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campari, só ele é assim… ruim

29th julho , 2009 | 1 comentário | Postado em mkt, videos e afins por hugo arantes

Eu estava procurando aquele clássico do Campari que passa há uns 3 anos na tv, da festa do branco. Não achei.

Mas achei um bocado de anúncios internacionais, de diferentes países e épocas. O que eles tem em comum?

A bebida, praticamente sempre, é arremessada ou despejada em alguém.

Faz sentido. Eles não iam conseguir convencer os atores a beber essa porra mesmo…

cuidado,  esse último pode deixar sequelas graves

tirado daqui ó: a nivel de

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Julius Wiedemann: uso da cor, sensualidade e transgressão são marcas do design latino

28th julho , 2009 | Nenhum comentário | Postado em textos interessantes por assessoria

Editor cujas obras sob sua curadoria já venderam mais de um milhão de cópias, o brasileiro Julius Wiedemann é quem decide, na editora alemã Taschen, os títulos que serão publicados em áreas como arte, publicidade, internet, mídias digitais, design gráfico e games.

Baseado na Inglaterra após passagens pelo Japão e pela Alemanha, o carioca atua como ‘um olheiro de cultura visual’. Para Wiedemann, o design latino se difere dos demais por causa do “uso muito bom de cores, da sensualidade e da transgressão”. Confira a entrevista concedida por ele ao Nós da Comunicação.

Nós da Comunicação – Quais qualidades uma peça de design gráfico deve ter para, além de ser agradável ao olhar, efetivamente comunicar uma ideia ou um conceito?
Julius Wiedemann – Olha, se eu tivesse mesmo uma resposta clara, seria designer, mas desisti disso para escrever e falar de design. Não existe fórmula, e não é muito uma ciência. O ponto central tem de ser, a meu ver, o ser humano, e a partir daí, tudo acontece.
Nós da Comunicação – Você é editor da área digital da Taschen. Como é seu trabalho na editora?
J. W. – Meu trabalho é muito de curadoria e de conceituação dos livros. Funciono muito como um olheiro de cultura visual, que vai encontrando as coisas boas para serem publicadas.
Nós da Comunicação – Você já trabalhou no Japão, na Alemanha e Inglaterra. Quais as principais diferenças no mercado de design gráfico nesses países?
J. W. – As diferenças culturais se fazem sentir principalmente na tipografia, no uso de cores e de imagens (foto e ilustração). O que conta muito também é a bagagem histórica do país, que se vê, às vezes, de maneira explícita, como a Bauhaus no design alemão e a pop art e o art déco nos Estados Unidos. Como somos ainda um país relativamente novo em produção cultural, estamos formando uma identidade.
Nós da Comunicação – ‘Animation now!’, ‘Advertising now!’, ‘1.000 favorite websites’ e ‘Logo design’ são sucessos sob sua batuta. No segundo volume de ‘Logo design’, você selecionou marcas produzidas por designers brasileiros. Como você vê o design gráfico latino e, particularmente, o do Brasil?
J. W. – O design brasileiro está andando para frente, e rápido. Está muito bom e sendo cada vez mais reconhecido lá fora. Sempre cito três valores que temos em nosso DNA de design latino, que, pra mim, são o uso muito bom de cores, a sensualidade e a transgressão.
Nós da Comunicação – Quais as características de uma logomarca inovadora?
J. W. – Uma marca, hoje, tem de ser flexível, tem de poder estar em todas as mídias. Isso, hoje, faz muita diferença. Também acredito muito em simplicidade.
Nós da Comunicação – ‘Guidelines for online success’ é um manual cheio de exemplos bem-sucedidos de webdesign. Em sua opinião, quais os piores erros que um webdesigner pode cometer ao projetar um site?
J. W. – O pior erro está em ignorar o usuário. E, por incrível que pareça, isso é comum. Isso não significa que tudo tem de ser em HTML etc., mas sim pensar quem vai usar aquele site.
Nós da Comunicação – Em sua página, você diz que seu objetivo é entender como diferentes culturas navegam em um ambiente de comunicação em formato tão múltiplo e com infinitas possibilidades como o atual. O que você já descobriu nessa jornada?
J. W. – Há algumas coisas nas quais insisto muito, como o fato de que mudança, hoje, é uma constante. De que o único endereço permanente de uma pessoa ou instituição é o da internet. Que nossas conquistas são do tamanho de nossos sonhos. E que temos de pensar grande, porque pensar pequeno é ter pesadelo…
Nós da Comunicação – Qual sua expectativa com relação ao curso que você vem ministrar aqui no Rio: “O futuro a gente inventa? Tecnologia, cultura e comunicação”.
J. W. – Estou muito animado mesmo, porque esse curso é o resultado de muitas palestras diferentes que venho dando em países diferentes, que tem um alinhamento grande entre elas. Mas, pela primeira vez, elas estarão todas conectadas, e com muitas coisas novas.
(N.R.) – O curso será realizado na Casa do Saber, nos dias 6, 13, 20 e 27 de agosto.

Essa entrevista está disponível no site Nós da Comunicação, um portal com informações variadas sobre comunicação que vale a pena ser acessado.

Como uma boa marca é criada?

27th julho , 2009 | Nenhum comentário | Postado em Std por assessoria

O valor de uma marca transformou-se ao longo dos anos, de acordo com as mudanças no perfil do mercado, que por sua vez acompanhou as mudanças no perfil do consumidor e da ação/reação deste em relação à compra e aos produtos/serviços. Atualmente, grandes marcas trabalham muito mais com o valor agregado de seus nomes do que com a venda dos produtos que comercializam. Esses ativos, chamados intangíveis, são conseguidos em longo prazo, através da administração dessas marcas e do relacionamento que as empresas estabelecem com seus consumidores.

Mas, como é desenvolvida uma boa marca? Por que uma logo tem o “poder” de ficar na mente das pessoas e outras não? Uma das premissas para isso é a capacidade que o universo simbólico utilizado no momento do desenvolvimento da identidade visual tem de estabelecer uma plena associação com o produto/serviço/empresa e personificar seus valores e objetivos. O sucesso desse trabalho é obtido quando o profissional de design estuda cada caso a fundo, e estabelece meios para conhecer bem o seu cliente e suas demandas.

Hugo Arantes, sócio-diretor da Studium, conta que uma das formas de explorar a demanda do cliente é através de um briefing detalhado. “É necessário “brifar” o cliente, tirar todas as informações sobre o seu negócio, o cenário atual e o desejado, conhecer a empresa e todos os detalhes relevantes para traduzir essas informações em um signo visual. Depois, avaliamos os possíveis concorrentes, os mercados local e regional. Pesquisamos possíveis padrões estabelecidos e como diferenciar-se visualmente deles. Fazemos também uma pesquisa imagética, na qual definimos o partido visual a ser adotado. A partir disso, começamos a “desenhar” o símbolo e definir cores e tipografia, que vão construir o primeiro estudo da marca.”

Todo esse processo foi aplicado no redesenho da logomarca da Invitrocells, uma empresa que realiza testes de toxicidade in vitro, localizada em Belo Horizonte. mas entre criar uma logo e redesenhar uma já existente há diferenças. Hugo afirma que o redesenho é um processo extremamente delicado, pois é preciso uma avaliação do que deve ser mantido e o que deve ser radicalmente mudado nessa evolução, para que o público entenda que houve realmente uma melhoria e isso reflita a intenção da empresa.

Além da logo, a Studium também produziu o site que foi para o ar recentemente. Acessando o site www.invitrocells.com.br você pode conheçer o trabalho da empresa. Veja abaixo os passos seguidos no desenvolvimento de uma logomarca.





Né dans la Rue – Nascido nas ruas

14th julho , 2009 | Nenhum comentário | Postado em designers, tipografia, videos e afins por clodiney

Abriu em 07 de Julho e vai até 29 de novembro, na Fundação Cartier em Paris, a exposição  ”Né dans la Rue – Grafitti”, com a participação de artistas do mundo todo. Mostra o surgimento do grafite em NY nos anos 70, seus desdobramentos durante as últimas décadas até chegar no fenômeno que é nos dias de hoje. É a retrospectiva da arte que começou nas ruas, tomou galerias, livros e enfeita até bolsa de madame.

Ver materia de Renata Simões, no Multishow.

Na exposição, há um olhar atento ao movimento de pixação de São Paulo, com o filme “Pixo” de João Weiner e Roberto Oliveira. Muito bacana o filme, mostrando as várias facetas deste tema polêmico, prende a atenção e nos deixa em alguns momentos tensos com as situações vividas.Seria a pixação caligrafia, design, tipografia ou somente vandalismo?
Veja o curta abaixo e tire suas próprias conclusões.

Vídeo - São Paulo a maior cidade do hemisfério sul deu origem a uma forma única de expressão.

Tony De Marco selecionou alguns pixos antigos em:
http://www.flickr.com/photos/tonydemarco/sets/953869/

“A pixação é ilegal mas nem por isso não deve ser discutida. A Fundação Bienal e a Escola de Belas Artes de São Paulo perderam essa oportunidade; mais uma vez tivemos que esperar os gringos virem para nos catequisar”. R.Simões

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Referência não é cópia!!!!!

10th julho , 2009 | 1 comentário | Postado em mkt por hugo arantes

Minha idéia nunca foi criticar o trabalho dos outros. Porém uma coisa que me irrita é cópia. Referência é algo que indica um caminho. Se for pra fazer um trabalho igual a outro que já está pronto é melhor contratar quem fez o primeiro, afinal, auto referência não é cópia. Será????

copia1

ORIGINAL – Her Morning Elegance (Yuval & Merav Nathan)

CÓPIA – Riachuelo, cama, mesa e banho

AUTO REFERÊNCIA

Assista a outros trabalhos de Yuval & Merav Nathan, diretores de Her MNorning Elegance, em One Wing Fly

tirado daqui ó: tiagoalves

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microcalligraphy – ou… aquela sensação UAU!

8th julho , 2009 | 3 comentários | Postado em Design na veia, mkt por hugo arantes

Wikipedia tells:  ”Micrography, also called microcalligraphy, is a Jewish art form developed in the 9th century, with parallels in Christianity and Islam, utilizing minute Hebrew letters to form representational, geometric and abstract designs. Colored micrography is especially distinctive because these rare artworks are customarily rendered in black and white.”

em suma, técnica extremamente foda que muita gente usa e causa inveja na geral… certo mano?

martini-teaser

There are 40+ really amazing examples of contemporary micrography: from advertisement and movie posters to trash-art and self-portraits.

Every image is clickable so click to view full-size image.

» mais

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“Ainda criança, brincava com as continhas de minha mãe e tudo virava criação”

2nd julho , 2009 | Nenhum comentário | Postado em Std por assessoria

Acabamos de colocar no ar o site Gabriela Brandão, (www.gabrielabrandao.com.br) depois de termos produzido a reformulação da marca e o material de apresentação das peças da designer de bijuterias (leia Marca de bijuterias “Gabriela Brandão” é reformulada pela STD1).

A página ficou com um aspecto diferenciado, inspirado na tradução dos anseios de Gabriela em relação à sua marca. Nas trocas de informações sobre o material com a gente, ela sempre manifestava a vontade de que as bijuterias tivessem uma coisa “moleca” e nostálgica, que lembrassem uma brincadeira. Baseados nisso, montamos o site com uma menina que “brinca” entre as imagens das peças. Buscamos desenvolver a página com uma linguagem mais neutra, trabalhando com uma paleta de cores do inverno – marrom, ouro, prata – para seguir a linha da atual Coleção Outono/Inverno.

Uma novidade é que os backgrounds, ilustrados com ícones que fazem referência aos anos 60, estão disponíveis para download. No site tem também o link para o blog da Gabriela, que segue os mesmos padrões de layout. Ela disse que quer escrever sobre tudo: cultura, abordagens sobre o universo feminino, moda e arte em geral. Em breve, Gabriela vai lançar a nova Coleção Primavera Verão, juntamente com a divulgação oficial do site e do blog.

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