johnnie walker… um empreendedor!
Numa história só… empreendedorismo, inovação, design de embalagens, branding, e tudo mais que faz a marca Johnnie Walker única!
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Numa história só… empreendedorismo, inovação, design de embalagens, branding, e tudo mais que faz a marca Johnnie Walker única!
Tags: branding, embalagem, empreendedorismo, johnnie walkerPor Mariana Oliveira
Nem só de estratégias de ativação vive uma marca. Um dos primeiros passos na estruturação da identidade de um produto, serviço ou mesmo da essência da marca é definir o nome que o acompanhará. Esta não é tarefa fácil e, por isso, os responsáveis são especialistas em naming. Esta área abrange o processo criativo para encontrar um nome que atenda às estratégias de marca, sem esquecer de questões como sonoridade e disponibilidade jurídica.
“Marca é uma palavra que o consumidor vai lembrar quando pensar em algo”, define Carlos Lima Silva, autor de “Licenciamento, Marca e Significado” (Editora Qualytimark) e especialista em branding, em entrevista ao Mundo do Marketing. Ele ressalta a importância do lado prático da marca, alcançado através do nome. “O nome é a expressão mais concreta da marca”, atesta.
Especialista em naming, Márcio Beauclair (foto), Diretor de Estratégia da Ana Couto Branding e Design, destaca o planejamento estratégico do nome como grande diferencial no expertise dos profissionais da área. É necessário, antes de tudo, pensar no que a criação significa dentro do todo para então passar ao brainstorming, checagem jurídica e apresentação de opções ao cliente. “Temos que dar vida e cor ao conceito”, explica Beauclair.
Bom nome
Se as pessoas já se preocupam em como chamar os filhos, as grandes empresas dedicam tempo e dinheiro ao descobrimento da solução. O naming é uma especialização em branding e os profissionais na área possuem conhecimentos que vão além das atribuições de um redator, por exemplo. Sugestões estão ao alcance de qualquer pessoa, mas somente quem tem conhecimento da área é capaz de entender um ato aparentemente tão simples.
“O melhor profissional deve ter familiaridade com questões de identidade e também saber lidar com a transposição do verbal para o não-verbal. Porque um bom nome precisa ser sonoro e ao mesmo tempo visualmente agradável”, analisa o professor Delano Rodrigues. Professor de branding na PUC-Rio, designer e consultor de identidades de marca.
Nesta área, Rodrigues acredita que o profissional deve ser multidisciplinar. Lingüística, Semiologia, Antropologia e até os aspectos técnicos e jurídicos podem estar envolvidos, além, é claro, do marketing. Um processo de naming não acontece sozinho. Na maioria das vezes ele é seguido pelo design. As técnicas podem ser muitas, mas geralmente depende da estratégia dos negócios. Carlos Lima conta ainda que o conhecimento da língua seja essencial, apesar de o nome ideal não estar preso a uma única língua. Em inglês, por exemplo, palavras com i não costumam ser utilizadas, pois a vogal pode ter diferentes sons dependendo da palavra.
Uma das técnicas utilizadas é o sense. Nela as pessoas são convidadas a pensar na história do objeto nomeado, nas pessoas que o usariam, situações que elas passariam e até coisas de que falariam. A partir daí surgem inúmeras sugestões.
Nomes que deram certo
Muitos exemplos foram citados pelos entrevistados como casos de sucesso. As marcas Claro, Oi e Tim foram algumas destacadas por Carlos Lima. Um dos cases que mais se destacam para Beauclair, no entanto, fazem parte do portfólio da ACBD. O reposicionamento da Ampla, antiga CERJ no Rio de Janeiro, é um deles.
A empresa que antes era conhecida por uma sigla e carregava o peso de ser um serviço formal do Estado, ganhou um nome que personalizou a transição e mostrou a leveza e proximidade com o público. Estes valores são perceptíveis apenas com a menção do nome.
Do mesmo modo, o Unibanco sob o slogan “Nem parece banco” não poderia receber um nome comum para a seção de sugestões e reclamações como qualquer outro. Pensando nisso, nasceu o Viva Voz. “Acredito que o melhor caminho [para um bom resultado] é entender qual é a essência da marca, seu núcleo de significado, além de seus propósitos futuros”, conclui Delano Rodrigues. Confira a seguir entrevista completa com Delano Rodrigues.
Qual é o papel do naming na construção de identidade de marcas?
Primeiramente é necessário diferenciar dois conceitos que são muito confundidos no mercado, o de Naming e Identidade Verbal. Já vi muitos escritórios ou agências no Brasil vendendo uma coisa, dizendo que é outra. O Naming é o processo criativo e interdisciplinar de desenvolvimento de nomes para marcas e requer habilidades em diversos conhecimentos como lingüística, marketing, design e legislação de marca.
A sua função é encontrar um nome que tenha as qualidades desejáveis de ter associações positivas, ser memorável, sonoro, “visualmente” interessante além de ser legalmente protegível, que atualmente, é o maior desafio para quem trabalha desenvolvendo nomes. Quando uso a expressão “encontrar”, quero dizer que o mais importante é criar meios que incentivem uma dinâmica criativa com todos os envolvidos no processo. Muitos nomes surgem de idéias vindas dos executivos da empresa, de seus funcionários ou até de seus clientes, nesse caso específico temos exemplos como a FEDEX, a BAND ou o Leite Moça. É preciso compreender a essência em torno da marca e como o nome poderá contribuir na construção da sua personalidade. Já a identidade verbal trata dos elementos de expressão verbais da marca, como seu nome, seu sistema de nomenclatura (no caso de marcas que trabalham com extensões de linha), seu tom de voz, seu slogan, etc.
A identidade de uma marca é a combinação de diversos elementos de expressão, seu logotipo/símbolo, elementos gráficos padronizados, como a cor, impressos, seu site, sua abordagem de atendimento, a arquitetura da sede e dos pontos de venda, ou seja, toda e qualquer experiência de contato dos públicos que interagem com a empresa, e claro que seu nome é uma das fontes mais fortes de construção de identidade. Tanto que quando temos algum problema sério ligado a imagem da marca, é comum a necessidade da mudança do nome.
Vejamos o caso do grupo Telemar, que passou adotar o nome Oi para todo o seu portfólio de serviços. Temos um excelente nome que usa uma expressão de uso cotidiano na vida das pessoas e que trabalha a essência da marca ligada a simplicidade de forma bastante expressiva, e tornou o nome Oi um elemento de identidade tão forte ao ponto dos concorrentes não usarem a palavra em seus diálogos internos ou no atendimento e vendas, além de se tornar um forte aliado na substituição do nome Telemar que sofria com a péssima percepção herdada de algumas concessionárias regionais.
Quais são as vantagens de contar com um especialista em naming na gestão da marca?
Existem diversos profissionais e abordagens de Naming no mercado e todas podem chegar a resultados satisfatórios. Mas o melhor profissional deve ter familiaridade com questões de identidade e também saber lidar com a transposição do verbal para o não-verbal. Porque um bom nome precisa ser sonoro e ao mesmo tempo visualmente agradável.
Uma palavra pode assumir diversos significados, a simples mudança de uma letra “i” para um “y” por exemplo, pode dar a aparência que ela é de outra língua mudando o seu significado. Assim como uma certa construção morfológica pode aparentar uma coisa que não o é. Vejamos o exemplo da marca de sorvetes HÄAGEN-DAZS. Ao contrário do que muitos pensam, ela não é uma empresa européia e sim de Nova Iorque. Essas duas palavras foram inventadas, não tinham nenhum significado particular e foram baseadas em um olhar “europeu” dos norte-americanos.
Existem técnicas específicas para construção de um nome, quais?
Desenvolver nomes é um grande jogo de palavras, e saber lidar com elas é essencial. Existem diversas técnicas que vão desde o simples uso do dicionário, que, aliás, sempre estará presente em qualquer processo criativo de nomes, até a construção de nomes “artificiais” ou “inventados” a partir da junção de pedaços de palavras, tentando explorar a questão sonora. Gosto muito de trabalhar numa idéia de “imersão” que consiste em uma busca do “núcleo” da idéia do futuro nome.
A partir desse núcleo podemos usar a técnica do campo semântico. Por exemplo, a partir da palavra “rosa”, imediatamente é possível remeter a flor, uma determinada cor, etc. Um pouco mais adiante é possível ter as palavras perfume e espinho. Indo mais além, tem-se “relação amorosa” e assim por diante. Tudo desenvolvido a partir do núcleo da idéia “rosa”. É uma técnica para compreender a idéia central que está por trás da marca e que pode gerar nomes com “conteúdo” mais apropriado.
Quais são as maiores dificuldades?
Ser criativo é muito fácil, é possível gerar 200, 300 nomes em um dia. A questão principal é encontrar nomes que possam contribuir na construção da identidade da marca a um custo de comunicação baixo e que possam ser registráveis legalmente. Na verdade esse é o maior problema. Nos dias de hoje registrar uma marca é cada vez mais difícil. E isso se agrava quanto maior for a atuação geográfica da marca.
Quais dicas o senhor daria para um bom resultado de naming?
Acredito que o melhor caminho é entender qual é a essência da marca, seu núcleo de significado, além de seus propósitos futuros, como por exemplo, se o nome dará vida a uma linha de produtos, através de uma extensão de marca. Depois, envolver desde o início do processo, profissionais de design e de propriedade intelectual, que muitas vezes só são chamados após a escolha do nome, ocasionando possíveis retrabalhos. O Naming é interdisciplinar e dependendo da complexidade de uso do nome, mais profissionais precisarão ser envolvidos no processo.
Acesse
www.acbd.com.br
www.qualitymark.com.br
tirado daqui ó: mundomarketing
Tags: marketing, namingA rede social Twitter foi criada há mais de três anos, mas somente em 2009 ela se transformou em um serviço relevante entre os usuários da Web. O fenômeno logo chamou a atenção de muitas empresas, que passaram a tentar explorar o serviço para benefício de seus negócios. Mas qual é a influência que a rede social tem nos negócios das corporações?
Para responder à pergunta, o instituto Forrester Research elaborou um estudo que avalia a importância e os benefícios da rede social. E para realizar essa análise, a organização estudou alguns dos fatos mais relevantes do Twitter.
O primeiro dado que surpreende é a faixa etária dos usuários. Enquanto grande parte das redes sociais é tomada por adolescentes, o grupo que concentra o maior número de usuários no Twitter são pessoas entre 35 e 49 anos, que compreendem 42% do público. O segundo maior são usuários entre 25 e 34 anos: 20% do total. Trata-se de uma audiência qualificada e com poder de decisão nas famílias.
O segundo elemento a ser levado em conta é a forma como os usuários passam a seguir as companhias. No Twitter, o inscrito só visualiza conteúdo gerado pelos usuários que ele segue, o que significa que quem recebe a mensagem o faz voluntariamente e está mais disposto a encaminhá-la para sua própria rede.
Mas apesar da informalidade que marca a rede, é necessário planejamento para utilizá-la. Antes de iniciar a empreitada, o Forrester recomenda a análise de quatro vetores: pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia. Veja como lidar com cada um deles.
Pessoas - Para analisar se os clientes estão usando Twitter e como a ferramenta os influencia, é essencial realizar uma pesquisa de mercado. O próprio mecanismo de busca do site auxilia na tarefa. Procure o nome da sua marca e outros termos associados para identificar os usuários.
Objetivos - Para cada ação, a empresa deve ter objetivos claros. Com o Twitter não é diferente, mas eles devem ser compatíveis com o escopo da rede social. Os objetivos mais comuns são reforço da marca, ações de relações públicas, vendas e alternativas para canal de serviço ao consumidor.
Estratégia - O que funciona para uma empresa pode não funcionar para a outra. Por isso, a companhia que vai usar o Twitter deve alinhar sua abordagem com seus objetivos, planejando como a relação com os consumidores mudará e o impacto que terá nos processos da organização.
Tecnologia - Uma ação com o Twitter também depende de tecnologias adequadas para implementar as ideias e estratégias. Há uma série de ferramentas gratuitas disponíveis para ajudar no monitoramento da conta e outras tecnologias mais sofisticadas que estão aparecendo no mercado e podem agregar algum diferencial. A Salesforce.com, por exemplo, integrou o Twitter à sua aplicação de CRM. A Omniture, companhia de análise Web, também colocou o Twitter em suas soluções.
Quais são os principais ganhos
Além de indicar diretrizes para que as empresas atuem no Twitter, o estudo da Forrester apresenta os principais benefícios obtidos pelas organizações, com ações diretas e indiretas. Confira os principais ganhos das empresas:
Inteligência do marketing – É comum ver casos de empresas que usam o Twitter para questionar consumidores sobre mudanças nos produtos e para identificar insatisfações. A Johnson & Johnson, por exemplo, descobriu uma enchente de tweets reclamando do comercial de um de seus produtos. Com isso, a empresa pôde agir de forma proativa: se desculpou com o público e retirou a propaganda. Todas as empresas deveriam fazer uma busca por suas marcas para verificar se elas estão associadas a algum fenômeno, seja positivo ou negativo.
Proximidade com o consumidor – Algumas empresas interceptam mensagens de consumidores na rede social para responder a questões postadas por clientes. O atendimento individual pode superar as expectativas do usuário e fidelizá-lo.
Estímulo aos entusiastas da marca – Se os clientes optaram por serem seguidores de uma empresa no Twitter, eles tendem a ajudar a promover a marca. A rede pode auxiliar as empresas a estimulá-los, principalmente houver promoções, tweets bem humorados ou informações de valor.
Reforço nas vendas – No final do ano passado, a Dell registrou que sua conta no Twitter gerou um milhão de dólares em receita e começou a anunciar que promoveria negócios exclusivos para seus seguidores. Outro exemplo é a brasileira Tecnicsa, um caso de sucesso na geração de receita por meio do blog e do Twitter.
tirado daqui ó: pcworld
Tags: redes sociais, twittersim, o simples é mais difícil, as vezes mais trabalhoso, mas o resultado sempre compensa. Como esse video perfeito da olympus, que com certeza se espalha na internet em ritmo alucinante, dada a necessidade de uma pessoa ao vê-lo compartilhar tal experiencia com todos seus pares… Isso sim é um ótimo resultado! A trilha é de matar, (da para baixá-la aqui) a direcao do video (arte, fotografia, efeitos e tudo mais que tem nele) sao simplesmente perfeitas, causando no limite aquela comoção pela estorinha contada, com tradicional “putaquepariu imagina o trampo que deu fazer isso”, sao essas duas sensações que fazem o video se espalhar no “boca-a-boca” da internet.
curiosidades: foram tiradas 60.000 fotos, reveladas 9.000 e aproveitadas 1.800, o vídeo nao teve pós-produção, ou seja, é puro stop-motion!
Tags: fotografia, fuderoso, olympus, stop motionEu estava procurando aquele clássico do Campari que passa há uns 3 anos na tv, da festa do branco. Não achei.
Mas achei um bocado de anúncios internacionais, de diferentes países e épocas. O que eles tem em comum?
A bebida, praticamente sempre, é arremessada ou despejada em alguém.
Faz sentido. Eles não iam conseguir convencer os atores a beber essa porra mesmo…
cuidado, esse último pode deixar sequelas graves
tirado daqui ó: a nivel de
Tags: bebida, campari, failMinha idéia nunca foi criticar o trabalho dos outros. Porém uma coisa que me irrita é cópia. Referência é algo que indica um caminho. Se for pra fazer um trabalho igual a outro que já está pronto é melhor contratar quem fez o primeiro, afinal, auto referência não é cópia. Será????
CÓPIA – Riachuelo, cama, mesa e banho
AUTO REFERÊNCIA
Assista a outros trabalhos de Yuval & Merav Nathan, diretores de Her MNorning Elegance, em One Wing Fly
tirado daqui ó: tiagoalves
Tags: copia, descarada, oren lavie, riachueloWikipedia tells: ”Micrography, also called microcalligraphy, is a Jewish art form developed in the 9th century, with parallels in Christianity and Islam, utilizing minute Hebrew letters to form representational, geometric and abstract designs. Colored micrography is especially distinctive because these rare artworks are customarily rendered in black and white.”
em suma, técnica extremamente foda que muita gente usa e causa inveja na geral… certo mano?

There are 40+ really amazing examples of contemporary micrography: from advertisement and movie posters to trash-art and self-portraits.
Every image is clickable so click to view full-size image.
Tags: design, microcalligraphy, micrography, tipografiaA agência alemã Scholz & Friends, apresentou no fim de 2008 um video muito bacana sobre a influência das mídias sociais no consumo, intitulado Dramatic Shift in Marketing Reality, descreve uma realidade que sabemos a sua origem, mas não como acabará. O que podemos concluir(se há conclusão) que o valor do branding é cada vez maior.
Depois de vários vídeos sobre o twitter, as redes socias etc..esta se destaca pelo ótimo desenho e idéias.
via:sortega
Tags: Animação, branding, marketing, midias sociais, publicidade, video
O PRIME – Programa Primeira Empresa Inovadora, incentiva empresas recentes a enfrentar o período de consolidação no mercado, através de subsídio financeiro focado na capacitação e no planejamento administrativo.
No dia 05 de junho foi divulgado no site da Inatel, uma das 17 incubadoras parceiras do PRIME, o resultado da primeira etapa do programa. A Studium foi classificada entre 3.159 cadastros de empresas inovadoras nascentes em todo o país.
O PRIME – Programa Primeira Empresa Inovadora surgiu no início de 2009 e tem como objetivo principal fornecer recursos financeiros para empresas com até dois anos de existência, a serem investidos em gestão, cursos de capacitação e consultoria. As empresas devem ser inovadoras e de base tecnológica, estar legalizadas e ter um planejamento estratégico ativo. Aquelas que forem eleitas em todo o Brasil receberão 120 mil reais em recursos não reembolsáveis, e aquelas que cumprirem as metas de investimentos poderão se candidatar a um empréstimo de mais 120 mil reais a juro zero.
Para a seleção, o PRIME conta com o auxílio de 17 incubadoras de empresas espalhadas pelo país. Em Minas Gerais temos três incubadoras agentes: a Biominas-Habitat e a Fumsoft em Belo Horizonte e a Inatel, que fica em Santa Rita do Sapucaí, escolhida pela Studium para fazer a inscrição no PRIME.
O PRIME é subsidiado por recursos da FINEP – Fundo de Financiamento de Estudos de Projetos e Programas, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, com o objetivo de dar condições favoráveis às empresas recentes para enfrentar o período crítico de inserção no mercado, através de recursos, pesquisa e capacitação, diminuindo a mortalidade das empresas e consequentemente as taxas de desemprego no país.
A Studium inscreveu a STD-Ti no programa, com o projeto STDManager. A STD-Ti oferece soluções completas em sistemas de informação, desde a criação de sites dinâmicos e interativos, até o desenvolvimento de sistemas personalizados. O STDManager é um dos muitos serviços em Tecnologia da Informação oferecidos pela empresa. O sistema foi criado para ser um sistema interativo e colaborativo de comunicação e gerenciamento de projetos/serviços operacionalizado via web, de fácil usabilidade e baixo custo. O objetivo é que seja um canal de comunicação direto e em tempo real para o cliente acompanhar e interagir com a empresa durante o desenvolvimento do seu projeto/serviço. Através dos resultados e da demanda, o STDManager foi aprimorado e deve ampliar sua área de abrangência.
Know-how e especialização profissional fazem a história da Studium
Segundo Clodiney Cruz, sócio-diretor da Studium, a expectativa em relação ao PRIME é grande. “O programa poderá alavancar o trabalho de desenvolvimento de softwares autorais da STD-Ti, e poderemos passar a criar produtos e não somente desenvolver serviços contratados.” A Studium está otimista em relação ao PRIME, pois além de confiar na potencialidade dos projetos da STD-Ti, acumula experiência e a preocupação administrativa para se manter competitiva no mercado e com produtos inovadores. Em 2007, a empresa teve sua trajetória contada no livro “Histórias de Sucesso” do SEBRAE, uma publicação que reuniu casos bem-sucedidos de empresas graduadas nas incubadoras mineiras. Entre os 25 casos selecionados, a Studium foi uma das duas empresas da Incubadora Centev/UFV contempladas no livro, e pôde contar os desafios enfrentados e as soluções encontradas no seu processo de nascimento e consolidação.
Além disso, foi certificada com nota máxima no Programa Sebrae da Qualidade Total, que consiste no treinamento e implantação de metas administrativas durante o período de um ano. Ao final do programa, a empresa passa por uma auditoria que analisa como os procedimentos foram implantados e se os objetivos foram atingidos.
Hugo Arantes, sócio-diretor da Studium, conta que o desenvolvimento do STDManager foi iniciado porque a própria STDCom tinha demanda de um sistema como esse, mas não encontrou no mercado uma solução otimizada com custo acessível; em geral os sistemas eram grandes, complexos e caros. “Percebemos um nicho onde além de resolver o nosso problema, poderíamos comercializar esse produto para empresas do mesmo porte que a Studium, que passam pelas mesmas dificuldades.” O PRIME é composto de três etapas eliminatórias e, segundo o site do programa, o resultado final deverá ser divulgado no final de setembro.
Série de spots produzidos como “cinema intro”, ou seja, para passar em salas de cinema antes dos filmes começarem. A criação é da Saatchi & Saatchi, Copenhagen, da Dinamarca. Os spots surgem com o objetivo de pedir para o público levar em consideração que existem outras pessoas no ambiente, portanto desliguem os celulares, não façam barulho e “enjoy the movie on the coke side of life”, sem incomodar os outros.
tirado daqui ó: pixels a pincel
Tags: cinema intro, coca-cola, massinha, side of life, stop motion