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Geeks are Mavens – Os conhecedores, um grupo bem informado e influente de consumidores

23rd fevereiro , 2011 | 1 comentário | Postado em mkt, textos interessantes por hugo arantes

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Quase todos já ouviram falar dos cool hunters, mas talvez mais estrategicamente importantes que os trendspotters são os mavens – os conhecedores – um grupo bem informado e influente de consumidores que na escala da formação e reprodução de opinião, ocupam uma posição privilegiada intermediação e motivação de grupos maiores e na replicação de novas idéias e produtos.

Os mavens são indivíduos (consumidores) que ocupam uma posição de liderança, de destaque e influência sobre outros. Em geral são líderes ou especialistas, que são ouvidos ou procurados pelos seus pares e ajudam a formar a opinião dentro dos seus grupos. Os geeks pelo seu conhecimento, expertise e pela sua posição estratégica como identificadores e experimentadores de novos produtos e tecnologias têm o poder de gerar credibilidade e influenciar os padrões de compra e consumo de milhares de consumidores. Nem todo geek é um maven, porque para influenciar uma grande base de consumidores, é necessário ter visibilidade e poder de influência dentro de um grupo.

Os mavens são intermediários simbólicos que ocupam posição estratégica tanto nas mídias de massa como em mídias menos abrangentes, mas mais especializadas e dirigidas. O importante para ummaven é seu poder de influência junto aos seus públicos. Ele é uma mídia pessoal e precisa medir sua força, calculando o alcance, a freqüência e impacto que possui sobre sua audiência.

Os mavens não precisam estar na mídia, mas sabem que são influentes e por isso mesmo uma mídia de emissão e irradiação de um conteúdo ou mensagem. Nas estratégias de virilização, os mavens são figuras chaves na contaminação e propagação de conteúdos. Podem não ter espectadores, leitores ou usuários, mas exercem uma espécie de influência carismática sobre um séqüito de seguidores ou atingem uma relativa audiência. Sua influência se dá pelo carisma e tradição, mas também pelo seuexpertise e conhecimento ou mesmo pelo meios e canais que o maven utiliza para se comunicar ou se relacionar com seus públicos.

Eles não são iniciadores, ocupam uma posição secundária, propagadores e influenciadores, e atingem um público de intermediários que têm uma forte penetração no mercado.

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Alguns são influentes na sua comunidade e têm forte capacidade de persuasão. Outros são líderes dentro de grupos mais fechados e de suas “tribos”. São considerados mestres, gurus, conhecedores, representantes legítimos e porta-vozes de seu grupo. A partir da tradição, do respeito, da credibilidade e do conhecimento que exibem são ouvidos e imitados, legitimam valores e contagiam seus fãs e seguidores.

Há os mavens que ocupam posições de respeito pela sua posição na hierarquia ou experiência junto aos colegas ou seguidores. O que dizem ganha legitimidade dentro de uma área específica. Muitos se tornam especialistas e são contratados para defender e patrocinar o produto/marca. É o caso de jornalistas, profissionais de moda e design, críticos de arte e cultura, chefs, decoradores, ou mesmo celebridades que conhecem, adotam e endossam um produto ou marca.

Hoje, cada vez mais, o poder de fogo dos mavens vem então dos canais e recursos que ele tem a sua disposição para gerar buzz e publicidade boca a boca. Os velhos lideres comunitários e as pessoas que se destacam e são influentes em alguns meios são vistos como mavens. Não se trata aqui de ser cool(descolado e moderninho), mas de legitimar a partir do conhecimento e da liderança que exibe no grupo, novos conceitos, comportamentos e atitudes.

Muitos geeks, por exemplo, escrevem em sites e blogs que são visitados por jornalistas, públicos interessados no tema da tecnologia e até por empresas. Neste caso eles têm um veículo de mídia que lhes permitem espalhar conteúdo pela rede.

Cada vez mais, para uma parcela crescente do público que é fã de carteirinha dos lançamentos tecnológicos e dos produtos eletrônicos, os geeks tem se tornado geradores de opinião e conteúdo e tem uma posição estratégica enorme se comparado aos outros consumidores. Eles conhecem muito bem os produtos, pesquisam preços, conhecem as novidades e os melhores locais para comprar, fora e dentro da rede. Mesmo nas redes sociais os geeks marcam presença e força e estão presentes com suas comunidades.

Hoje eles não apenas são compradores e usuários de tecnologia, eles são agentes influenciadores, decisores e avaliadores nas decisões de compra e consumo de uma gama enorme de produtos e serviços.

Como são aficionados e colecionadores, eles conhecem e testam os aparelhos eletrônicos de última geração. Eles sabem que o ciclo de vida dos objetos tecnológicos é curto e que uma inovação ou uma nova tecnologia sempre está pronta para substituir o último lançamento. Mas isso não os impedem de caçar “the next cool items”. Eles vão atrás do que o mercado está lançando, identificam e selecionam o que há de melhor nos lançamentos e também são os primeiros a abandonar uma tecnologia ou produto quando outro superior surge nas prateleiras. Sua estratégia pode ser resumida pelo trinômio “scout, embrace, reboot” (caçar, adotar, descartar).

Para os profissionais de marketing é bom explorar o momento do encontro, o fascínio da paixão e o período de adoção e envolvimento com o produto. É necessário prolongar o namoro e fazer com que o geek influencie o maior número possível de consumidores e gere buzz para o produto ou marca. As recomendações de um geek conquistam corações e mentes e influenciam no processo de decisão de compra de muitos consumidores.

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tirado daqui ó: fashion bubbles

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O efeito das cores no cérebro humano – pensando no neuromarketing

4th novembro , 2010 | Nenhum comentário | Postado em Design na veia, mkt, textos interessantes por hugo arantes

Por @Gabriel_Flores_

Apesar de estar em estado inicial de estudo, especialistas acreditam no potencial do neuromarketing para revolucionar a maneira como as marcas, produtos e serviços se relacionam com o seu público. Nesse sentido, as pequenas e médias empresas podem se beneficiar dessas iniciativas e planejar mudanças para atingir o seu consumidor. Achei muito interessante um estudo realizado pelo especialista Alex Born, que, através dos resultados de seus experimentos, mapeou como o cérebro reage a cada cor.

  • AZUL – Parte do cérebro: Córtex Pré-Frontal

EFEITO: Em tom escuto relaciona-se ao poder. Mais claro, provoca sensação de frescor e higiene. Está ligado a produtividade e sucesso.

  • LARANJA – Parte do cérebro: Sistema de recompensa – responde pelo prazer e necessidade de repetição da experiência prazerosa.

EFEITO: Mudança, expansão e dinamismo.

  • AMARELO – Parte do cérebro: Sistema de Recompensa.

EFEITO: Passa a mensagem de transparência nas negociações ou no objetivo do lucro. Combinada com outras cores significa credibilidade.

  • ROSA – Parte do cérebro: Área Tegmentar Ventral – controla a sensação de recompensa pela saciedade de fome, sede e sexo.

EFEITO: Um tom claro dá a ideia de inocência. O tradicional, feminilidade e rompimento de preconceitos. O pink, o desejo de iniciar ações individuais.

  • CINZA – Parte do cérebro: Putâmen – regula a distribuição de dopamina, um neurotransmissor relacionado à sensação de prazer. Ínsula – coordena as emoções.

EFEITO: É a expressão de neutralidade. Pode significar indecisão ou ausência de energia.

  • VERDE – Parte do cérebro: Córtex Pré-Frontal – ligado às decisões, pensamento abstrato e criativo, respostas afetivas e capacidades para conexões emocional e julgamento social.

EFEITO: Remete à natureza. Transmite frescor, harmonia e equilíbrio. Reforça a ideia de ponderações e coerência.

  • MARROM – Parte do cérebro: Sistema Límbico – estrutura interna que responde pelas emoções.

EFEITO: É uma cor pesada. Sugere conservadorismo.

  • BRANCO – Parte do cérebro: Córtex Cerebral Esquerdo – responsável pelo pensamento lógico e pela competência comunicativa.

EFEITO: Sugere pureza. Cria impressão de luminosidade. Transmite ideia de frescor e calma. Combinado com outras cores proporciona harmonia.

  • ROXO – Parte do cérebro: Pólo Frontal – ligado ao planejamento de ações e de movimento e ao pensamento abstrato.

EFEITO: Pode remeter a mistério. Também se relaciona a calma e sensatez.    

  • VERMELHO – Parte do cérebro: Amígdala e Núcleo Accumbens – estrutura ligada ao prazer.

EFEITO: Emoção, dinamismo, sexualidade, virilidade e masculinidade. Em relação ao consumo pode estimular, no caso de alimentos, ou evitá-los (objetos e lazer).

  • PRETO – Parte do cérebro: Amígdala – regula comportamento sexual, agressividade, medo e memória emocional.

EFEITO: Sugere mistério, curiosidade ou superioridade, além de nobreza e distinção.

Considerando os resultados deste estudo, a MCA Eventos repaginou tanto as peças de divulgação quanto a ambientação de seus treinamentos corporativos após a consultoria de Born. No caso dos antigos folders, o vermelho adotado poderia remeter aos extremos, podendo rejeitar ou estimular o consumo. Então, a agência redefiniu os folhetos e incorporou uma mescla de preto, verde e azul, para estimular a curiosidade. Voltando ao caso da MCE, em eventos de liderança, a empresa usava na decoração apenas cores básicas, agora utiliza uma mistura de verde com dourado, combinação que atinge uma área do cérebro relacionada à sensação de sucesso. Carlos Pena, gerente comercial da MCA, acredita que os resultados da utilização dessas cores foram responsáveis por 50% do crescimento obtido nos últimos dois anos.

Contudo, existem vários estudiosos que ainda estão bastante céticos com a eficácia do neuromarketing. Segundo Marcos Campomar, coordenador do curso de Marketing da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), há uma distância entre os resultados colhidos no laboratório e a prática, visto que o comportamento de uma pessoa numa câmara de ressonância magnética talvez não seja o mesmo daquela no supermercado, pois a cultura do local também influencia as decisões.

Considerando a cultura local, no caso do Rio Grande do Sul, acredito que um exemplo banal  e talvez exagerado seja o caso dos times de futebol, onde o Estado, basicamente, divide-se entre Grêmio (predominantemente azul) e Internacional (vermelho). Portanto, devido à forte paixão, a percepção quanto as cores citadas tende a ser diferente quando analisada na ótica de um gremista e de um colorado. Podendo remeter, inclusive, a sensação de raiva e desprezo, quando relacionada à cor do time que não é de seu apreço. Nesse sentido, exemplifico lembrando que alguns outdoors da Coca-Cola, localizados no estádio do Grêmio, estão em preto, branco e azul, ao contrário do seu tradicional vermelho (imagem abaixo) .

Deste modo, acredito que este tipo de estudo, assim como as tradicionais pesquisas de opinião, devem servir apenas de auxílio às ações de marketing e não tomadas como verdades absolutas, principalmente em função da questão cultural ser diferenciada em cada cidade, estado ou país.

Post baseado em: REVISTA PEQUENAS EMPRESAS & GRANDES NEGÓCIOS | Setembro 2010 | Nº 260 | Pág.  104-106

tirado daqui ó: blog#mkt

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johnnie walker… um empreendedor!

5th março , 2010 | 1 comentário | Postado em Design na veia, embalagem, mkt, propaganda, videos e afins por hugo arantes

Numa história só… empreendedorismo, inovação, design de embalagens, branding, e tudo mais que faz a marca Johnnie Walker única!

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Naming, o desafio de dar nomes no marketing

2nd setembro , 2009 | Nenhum comentário | Postado em mkt, textos interessantes por hugo arantes

Por Mariana Oliveira

 Nem só de estratégias de ativação vive uma marca. Um dos primeiros passos na estruturação da identidade de um produto, serviço ou mesmo da essência da marca é definir o nome que o acompanhará. Esta não é tarefa fácil e, por isso, os responsáveis são especialistas em naming. Esta área abrange o processo criativo para encontrar um nome que atenda às estratégias de marca, sem esquecer de questões como sonoridade e disponibilidade jurídica.

“Marca é uma palavra que o consumidor vai lembrar quando pensar em algo”, define Carlos Lima Silva, autor de “Licenciamento, Marca e Significado” (Editora Qualytimark) e especialista em branding, em entrevista ao Mundo do Marketing. Ele ressalta a importância do lado prático da marca, alcançado através do nome. “O nome é a expressão mais concreta da marca”, atesta.

Especialista em naming, Márcio Beauclair (foto), Diretor de Estratégia da Ana Couto Branding e Design, destaca o planejamento estratégico do nome como grande diferencial no expertise dos profissionais da área. É necessário, antes de tudo, pensar no que a criação significa dentro do todo para então passar ao brainstorming, checagem jurídica e apresentação de opções ao cliente. “Temos que dar vida e cor ao conceito”, explica Beauclair.

Bom nome
Se as pessoas já se preocupam em como chamar os filhos, as grandes empresas dedicam  tempo e dinheiro ao descobrimento da solução. O naming é uma especialização em branding e os profissionais na área possuem conhecimentos que vão além das atribuições de um redator, por exemplo. Sugestões estão ao alcance de qualquer pessoa, mas somente quem tem conhecimento da área é capaz de entender um ato aparentemente tão simples.

“O melhor profissional deve ter familiaridade com questões de identidade e também saber lidar com a transposição do verbal para o não-verbal. Porque um bom nome precisa ser sonoro e ao mesmo tempo visualmente agradável”, analisa o professor Delano Rodrigues. Professor de branding na PUC-Rio, designer e consultor de identidades de marca.

Nesta área, Rodrigues acredita que o profissional deve ser multidisciplinar. Lingüística, Semiologia, Antropologia e até os aspectos técnicos e jurídicos podem estar envolvidos, além, é claro, do marketing.  Um processo de naming não acontece sozinho. Na maioria das vezes ele é seguido pelo design. As técnicas podem ser muitas, mas geralmente depende da estratégia dos negócios. Carlos Lima conta ainda que o conhecimento da língua seja essencial, apesar de o nome ideal não estar preso a uma única língua. Em inglês, por exemplo, palavras com i não costumam ser utilizadas, pois a vogal pode ter diferentes sons dependendo da palavra.

Uma das técnicas utilizadas é o sense. Nela as pessoas são convidadas a pensar na história do objeto nomeado, nas pessoas que o usariam, situações que elas passariam e até coisas de que falariam. A partir daí surgem inúmeras sugestões.

Nomes que deram certo
Muitos exemplos foram citados pelos entrevistados como casos de sucesso. As marcas Claro, Oi e Tim foram algumas destacadas por Carlos Lima. Um dos cases que mais se destacam para Beauclair, no entanto, fazem parte do portfólio da ACBD. O reposicionamento da Ampla, antiga CERJ no Rio de Janeiro, é um deles.

A empresa que antes era conhecida por uma sigla e carregava o peso de ser um serviço formal do Estado, ganhou um nome que personalizou a transição e mostrou a leveza e proximidade com o público. Estes valores são perceptíveis apenas com a menção do nome.

Do mesmo modo, o Unibanco sob o slogan “Nem parece banco” não poderia receber um nome comum para a seção de sugestões e reclamações como qualquer outro. Pensando nisso, nasceu o Viva Voz. “Acredito que o melhor caminho [para um bom resultado] é entender qual é a essência da marca, seu núcleo de significado, além de seus propósitos futuros”, conclui Delano Rodrigues. Confira a seguir entrevista completa com Delano Rodrigues.

Qual é o papel do naming na construção de identidade de marcas?
Primeiramente é necessário diferenciar dois conceitos que são muito confundidos no mercado, o de Naming e Identidade Verbal. Já vi muitos escritórios ou agências no Brasil vendendo uma coisa, dizendo que é outra. O Naming é o processo criativo e interdisciplinar de desenvolvimento de nomes para marcas e requer habilidades em diversos conhecimentos como lingüística, marketing, design e legislação de marca.

A sua função é encontrar um nome que tenha as qualidades desejáveis de ter associações positivas, ser memorável, sonoro, “visualmente” interessante além de ser legalmente protegível, que atualmente, é o maior desafio para quem trabalha desenvolvendo nomes. Quando uso a expressão “encontrar”, quero dizer que o mais importante é criar meios que incentivem uma dinâmica criativa com todos os envolvidos no processo. Muitos nomes surgem de idéias vindas dos executivos da empresa, de seus funcionários ou até de seus clientes, nesse caso específico temos exemplos como a FEDEX, a BAND ou o Leite Moça. É preciso compreender a essência em torno da marca e como o nome poderá contribuir na construção da sua personalidade. Já a identidade verbal trata dos elementos de expressão verbais da marca, como seu nome, seu sistema de nomenclatura (no caso de marcas que trabalham com extensões de linha), seu tom de voz, seu slogan, etc.

A identidade de uma marca é a combinação de diversos elementos de expressão, seu logotipo/símbolo, elementos gráficos padronizados, como a cor, impressos, seu site, sua abordagem de atendimento, a arquitetura da sede e dos pontos de venda, ou seja, toda e qualquer experiência de contato dos públicos que interagem com a empresa, e claro que seu nome é uma das fontes mais fortes de construção de identidade. Tanto que quando temos algum problema sério ligado a imagem da marca, é comum a necessidade da mudança do nome.

Vejamos o caso do grupo Telemar, que passou adotar o nome Oi para todo o seu portfólio de serviços. Temos um excelente nome que usa uma expressão de uso cotidiano na vida das pessoas e que trabalha a essência da marca ligada a simplicidade de forma bastante expressiva, e tornou o nome Oi um elemento de identidade tão forte ao ponto dos concorrentes não usarem a palavra em seus diálogos internos ou no atendimento e vendas, além de se tornar um forte aliado na substituição do nome Telemar que sofria com a péssima percepção herdada de algumas concessionárias regionais.

Quais são as vantagens de contar com um especialista em naming na gestão da marca?
Existem diversos profissionais e abordagens de Naming no mercado e todas podem chegar a resultados satisfatórios. Mas o melhor profissional deve ter familiaridade com questões de identidade e também saber lidar com a transposição do verbal para o não-verbal. Porque um bom nome precisa ser sonoro e ao mesmo tempo visualmente agradável.

Uma palavra pode assumir diversos significados, a simples mudança de uma letra “i” para um “y” por exemplo, pode dar a aparência que ela é de outra língua mudando o seu significado. Assim como uma certa construção morfológica pode aparentar uma coisa que não o é. Vejamos o exemplo da marca de sorvetes HÄAGEN-DAZS. Ao contrário do que muitos pensam, ela não é uma empresa européia e sim de Nova Iorque. Essas duas palavras foram inventadas, não tinham nenhum significado particular e foram baseadas em um olhar “europeu” dos norte-americanos.

Existem técnicas específicas para construção de um nome, quais?
Desenvolver nomes é um grande jogo de palavras, e saber lidar com elas é essencial. Existem diversas técnicas que vão desde o simples uso do dicionário, que, aliás, sempre estará presente em qualquer processo criativo de nomes, até a construção de nomes “artificiais” ou “inventados” a partir da junção de pedaços de palavras, tentando explorar a questão sonora. Gosto muito de trabalhar numa idéia de “imersão” que consiste em uma busca do “núcleo” da idéia do futuro nome.

A partir desse núcleo podemos usar a técnica do campo semântico. Por exemplo, a partir da palavra “rosa”, imediatamente é possível remeter a flor, uma determinada cor, etc. Um pouco mais adiante é possível ter as palavras perfume e espinho. Indo mais além, tem-se “relação amorosa” e assim por diante. Tudo desenvolvido a partir do núcleo da idéia “rosa”. É uma técnica para compreender a idéia central que está por trás da marca e que pode gerar nomes com “conteúdo” mais apropriado.

Quais são as maiores dificuldades?
Ser criativo é muito fácil, é possível gerar 200, 300 nomes em um dia. A questão principal é encontrar nomes que possam contribuir na construção da identidade da marca a um custo de comunicação baixo e que possam ser registráveis legalmente. Na verdade esse é o maior problema. Nos dias de hoje registrar uma marca é cada vez mais difícil. E isso se agrava quanto maior for a atuação geográfica da marca.

Quais dicas o senhor daria para um bom resultado de naming?
Acredito que o melhor caminho é entender qual é a essência da marca, seu núcleo de significado, além de seus propósitos futuros, como por exemplo, se o nome dará vida a uma linha de produtos, através de uma extensão de marca. Depois, envolver desde o início do processo, profissionais de design e de propriedade intelectual, que muitas vezes só são chamados após a escolha do nome, ocasionando possíveis retrabalhos. O Naming é interdisciplinar e dependendo da complexidade de uso do nome, mais profissionais precisarão ser envolvidos no processo.

Acesse
www.acbd.com.br
www.qualitymark.com.br

tirado daqui ó: mundomarketing

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Dicas para usar o Twitter como ferramenta favorável à sua empresa

24th agosto , 2009 | Nenhum comentário | Postado em mkt, textos interessantes por hugo arantes

A rede social Twitter foi criada há mais de três anos, mas somente em 2009 ela se transformou em um serviço relevante entre os usuários da Web. O fenômeno logo chamou a atenção de muitas empresas, que passaram a tentar explorar o serviço para benefício de seus negócios. Mas qual é a influência que a rede social tem nos negócios das corporações?

Para responder à pergunta, o instituto Forrester Research elaborou um estudo que avalia a importância e os benefícios da rede social. E para realizar essa análise, a organização estudou alguns dos fatos mais relevantes do Twitter.

O primeiro dado que surpreende é a faixa etária dos usuários. Enquanto grande parte das redes sociais é tomada por adolescentes, o grupo que concentra o maior número de usuários no Twitter são pessoas entre 35 e 49 anos, que compreendem 42% do público. O segundo maior são usuários entre 25 e 34 anos: 20% do total. Trata-se de uma audiência qualificada e com poder de decisão nas famílias.

O segundo elemento a ser levado em conta é a forma como os usuários passam a seguir as companhias. No Twitter, o inscrito só visualiza conteúdo gerado pelos usuários que ele segue, o que significa que quem recebe a mensagem o faz voluntariamente e está mais disposto a encaminhá-la para sua própria rede.

Mas apesar da informalidade que marca a rede, é necessário planejamento para utilizá-la. Antes de iniciar a empreitada, o Forrester recomenda a análise de quatro vetores: pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia. Veja como lidar com cada um deles.

Pessoas - Para analisar se os clientes estão usando Twitter e como a ferramenta os influencia, é essencial realizar uma pesquisa de mercado. O próprio mecanismo de busca do site auxilia na tarefa. Procure o nome da sua marca e outros termos associados para identificar os usuários.

Objetivos - Para cada ação, a empresa deve ter objetivos claros. Com o Twitter não é diferente, mas eles devem ser compatíveis com o escopo da rede social. Os objetivos mais comuns são reforço da marca, ações de relações públicas, vendas e alternativas para canal de serviço ao consumidor.

Estratégia - O que funciona para uma empresa pode não funcionar para a outra. Por isso, a companhia que vai usar o Twitter deve alinhar sua abordagem com seus objetivos, planejando como a relação com os consumidores mudará e o impacto que terá nos processos da organização.

Tecnologia - Uma ação com o Twitter também depende de tecnologias adequadas para implementar as ideias e estratégias. Há uma série de ferramentas gratuitas disponíveis para ajudar no monitoramento da conta e outras tecnologias mais sofisticadas que estão aparecendo no mercado e podem agregar algum diferencial. A Salesforce.com, por exemplo, integrou o Twitter à sua aplicação de CRM. A Omniture, companhia de análise Web, também colocou o Twitter em suas soluções.

Quais são os principais ganhos
Além de indicar diretrizes para que as empresas atuem no Twitter, o estudo da Forrester apresenta os principais benefícios obtidos pelas organizações, com ações diretas e indiretas. Confira os principais ganhos das empresas:

Inteligência do marketing – É comum ver casos de empresas que usam o Twitter para questionar consumidores sobre mudanças nos produtos e para identificar insatisfações. A Johnson & Johnson, por exemplo, descobriu uma enchente de tweets reclamando do comercial de um de seus produtos. Com isso, a empresa pôde agir de forma proativa: se desculpou com o público e retirou a propaganda. Todas as empresas deveriam fazer uma busca por suas marcas para verificar se elas estão associadas a algum fenômeno, seja positivo ou negativo.

Proximidade com o consumidor – Algumas empresas interceptam mensagens de consumidores na rede social para responder a questões postadas por clientes. O atendimento individual pode superar as expectativas do usuário e fidelizá-lo.

Estímulo aos entusiastas da marca – Se os clientes optaram por serem seguidores de uma empresa no Twitter, eles tendem a ajudar a promover a marca. A rede pode auxiliar as empresas a estimulá-los, principalmente houver promoções, tweets bem humorados ou informações de valor.

Reforço nas vendas – No final do ano passado, a Dell registrou que sua conta no Twitter gerou um milhão de dólares em receita e começou a anunciar que promoveria negócios exclusivos para seus seguidores. Outro exemplo é a brasileira Tecnicsa, um caso de sucesso na geração de receita por meio do blog e do Twitter.

tirado daqui ó: pcworld

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olympus… fantastica simplicidade trabalhosa

4th agosto , 2009 | Nenhum comentário | Postado em Animação, mkt, videos e afins por hugo arantes

sim, o simples é mais difícil, as vezes mais trabalhoso, mas o resultado sempre compensa. Como esse video perfeito da olympus, que com certeza se espalha na internet em ritmo alucinante, dada a necessidade de uma pessoa ao vê-lo compartilhar tal experiencia com todos seus pares… Isso sim é um ótimo resultado! A trilha é de matar, (da para baixá-la aqui) a direcao do video (arte, fotografia, efeitos e tudo mais que tem nele) sao simplesmente perfeitas, causando no limite aquela comoção pela estorinha contada, com tradicional “putaquepariu imagina o trampo que deu fazer isso”, sao essas duas sensações que fazem o video se espalhar no “boca-a-boca” da internet.

curiosidades: foram tiradas 60.000 fotos, reveladas 9.000 e aproveitadas 1.800, o vídeo nao teve pós-produção, ou seja, é puro stop-motion!

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campari, só ele é assim… ruim

29th julho , 2009 | 1 comentário | Postado em mkt, videos e afins por hugo arantes

Eu estava procurando aquele clássico do Campari que passa há uns 3 anos na tv, da festa do branco. Não achei.

Mas achei um bocado de anúncios internacionais, de diferentes países e épocas. O que eles tem em comum?

A bebida, praticamente sempre, é arremessada ou despejada em alguém.

Faz sentido. Eles não iam conseguir convencer os atores a beber essa porra mesmo…

cuidado,  esse último pode deixar sequelas graves

tirado daqui ó: a nivel de

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Referência não é cópia!!!!!

10th julho , 2009 | 1 comentário | Postado em mkt por hugo arantes

Minha idéia nunca foi criticar o trabalho dos outros. Porém uma coisa que me irrita é cópia. Referência é algo que indica um caminho. Se for pra fazer um trabalho igual a outro que já está pronto é melhor contratar quem fez o primeiro, afinal, auto referência não é cópia. Será????

copia1

ORIGINAL – Her Morning Elegance (Yuval & Merav Nathan)

CÓPIA – Riachuelo, cama, mesa e banho

AUTO REFERÊNCIA

Assista a outros trabalhos de Yuval & Merav Nathan, diretores de Her MNorning Elegance, em One Wing Fly

tirado daqui ó: tiagoalves

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microcalligraphy – ou… aquela sensação UAU!

8th julho , 2009 | 4 comentários | Postado em Design na veia, mkt por hugo arantes

Wikipedia tells:  ”Micrography, also called microcalligraphy, is a Jewish art form developed in the 9th century, with parallels in Christianity and Islam, utilizing minute Hebrew letters to form representational, geometric and abstract designs. Colored micrography is especially distinctive because these rare artworks are customarily rendered in black and white.”

em suma, técnica extremamente foda que muita gente usa e causa inveja na geral… certo mano?

martini-teaser

There are 40+ really amazing examples of contemporary micrography: from advertisement and movie posters to trash-art and self-portraits.

Every image is clickable so click to view full-size image.

» mais

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O marketing e a publicidade frente as mídias sociais

15th junho , 2009 | 2 comentários | Postado em Animação, Web 2.0, mkt, propaganda, refletindo..., videos e afins por clodiney

A agência alemã Scholz & Friends, apresentou no fim de 2008 um video muito bacana sobre a influência das mídias sociais no consumo, intitulado Dramatic Shift in Marketing Reality, descreve uma realidade que sabemos a sua origem, mas não como acabará. O que podemos concluir(se há conclusão) que o valor do branding é cada vez maior.
Depois de vários vídeos sobre o twitter, as redes socias etc..esta se destaca pelo ótimo desenho e idéias.

via:sortega

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