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Nenhum site é uma ilha

outubro 29th, 2007 Posted in Tecnologia

“(…) A conclusão é a seguinte: O website imutável e autônomo morreu.
Bem-vindo à web que cada vez mais se parece com uma biblioteca cheia
de componentes que interagem e falam uns com os outros. As pessoas
estão desenvolvendo softwares, bancos de dados e websites não apenas
para satisfazer seus objetivos particulares, mas também para que
possam ser usados de várias maneiras que os seus criadores
desconheciam ou não haviam planejado. Isso torna muito fácil criar
novos serviços via web a partir desses componentes existentes,
juntando-os em novas combinações.

O resultado é que as mais empolgantes e bem-sucedidas empresas e
comunidades da web hoje em dia estão costurando os seus próprios
serviços a partir de banco de dados compartilhados e partes de
softwares da web que se assemelham a blocos de montar. Em vez de
definir a experiência do usuãrio e publicar informações para que as
pessoas as observem, elas usam serviços da web para criar plataformas,
a fim de que as pessoas criem juntas os seus próprios serviços,
comunicades e experiências. E, quando passarem a construí-los, as
pessoas apareceram – geralmente dezenas de milhões delas. na verdade,
2006 foi o ano em que a web programável eclipsou a web estática: O
flickr superiou o webshots, a Wikipedia superou a Britânica, o Blogger
superou a CNN, o Epinions superiou o Consumer Reports, o Upcoming
superou o evite, o Google Maps superou o MapQuest, o MySpace superou o
friendster, e o craiglist superou o Monster.

Qual foi a diferença? Os perdedores lançaram web sites. Os vencedores
lançaram comunidades dinâmicas. Os perdedores construiram jardins
murados. Os vencedores construíram praças públicas. Os perdedores
inovaram internamente. Os vencedores inovaram com os seus usuários. Os
perdedores guardaram com ciúme os seus dados e interfaces de software.
Os vencedores os compartilharam com todos.

O que a web programável significa para os usuários? Significa que toda
vez que você compartilha uma foto no flickr, atribui uma etiqueta a um del.ici.us ou troca comentários com os seus amigos no MySpace, você está ajudando a enriquecer a nova web. O mesmo acontece com o professor de matemática que edita os verbetes sobre a sua disciplina na Wikipedia, o pequeno empresário que cria um aplicativo de comércio eletrônico usando a Amazon como seu motor de transações ou o cientista que faz uma contribuição ao Projeto Genoma Humano usando um programa de sequenciamento habilitado para uso via web. Estamos cada vez mais co-conspiradores consciente e inconsciente na construção de um computador extremamente sofisticado.
À medida que um número crescente de pessoas e empresas participa da
programação desta plataforma, as oportunidades para competir e
colaborar apenas se tornarão mais ricas e poderosas.”

Tapscott, Don & Willians, Anthony D – Wikinomics, como a colaboração
em massa pode mudar o seu negócio, Editora Nova Fronteira. Páginas 54,
55 e 56.

Via:arqhp@googlegroups.com

3 Responses to “Nenhum site é uma ilha”

  1. Sherllon Says:

    Agora é sentar o pau nesse novo tipo de sites e colocar a Std1 dentre estas citadas como sites q “venceram”


  2. leone Says:

    eu ainda sonho no dia que eu vou fazer um sistema com uma idéia tão boa quanto a do senhor Orkut,
    vou deitar na minha caminha
    e ganhar dinheiro fácil e feliz.
    haushasuhasuhasuh

    que tal um site de relacionamentos http://www.leone.com?
    kkkkk. que tosco.

    mas é isso aí, sheshé!
    compartilhamento e reutilização de código, e podemos nos tornar os mais fodas de viçosa!


  3. Luiza Says:

    acho que com o potencial da Std1, o talento de vcs e o nome do Sherllon fica perfeito

    http://www.sherllon.com

    brincadeiras a parte, voces ja nao estao fazendo isso pro Inovação? sempre complementando e tornando mais interativo o portal?


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