19th julho , 2007 | 1 comentário | Postado em Std1 Backstage por Cleudson

E finalmente chegou o tão falado computador novo. Após muitas barrinhas de cereal e muita espera no aeroporto, a máquina pode finalmente embarcar e  pousar na studium esta tarde. Não houve bolo pra comemorar, mas mesmo assim a euforia tamanha, fato comprovado pelo número de trocadilhos incomuns numa quinta-feira.

Idea Fixa

13th julho , 2007 | Nenhum comentário | Postado em Design na veia por Cleudson

Edição nº 7 da revista digital de design. Tema: Cores.

Confira.

Belo Horizonte recebe exposição Ilustrando em Revista

10th julho , 2007 | 3 comentários | Postado em textos interessantes por Cleudson

O prédio histórico da Estação Central, sede do Museu de Artes e Ofícios – MAO
(Praça da Estação, s/n – Belo Horizonte/MG) apresenta, até o dia 26 de agosto, a exposição Ilustrando em Revista, iniciativa do Grupo Abril que promove uma viagem pelo trabalho dos melhores ilustradores que passaram por suas revistas nas últimas cinco décadas.
Esta será a sexta edição da mostra, que já foi vista por mais de 45 mil pessoas nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Campinas e Brasília.
Serão mais de 500 trabalhos de cerca de 160 ilustradores, divididos em mostras contemporânea, histórica e digital. Benício, Negreiros, Aldemir Martins, Ziraldo, Orlando, Renato Alarcão, Fábio Moon, Gabriel Bá, Robson Araújo, Carlos Fonseca e Adriano Sarkis são alguns dos nomes participantes.
A programação paralela terá palestras, workshops, avaliações de portfólio e encontro com ilustradores.

Fonte: Universo HQ

O aprender coletivo

6th julho , 2007 | Nenhum comentário | Postado em textos interessantes por clodiney

Quando estava na especialização, li muito Pierre Lévy sobre o aprender coletivo, a internet só veio reforçar  esta tendência. Para as corporações este comentário encaixa perfeitamente.

o sucesso de uma instituição no futuro próximo está intimamente ligado à sua capacidade de formar “redes de compartilhamento” do saber. Mais importante do que aprendermos a aprender individualmente, é aprendermos a aprender coletivamente. A idéia das redes (hoje utilizadas muito para diversão (msn, orkut, blogs, etc) serão fundamental no desenvolvimento dessa nova habilidade nos homens. Aprender em comunidades. E aí o grande lance. Nossos filhos (que já nasceram em frente ao micro) estão muito mais preparados para esta nova era que se inicia do que nós mesmos, que conhecemos o micro com 20, 25 ou mais anos. Os próprios educadores e o conceito de aula deverão ser radicalmente modificados. “O professor que ensina e o aluno que aprende” é um modelo em decadencia. Os “alunos” (nosso filhos) e suas redes, poderão gerar conhecimento mais eficientes, adaptados e com velocidades inimagináveis a um professor como conhecemos hoje. Os próprios educadores/professores/promotores do conhecimento deverão ter outras formações e habildades, além das propiciadas pelas escolas tradicionais. Serão muito mais parecidos com consultores de nossas crianças, promotores e instigadores da busca do conhecimento.

Fonte: Blog do Nassif