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Vou criar um novo website para minha empresa. E agora?

5th julho , 2010 | Nenhum comentário | Postado em TI way of life, textos interessantes por hugo arantes

Se você vai criar ou renovar o website de sua empresa confira as dicas que o Comunica Geral foi buscar com o professor Roque Fernando Marcos Sousa, especialista em desenvolvimento para web.

Segundo o professor Roque um site tem início com uma análise sedimentada no público-alvo e na estratégia de apresentação. Somente depois disso parte-se para a classificação, definição de conteúdo e a criação de protótipos chamados Wireframes , constituídos a partir de conceitos embasados na arquitetura da informação.

Com base nesta análise o desenvolvedor terá informação suficiente para indicar qual a melhor linguagem a ser utlizada. Dentre as mais usadas hoje estão o PHP, o ASP e o ASP.NET. Todas têm por finalidade criar sistemas dinâmicos a partir de páginas eletrônicas que se conectam com uma base de dados e exibem os resultados em forma de imagens, videos e textos por intermédio de um navegador de internet (Browser).

“A linguagem PHP assumiu um espaço interessante no desenvolvimento de páginas dinâmicas para WEB, além de possuir praticamente todos os recursos necessários para gerar sites dinâmicos, blogs, e-commerce, sistemas e aplicativos para internet”, explica o professor Roque.

Já a linguagem ASP.NET substitui o antigo ASP que foi descontinuado pela Microsoft. Mas, os sites dinâmicos que ainda utilizam a
linguagem ASP, cedo ou tarde, terão que migrar para a tecnologia .NET ou PHP.

Para entender melhor pode-se dizer que a grande diferença entre estas linguagens está nas licenças de uso. O PHP é de uso livre e roda sobre um servidor igualmente sem custos como o Apache Server, por exemplo. A linguagem ASP ou ASP.NET está sob a licença da Microsoft. Os desenvolvedores que optam em criar sites em PHP, tem liberdade de escolher um editor de código livre de licenças. Para os que escolhem a linha .NET a Microsoft disponibiliza a ferramenta Visual Studio que é um software pago.

Para criar sites visualmente atraentes o recurso em Flash tem mais apelo. A integração de aplicativos dinâmicos com a tecnologia Flash traz qualidade visual e movimento aos projetos. Os filmes em Flash podem se conectar a qualquer tipo de linguagem dinâmica (ASP, ASP.NET, PHP, JAVA).

De acordo com o especialista, o Flash deve ser utilizado com muito critério:

“Ao criar animações sofisticadas em Flash, corre-se o risco de gerar elementos visuais conflitantes, enviando sinalizações cognitivas que podem dispersar o usuário”, afirma Roque lembrando que isto poderá influenciar a permanência do internauta no site, tornando-a mais breve.

Portanto para gerar credibilidade e sustentação ao investimento feito por sua empresa em uma nova página na web fique atento às dicas:

  • Conheça seu público-alvo e dê todas as informações ao desenvolvedor;
  • Saiba quais são os assuntos ou itens mais importantes que sua empresa quer destacar na web;
  • Dê detalhes sobre seu produto ou serviço e o que pretende oferecer em seu site;
  • O fornecedor web tem como príncipio apontar a melhor solução para o cliente;
  • Conheça as novidades da Web 2.0;
  • Saiba que os códigos necessários para que qualquer engrenagem de busca (robôs) consiga interpretar as páginas de um site são feitos em HTML e XML e independem do tipo de linguagem dinâmica;
  • Sua participação é crucial para um projeto satisfatório.

Wireframe

Wireframes são esqueletos dos websites que ajudam a planejar e apresentar as idéias ao cliente. São feitos pelos arquitetos da informação com base nos dados coletados com a empresa cliente e tem com finalidade estruturar o conteúdo de cada página, indicar e relevância dos elementos do layout e sua relação com os demais elementos formadores do todo. O wireframe também deve indicar a marcação de textos, de navegação, guidelines de marca e até dos recursos de programação e de tecnologia.

Flash

O Flash possui uma linguagem chamada ActionScript que orienta objetos, mas que não possui recursos que permitem a conexão direta com uma base de dados. Desta maneira as linguagens dinâmicas fazem a ponte da interface Flash com o banco de dados e retornam as informações para sejam exibidas visualmente dentro do filme em Flash.

Fonte: Roque Fernando Marcos Sousa é especialista em desenvolvimento para WEB, programador, consultor e palestrante Adobe, instrutor do grupo Impacta Tecnologia onde atua há 11 anos ministrando mais de dez tipos de treinamento. Possui as certifiçações internacionais do Abobe Flash e Adobe Dreameaver, autor dos livros “Site Dinâmico com ActionScript para Flash 8? e  “Aprenda AJAX.NET em 15 passos”. Idealizador do treinamento Tecnologia e Projeto WEB oferecido como pré-requisito da formação WEB no centro de treinamentos Impacta. Palestrou dois seminários na WAV – Web and Video Conference 2009. (Usabilidade na WEB 2.0 e Padrões WEB ). Palestra de ambito internacional que ocorreu no centro de convenções Rebouças em Outubro/2009. Sócio-Diretor da Elemento9 – Soluções Web, Mobile e Desktop, (www.roquefernando.com.br/elemento9/), jovem empresa sediada na zona leste de São Paulo, que tem clientes como a Editora Abril e a Certisgin – Certificação Digital.

tirado daqui ó: comunica geral

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O que devemos esperar da web em 2010

23rd dezembro , 2009 | Nenhum comentário | Postado em TI way of life por hugo arantes

Quando, em 1984, foi lançado o filme “2010. O ano em que faremos contato”, seus produtores achavam que 2010 estava muito longe. No entanto, 2010, agora, chegou.

Arthur Clarke, autor da obra escrita em 1982 e que posteriormente deu origem ao filme, acertou em cheio em dar à tecnologia o papel de protagonista do filme. Assim como no filme, a tecnologia tem definido nossos rumos tanto no presente quanto no futuro.

Tecnologia atualmente passa pelo ambiente interativo.

Prever os acontecimentos na área de tecnologia interativa é tarefa para “Gatners” e “Popcorns”. Vou dar uma humilde contribuição com a minha visão de mercado. Vamos falar um pouco de como deverá ser a web em 2010 no Brasil.

Lá vamos nós com a nossa seção anual “mãe Dináh”.

2009 foi um ano marcado pela crise e pela (re)descoberta do Brasil por parte dos países que ainda achavam que a nossa capital era Buenos Aires. O fato de a crise não ter abalado tanto nosso país nos mostrou que somos mais fortes do que parecemos. Um pouco do nosso complexo de vira-lata se perdeu ao longo do ano.

A demanda reprimida, os IPOs adiados e os investimentos abafados deverão explodir em 2010. Ponto positivo para as empresas que tiverem se posicionado corretamente ao longo de 2009. A web deverá ganhar boa parte dessa verba, principalmente devido a sua capacidade de mensuração. A exigência por resultados por parte dos acionistas estará cada vez mais acirrada no pós-crise e a web tem uma capacidade natural para tal.

É lógico que os anunciantes procurarão os fornecedores que se mostrarem mais profissionais no quesito mensuração, já que o mercado está cansando de posturas amadoras. A pressão por prazos e resultados estará cada vez mais em pauta.

A entrada de grupos internacionais no Brasil irá se intensificar e mais fusões e aquisições serão realizadas ao longo de 2010. Veremos uma solidificação dessa tendência. Isso irá gerar muitos novos empreendedores digitais com olhos para esse mercado nos próximos anos.

O Brasil deve desenvolver cada vez o empreendedorismo digital e acredito que nos próximos anos deverá se destacar nesse tema, principalmente com o empreendedorismo invadindo as escolas e sendo o brasileiro o povo que mais navega na web dentre todos os povos do mundo.

A escolha do país para sediar uma Copa e uma Olimpíada pegou o mundo de surpresa. Para muitas empresas, essa ficha ainda não caiu (um comentário que denuncia minha idade analógica).

É importante perceber que 2010 será o início de uma curva ascendente do Brasil rumo a esses grandes eventos tanto no “online” quanto no “offline”. As empresas que pegarem carona na preparação desses eventos poderão crescer muito, inclusive com gordos incentivos do governo.

Empresas ligadas ao segmento de turismo, treinamentos em hotelaria, construção civil e ensino de idiomas poderão ter grandes saltos a partir de 2010. A internet, sendo um ambiente global, privilegiará negócios que gerem receita vendendo informações via web para todo o mundo.

2010 também será o ano das eleições 2.0. Não acredito que será nessas eleições que os políticos aprenderão a utilizar a internet de modo eficaz. Se as empresas ainda não sabem, não serão os políticos – essa velha guarda matreira ? que mudarão esse quadro.

Provavelmente algum político terá um case “melhorzinho” e ganhará a mídia, mas não será a regra. A estratégia será gerar mídia espontânea pela inovação sobre seu uso, mas não necessariamente sobre o resultado alcançado. Talvez o ilustre político digital, hoje desconhecido, tenha mais resultado para cargos menos disputados nas eleições de 2012 – as “eleições do fim do mundo”.

Não repetiremos um “case Obama” aqui pelo Brasil, pelo menos, não por enquanto.

O mercado de e-book readers no Brasil começará, mas não decolará. O valor do Kindle ainda é proibitivo para a maioria da população, mas já atingirá os “early adopters”. Se alguma política pública ajudar, talvez o e-book reader “pegue no tranco”, mas isso só no ano que vem – pós-eleição. Vejo que o caminho para as eleições 2.0 passa por redes sociais.

Empresas de web que focarem nos segmentos de futebol, devido à Copa, e no de eleições ganharão tráfego naturalmente e poderão se monetizar por conta desses eventos.

Os investimentos em web, sem dúvida, aumentarão e exigirão profissionais mais capacitados. Talvez em 2010 as faculdades comecem a pensar em incluir o marketing digital em sua grade de forma definitiva, mas isso lá para 2011 ou 2012. Essa lacuna será cada vez mais preenchida por cursos livres de empresas e consultores.

O comércio eletrônico continuará crescendo e, com o aumento da violência, o enclausuramento das pessoas em suas casas e as vendas de computadores para a classe C, não dará sinais de arrefecimento. A nova holding do grupo Pão de Açúcar e a B2W ajudarão na solidificação do segmento.

Enfim, 2010 promete, mas não será a panacéia digital. Vamos conter nossos ânimos e continuar crescendo a dois dígitos percentuais, que já é bem melhor do que as promessas de crescimento para o país.

tirado daqui ó: iMasters

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Did you Know? 4.0 O.o

17th setembro , 2009 | Nenhum comentário | Postado em Animação, refletindo..., videos e afins por hugo arantes

Acaba de ser apresentada a nova versão do já famoso vídeo Did you Know, que mostra o quanto a convergência das mídias influencia em todos os âmbitos de nossas vidas. O vídeo concentra-se na ascensão dos meios de comunicação social, a queda das fontes tradicionais, e vem com lotes de fatos e números. Bom até para fonte de consultas para todos os comunicadores…
Imperdível!

tirado daqui ó: HSM

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Php não é coisa de moleque

19th fevereiro , 2009 | 2 comentários | Postado em TI way of life por leandro

Apresentação de Felipe Ribeiro desvenda o preconceito existente contra a linguagem de programação PHP, uma das linguagens mais utilizadas na programação web. Apesar de descontraída e simples ela traz importantes pontos que realmente provam que uma aplicação PHP pode ser tão ou mais eficiente e produtiva que muitas outras “linguagens de programador macho”.

Vale lembrar do teste de desempenho mostrado em http://www.phpavancado.net/node/409 que mostra a surpreendente performance do php quando programado usando bons algoritimos, superando em alguns casos outras linguagens mais robustas.

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“Para que serve uma monocotiledônea?”

1st dezembro , 2008 | Nenhum comentário | Postado em Design na veia, Tecnologia, refletindo..., videos e afins por gustavo

Acho que o nome Luli Radfahrer é de conhecimento da grande maioria das pessoas envolvidas com web hoje no Brasil. Um dos pioneiros na área, publicou o livre “web/design/web” que é uma das maiores referências na literatura nacional sobre o tema. Apesar de Luli sempre participar dos maiores eventos de comunicação em web e design, nunca tinha tido a oportunidade de ir em algum que houvesse uma palestra dele. Comentários a parte sobre a personalidade do individuo ou sobre seu ego inflado (claramente mostrado em suas entrevistas e em algumas palestras), temos que concordar que o cara saca muito. Ou ao menos o que ele fala faz sentindo. No fritar dos ovos, assim como o livro, a palestra do cara é excelente.
“Para que serve uma monocotiledônea?” é a contribuição de Luli na terceira edição do projeto Descolagem em 22 de novembro de 2008 com curadoria de Beto Largman em parceria com o instituto Oi Futuro.

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