Espremedor de laranja
http://img385.imageshack.us/my.php?image=espremedordomedobj5.jpg
Lembrei da pérola quando vi que o desenho da plaquinha da produção é um espremedor de laranja
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Lembrei da pérola quando vi que o desenho da plaquinha da produção é um espremedor de laranja
Preto e branco com modificações (dã).
Muitos podem achar: ”é uma bobagem…” mas semioticamente falando, o cérebro percebe, e aquele detalhe bate fundo no subconciente, para o bem ou para o mal… detalhes bem resolvidos, ficam guardados como uma boa sensação… os mal feitos, ou desleixados… sao guardados para sempre como: algo estranho esta ali mas nao sei o que é..
Tente olhar com os olhos do consumidor final, analise criticamente… São poucos segundos, que mudam completamente o destino do projeto de ser mais um na prateleira, ou se tornar a referencia…
veja esse exemplo abaixo tirado de um blog: http://www.diogoazevedo.com/
Publicado 24 de March de 2008 em Análises e Opinião.
Semana passada, acordei e como de costume, fui verificar meus emails. Lá estava uma mensagem do Camiseteria, mostrando as novas estampas de camiseta. Pensei comigo mesmo: “Vou experimentar comprar uma e ver como funciona“. Quem não faz a mínima idéia do que é o “Camiseteria”, continue lendo que eu explicarei em detalhes.
Comprei pela manhã (lá pelas 8 horas), fui pra faculdade e segui minha vida. No outro dia, quando cheguei da aula, encontro um pacote em cima da mesa. Já tinham entregado a minha camiseta! Começou assim a minha recente história de amor com a loja. ![]()
Em poucas palavras, é uma loja online de venda de camisetas, criada pelo Fábio Seixas, Rodrigo David e Tiago Teixeira. Dos 3, o único que eu conhecia (leia-se: eu lia o blog), é o Fábio Seixas, já famoso na blogosfera nacional.
Se eu escrevi aqui, com certeza, pelo menos para mim teve algum diferencial. Esse diferencial, e que é o carro-chefe em praticamente TODAS as empresas de sucesso, pode ser resumido em: atenção aos detalhes. Relacionado a isso, temos algumas características chave:
Você espera receber uma caixa do SEDEX? Desista, no Camiseteria é tudo personalizado. Você receberá um pacote plástico, com ilustrações que já foram estampas de camisetas. Muito melhor que a séria e “simples” caixa do correio.
Quando você abrir o plástico, espere para se deparar com uma sacolinha de pano, a qual conterá sua camiseta.
Não poderia de deixar de compartilhar com vocês a estampa da minha camiseta! O tecido é muito bom, e o tamanho (pedi uma M) eu achei que ficaria grande, mas ficou na medida.
Dentro da sacolinha vieram quatro balas, estilizadas 2 com o logotipo, 2 com os dizeres pop: “Make Shirts Not War”. Detalhes como esse, custam centavos para a empresa, e são capazes de conquistar um cliente.
Ao pessoal do Camiseteria, meus sinceros votos de sucesso. Vocês merecem!
Como o dinheiro desse mês já acabou há muito tempo, estou torcendo para o mês que vem ainda ter alguma camiseta com a estampa ai debaixo. Mas tô achando que terei que torcer por uma futura reedição, já que já devem estar acabando.

Quem ainda não conheceu, ou conhece e não fez uma compra, recomendo experimentar! Você terá uma camiseta praticamente exclusiva, por um preço acessível (inclusive nem tem frete) e com estampas que são show! Recomendo também o blog da loja, o qual avisa sobre novos concursos e novas estampas.
Obs: Não recebi nada para fazer este post, foi um depoimento de um fã mesmo.
Arquivo digital com a maioria das revistas dadaístas, que reinventaram a diagramação nos idos da década de 20 do século passado. Vale a pena conferir!
http://sdrc.lib.uiowa.edu/dada/collection.html
Coisas da desciclopedia
Curiosidade: Roger Waters nas horas livres, era praticante da luthieria. Inventou um acessório fazedor de barulhos estranhos que na época foi nomeado com o nome da banda. Hoje em dia, devido à perda doa direitos autorais, Waters teve q fazer uma modificação no nome e o acessório é vendido com o nome de Floyd Rose.
LSD:É um composto cristalino relacionado especialmente com os alcalóides podendo ser produzido a partir do processamento das substâncias do esporão do centeio e asas de morcego, sempre na lua cheia. Foi sintetizado pela primeira vez em 1938 e, em 1943, o químico suíço Albert Hoffmann descobriu os seus efeitos de uma forma acidental. Pulou do 18º andar tentando pegar um elefante voador.
e a melhor: O roquemrou cresceu e se multiplicou. Como nem sempre o que nasce tem boa qualidade (olhe para o espelho e entenderá o que eu digo), vieram também os lixos… Mas aqui é a Desciclopédia, porra! Se quiser ler coisa ruim vai pra outro site! Ahh… como é bom ser útil!
Anos 1960 pra 1970. Se os hippies queriam paz e amor, também queriam drogas, e das drogas nasceu o Rock Progressivo… Yes, Jethro Tull, Rush, Emerson, Lake & Palmer e Pink Floyd são algumas bandas que eu lembrei agora que podem ser citadas. Músicas de 42 minutos, como a composição do Dream Theather entitulada A Change Of Seasons e a Garden of Dreams do The Flower Kings, de 64 minutos, mostram o auge da prática do Orgasmo musical nessa época. O esporte entrava na era psicodélica e aqui no Brasil os tupiniquins cansaram da garota de Ipanema e dos cabelos esvoaçantes de Roberto Carlos e partiram para os festivais na TV, onde figuras bizarras como Os Mutantes e Caetano Veloso gritavam e se sacudiam freneticamente nos palcos. A Tropicália chegava à cena nacional e com ela trazia músicos e mais músicos adeptos ao Orgasmo Musical.
Poréeeeeeem, todo mundo começou a ficar de saco cheio dessa merda de “épicos do rock”, de ficar ouvindo solos intermináveis de caras muito locos de LSD e de ver o Caetano Veloso grunindo no palco, que, sejamos sinceros, não é uma coisa muito agradável. Se por aqui a sutileza de Chico Buarque encantava os praticantes do Orgasmo Musical mais sutis nos festivais de MPB, lá nas Oropa os gringo tavam fazendo a festa. Iggy Pop não tinha, e ainda não tem, vergonha nenhuma em assumir que now he wants be your dog, frase gritada por inúmeras platéias contagiadas pelo poder da música.
Apesar de tudo, algumas pessoas por mais que se esforcem, não conseguem atingir seus objetivos. Numa época em que a pílula azul ainda não era comercializada, Mick Jagger sofria de problemas de ereção e não tinha coragem de se expressar com seu médico.
Mick, fale com seu médico! Eu falaria…!
Pelé sobre problemas de ereção de Mick Jagger
Aqui temos mais um exemplo de como a música pode ser libertadora. Mick, baseando-se em seus problemas sexuais compôs a música (I Can’t Get No) Satisfaction e, graças à capacidade de criação de melodias da múmia e guitarrista Keith Richards, Mick Jagger conseguiu se libertar e obter um histórico Orgasmo Musical, devendo ao riff dessa música a sua fama de pegador.
Muita gente fala de versão “Beta” sem saber o que é, ou às vezes diz para o cliente testar a versão “Beta” do programa, sendo que esta é a versão “Alfa”.
Tá bom, vocês podem não entender o que estou querendo dizer, mas leiam esse artigo vindo da IBM e entenderão. É grande, mas para quem quer entender essas nomenclaturas que a cada dia se vê mais e mais na internet, é um prato cheio.
“Beta” é a segunda letra do alfabeto grego. “Alfa” é a primeira. Bem… até aí nenhuma novidade, mas… se você prestar mais atenção quando estiver navegando na Internet, vai notar que, cada vez mais, a palavra “beta” aparece nas “home pages” de um monte de sites! Esta palavra aparece assim… de forma bem discreta, quase imperceptível! Difícil paca de descobrir!O Google tá cheio de canais “beta” ? como o Google Scholar, o Google News e até o GMail! Tudo “beta”. O novo modelo de transmissão de TV sobre IP [traduzindo: televisão via Internet], chamado Joost, também é “beta”. Cara, tá tudo “beta”. Um grande “beta”!
É, a Internet pode ter virado um “betão”!. Mas… o que isto significa de fato?!? Antes de mais nada, relaxa! “Beta” não é contagioso, não aumenta o colesterol e nem aumenta a alíquota de contribuição no Imposto de Renda. Mas também não é totalmente inócuo! Portanto, melhor saber do que se trata. E isto você vai aprender no resto desta coluna. Pra isso, a gente vai fazer como sempre fez aqui neste espaço: voltar no tempo, resgatar as informações que são importantes e colocar tudo arrumadinho pra você ler, entender, aprender e usar quando for necessário. Vamos nessa!
Atualmente, o termo “beta” tem mais a ver com “software”. Mas desde já, vale notar que esta terminologia apareceu primeiro na fabricação de “hardware”. E quem inventou esta tal nomenclatura foi a IBM. Lá atrás, quando os produtos de “hardware” eram fabricados quase que por encomenda do cliente, o processo de montagem inicial era seguido de uma longa fase de testes. A IBM tinha então, uma unidade chamada “IBM Product Test Unit”. Foi nessa unidade que a fase de montagem foi chamada de “Alpha” [em Inglês, com "ph"] ou “Alpha Testing” e aí eram testados apenas os componentes mecânicos e os circuitos do “hardware” que estavam sendo montados. Em seguida, este “hardware” era submetido a um teste de funções e o processo de verificação da funcionalidade foi chamado de “Beta Test”. Note que “alfa” e “beta” nasceram como denominação de fases de teste: um mais grosseiro e outro mais sofisticado e preciso. Aprovado nos dois testes, o engenho era, então, enviado ao cliente.
Atualmente, a fabricação de “hardware” é muito mais dinâmica e automatizada ? algo típico da produção de “commodities”. Ao longo deste período de evolução da fabricação do “hardware”, a produção de “software” cresceu muito e adquiriu também uma forte dinâmica que, às vezes, é o diferencial competitivo entre empresas concorrentes. Nasceu a Engenharia de Software e a terminologia foi importada da Engenharia de Hardware, com algumas adaptações.
Pra nascer legal, um “software” passa por algumas fases. Primeiro, o pessoal da Engenharia de Software coleta um conjunto de especificações a respeito do que aquele “software” vai fazer. Depois, cria um diagrama para orientar os programadores sobre como usar a linguagem de programação que transforma as especificações pretendidas em algo a ser executado pelo computador que roda o “software”.
Dito assim, parece fácil mas… acredite: no início, o “software” nasce cheio de erros! E não é este errinho de tela azul que aparece no teu Windows não! É coisa muito mais séria! É erro conceitual, erro de operação aritmética, erro de interpretação de processos e outras coisas “peludas”. Após uma primeira fase de correção dos erros, nasce uma versão que pelo menos funciona: esta primeira versão é chamada de “pré-alfa”. É uma versão ainda mantida “dentro de casa”, para uso apenas do pessoal de programação. Mais trabalho de verificação, correção e aperfeiçoamento do “software” e aí surge uma nova versão, chamada de “alfa”, claro!
Esta versão ainda é “sujinha” e por isto, melhor manter a coisa ainda dentro de casa. Se algum colaborador externo tem um relacionamento estreito com a turma que está produzindo o “software”, pode até ser que este colaborador seja solicitado a experimentar a versão “alfa”, mas em geral ela fica restrita a uns poucos caras.
A versão “alfa” deve ter todos os requerimentos [em Inglês: "features"] do produto já implementados e após a revisão exaustiva da funcionalidade, surge a famosa versão “beta”. Esta versão será a primeira que vai por a cara na rua, sendo liberada para algumas pessoas selecionadas pela empresa que fabrica o “software”. Quem vai usar a versão “beta” é conhecido como “beta tester”. Olhaí, a versão “beta” ainda “dá muito pau”! E a função do “beta tester” é, justamente, sugerir alguns ajustes de caráter regional e/ou notificar comportamentos peculiares que acontecem em alguns equipamentos.
Após os testes da versão “beta”, o produto estará pronto para ser liberado ao mercado em geral. Note que mesmo no mercado, este produto vai evoluir até atingir um estágio de maturidade e estabilidade. É isto que mostra a ilustração a seguir
: 
Pronto! Agora você já sabe o que é uma versão “beta”! Portanto, toda vez que você estiver usando algo em que aparece escrito “beta”, tenha claro que esta não é [pelo menos não deveria ser] a versão final do produto. Ainda falta corrigir ou aperfeiçoar alguma coisa. Bem… pelo menos este é o conceito técnico.
Só que… a coisa tá mudando. A rapidez requerida pelo mundo da Internet está fazendo com que, cada vez mais, produtores das novidades que vão ser lançadas na rede, usem versões “beta” para ocupar rapidinho o ciberespaço! E tome “beta” por todo lado! Como a gente não esconde nada aqui, vamos mostra o outro lado desta moeda: ser “beta” virou quase sinônimo de novidade, modernidade e vanguarda. É bacana! E tem gente que é tarado nisso! Daí, para atrair estes tarados, alguns sites chamam de “beta” alguns produtos que já são bem estáveis. Mas o fato é que “beta” virou uma marca. Marca da moda!
Conclusão: se o que você precisa de um “software” é algo mais informal, com menos compromisso, então legal, vai lá e usa um “beta”. Pode até impressionar a galera dizendo que você é um “beta tester!” Agora… se a sua necessidade é em torno de algo mais sério, mais formal, foge do “beta”. Usa algo que já está estável e maduro. E lembre-se que, na web, é moda ser “beta”. A web virou um… “betão”! Fábio L. Gandour Gerente em Novas Tecnologias Heloisa Granja Editora em Novas Tecnologias
Para os apaixonados por futebol e propaganda, aqui vai uma relação dos logos desde a Copa do Brasil de 1950 até a África do Sul em 2010.

Brasil 1950 logo
Final: Uruguai 2×1 Brasil
Suiça 1954 logo
Suécia 1958 logo
Final: Brasil 5×2 Suécia

Chile 1962 logo
Final: Brasil 3×1 Tchecoslovakia
Inglaterra 1966 logo
Final: Inglaterra 4×2 Alemanha
México 1970 logo
Final: Brasil 4×1 Itália

Alemanha Ocidental 1974 logo
Argentina 1978 logo
Espanha 1982 logo
Final: Itália 3×1 Alemanha
Final: Argentina 3×2 Alemanha

Itália 1990 logo
Final: Alemanha 1×0 Argentina
Estados Unidos 1994 logo
Final: Brasil 3×2 Italia
Korea Japão 2002 logo
Alemanha 2006 logo
Final: Italia 5×3 França
Africa do Sul 2010
Qual o seu logo favorito?