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25+ Sites com Imagens grátis

9th junho , 2009 | Nenhum comentário | Postado em fotografia, operacional por hugo arantes

Precisando de imagens para os seus trabalhos?

Visitante o site PaintBits, vi um Post muito bom com uma grande lista de Sites que vocês podem obter imagens gratuitamente.

Então, sem mais delongas, aí vai a lista:

Banco de Imagens Grátis para donwload:

É isso aí, bom proveito com estes sites, se tiverem mais algum site, por favor, deixem nos comentário.

tirado daqui ó: luiz morato

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A urna eletrônica e o voto nulo

30th outubro , 2008 | 1 comentário | Postado em operacional, textos interessantes por Cleudson

Uma análise sobre a usabilidade da urna eletrônica para se votar nulo.

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Vamos aplicar a técnica de inspeção de usabilidade chamada Percurso Cognitivo para avaliar o sistema da urna eletrônica brasileira.

USUÁRIO – Eleitor insatisfeito com os candidatos à eleição.

TAREFA - Votar Nulo.

CENÁRIO - O eleitor vai votar pela primeira vez, mas como não gostou de nenhuma das propostas dos candidatos, está decidido a anular o seu voto.

SEQÜÊNCIA DE AÇÕES
Passo 1 – Digitar um número inexistente.
Passo 2 – Apertar o botão “Confirmar”.

SIMULAÇÃO

“Hum vejamos, onde é que anulo meu voto? O botão para votar em branco está ali, mas não quero votar em branco, quero anular meu voto. Talvez se eu tentar digitar o número de algum candidato”

“Ok, não tem nada para anular aqui também, não quero votar nesse cara, vou corrigir.”

“É mesmo, talvez eu precise votar em um número qualquer sem ser os dos candidatos.”

“Número errado? Eu sei que é errado, mas quero votar nulo. A sim, está aqui bem pequeno, se eu confirmar eu voto nulo.”


“É isso, mas seria mais simples se houvesse um botão para anular igual tem para votar em branco.”

ANÁLISE

Questões / Passos

Digitar um número inexistente

Apertar o botão “Confirmar”

A ação que o usuário pretende realizar está presente na interface

Não.

Sim.

A ação correta é evidente para o usuário?

Não. É necessário que o usuário tenha um conhecimento prévio de que é preciso digitar um número inexistente para anular o voto.

Sim. Mas a interface apresenta a mensagem de erro “Número errado”, que pode causar confusão no usuário.

O usuário irá associar as ações corretas ao que pretende fazer?

Não.

Sim.

Irá o usuário interpretar de forma correta a resposta do sistema a ação escolhida?

Não, pois a interface julga a digitação de um número inexistente como um erro.

Sim, porém o texto que informa a possível anulação do voto tem pouco destaque em relação aos outros elementos da interface.

RESULTADO

Não há uma ação explícita para a tarefa na interface. A tarefa não é vista como uma opção válida para o sistema e a interface que apresenta as informações sobre um possível erro na digitação do número do candidato, também serve para que a ação de anular o voto seja completada.

Dessa forma, a tarefa de votar nulo é associada a um erro,  o que além de dificultar a realização da tarefa, prejudica a sua credibilidade para os usuários.

<<

retirado de: designdeinteracao.com.br

Brasileiro, vice-campeão mundial de estresse? Faça seu teste

10th outubro , 2008 | 1 comentário | Postado em operacional por hugo arantes

 


Li no 
blog ”Cansei da Cidade” sobre uma pesquisa apontando o trabalhador brasileiro como o segundo mais estressado do mundo, que perderia apenas para o japonês. Diz o post em questão que um dos grandes motivos disso é não sabermos dizer “não”. Procurei saber mais sobre o assunto e a pesquisa é daInternational Stress Management Association (ISMA), que tem filial brasileira, e que faz testes para medir estresse e promove cursos sobre como gerenciá-lo. Segundo a pesquisa, divulgada em junho, 70% dos trabalhadores brasileiros vivem estressados. No caso dos japoneses, o índice sobe para 85%. E 30% dos brasileiros já estão em estado de burnout, que é de depressão ou exaustão total, quase sucumbindo. Não conheço a qualidade da pesquisa, mas é bem provável que ela tenha captado bem a tendência. Não é à toa que pululam aqui blogs dedicados a discutir o estresse, como o inicialmente citado neste post, super recente: nele, as pessoas falam de como estão cansadas da vida estressante de cidade grande. Uma das blogueiras, arquiteta que mora em Curitiba (!!!), escreve em determinado momento: “Preciso de uma amiga particular, alguém faz frila disso?” Seria hilário, não fosse tão sério.

Conclusão da ópera: debaixo do tapete do estereótipo “brasileiro feliz” o que tem mesmo é estresse –ou melhor, distresse, que é o estresse negativo, do tipo que intimida e faz fugir da situação, como o pessoal do ISMA explica no site. Minha dúvida é se as empresas brasileiras estão lidando com esse quadro de modo realista ou se, na hora de planejar seus treinamentos por exemplo, ainda apostam no brasileiro feliz. Não que eu ache que resolver o estresse seja responsabilidade de empresa exatamente, mas as organizações precisam varrer o tapete de alguma maneira.

PS-1:O estresse positivo se chama “eustresse”; alguém tem aí para emprestar?
PS-2: A imagem acima faz parte de um teste de estresse. Se você achou na primeira olhada que os golfinhos aí são ligeiramente diferentes apenas, preocupe-se (e olhe que eu aumentei a foto para ajudar). Para um teste de estresse do tipo que mede o nível, vá ao site da ISMA Brasil (clique em teste). 

tirado daqui ó: http://hsm.updateordie.com/uncategorized/2008/09/o-estresse-brasileiro-de-cada-dia/

original daqui ó: http://www.canseidacidade.com/?p=415 - esse original na verdade é uma ação publicitária da renault para promover o sandero stepway

Procrastinação

9th outubro , 2008 | Nenhum comentário | Postado em operacional por hugo arantes

 

 

procrastinate-main_FullProcrastinar em bom português quer dizer empurrar com a barriga, deixar para depois, adiar, ficar morgando, enrolar, etc.. Conhece?

Muita gente tem tempo de sobra, mas devido a procrastinação acabam ficando sem tempo! Separei 4 dicas para você evitar a procrastinação na sua rotina:

1 – Foque em TAREFAS - O que você está fazendo no momento é uma tarefa? Se não for, é provável que está perdendo tempo a toa! Geralmente, quando ficamos procrastinando, estamos pulando de uma coisa para outra, é aquele site que você acessa, ai lembra de outra coisa e vai ver, depois vai ver o vídeozinho que recebeu, depois manda um “oi” no MSN… enfim faz um monte de coisas mas nada de prioridades identificadas! Então a dica é: SE VOCÊ NÃO ESTÁ FAZENDO UMA TAREFA, PARE E FAÇA ALGUMA!

2 – Comece algo pequeno - As vezes dá preguiça mesmo, fica aquela ausência de disposição para começar a próxima tarefa, a dica nesse caso é fazer uma série de coisinhas simples, fáceis e pequenas, isso ajuda você a embalar. Um bom exemplo, é focar em responder seus e-mails, responda um a um, depois faça as ligações que precisa, cheque seu saldo na banco, etc. nada que precise usar muito a mente..

3 – Quebre em pequenas partes - Temos uma enorme tendência a procrastinar coisas grandes, chatas e complexas. Nesse caso a saída é planejar essa atividade em pequenos pedaços, mas distribuídos em vários dias. Eu por exemplo, odeio fazer o planejamento de forecast do ano, mas como preciso fazer, quebro em uma atividade com 10 tarefas, que é concluída ao longo de 5 dias. Isso evita focar 1 dia só para o forecast, fica menos chato fazer partes menores e minimiza os possíveis atrasos de última hora.

4 – Crie recompensas - Se nada adiantar, você vai ter de usar a velha tática que sua mãe usava: “…se fizer a lição ganha sorvete!!!…” Pense em algo que você queira muito (pode ser de comer), compre ou peça para alguém trazer e ao terminar a tarefa dê o presente para você… funciona para vencer a procrastinação e pra engordar também!

tirado daqui ó: http://hsm.updateordie.com/gestao-do-tempo/2008/10/estratgias-para-vencer-a-procrastinao/

novo layout pro blog

10th julho , 2008 | 6 comentários | Postado em TI way of life, operacional por pedro

layout1.png ou layout-2.png ?

aceitando sugestões (mas nao muitas haha)

polêmica – monitoramento internet

13th junho , 2008 | 2 comentários | Postado em operacional por hugo arantes

Projeto de Lei prevê obrigatoriedade de monitoramento da internet nas corporações

( São Paulo, São Paulo, Brasil – Comunique-se – )
Um Projeto de Lei a ser aprovado no Congresso Nacional vêm causando grande polêmica, principalmente no que tange a privacidade e os meios de comunicação eletrônicos dentro das empresas. Apresentado pelo senador Eduardo Azeredo – PSDB, um dos itens contemplados neste projeto é a obrigatoriedade de monitoramento e registro das ações na internet de todos os funcionários de uma instituição.

Muitas empresas já adotam políticas de gerenciamento de conteúdo web, e-mails corporativos e Instant Messengers – práticas conhecidas como Políticas de Segurança da Informação – com objetivos de produtividade dos colaboradores e resguardo judicial. Porém, a falta de legislação específica ainda permite que funcionários interpretem a prática como invasão de privacidade.

Segundo o especialista em soluções para segurança na Internet, Marcelo Negrão, o mau uso da web pode acarretar prejuízos de cerca de R$ 18.295,46 por mês (segundo estudo considerando ataques de hackers e vírus, SPAMs, perda de tempo produtivo – com 50 funcionários que acessam a internet). “As corporações estão instruídas para garantir que a internet e as ferramentas de trabalho sejam utilizadas em conformidade com os objetivos e políticas da empresa”, garante Negrão. Para as empresas, o Projeto de Lei só viria legalizar uma prática que as resguarda judicialmente e beneficia as corporações.

Para a sociedade em geral, a possível aprovação do Projeto de Lei teria outras finalidades – como a redução de atos criminosos na web. “Os crimes virtuais e eletrônicos, como fraudes, roubo de identidade e pornografia infantil, cresceram consideravelmente. Em grande parte, podemos culpar a falta de legislações específicas e a dificuldade em identificar os usuários mal-intencionados da internet como fatores para esse aumento”, diz o Perito em Investigações Forenses Digitais Wanderson Castilho.

Com a aprovação do Projeto de Lei, todos os estabelecimentos, não só empresas, que oferecem acesso à internet deverão cadastrar seus usuários e manter Políticas de Segurança específicos a fim de identificar as ações que partem de seus computadores.

Personagens para abordar o assunto:

Marcelo Negrão
Com formação nas áreas de marketing e tecnologia, atua há 12 anos no mercado de segurança da informação. Realiza palestras com a missão de transmitir suas experiências e capacitar profissionais da área de TI para a utilização de soluções que tenham por objetivo enriquecer resultados de segurança, gerenciamento e redução de despesas relacionadas ao mau uso da internet. Junto a BRconnection® (empresa especialista em soluções pra segurança na Internet), atende 6.000 empresas implementando soluções para o gerenciamento de ferramentas da web.

www.brc.com.br

Wanderson Castilho
Especialista em segurança da informação. Único membro do Brasil no Conselho da CDE (Cyber Defense Education). Atua como perito de crimes digitais. É palestrante sobre segurança da informação no Brasil e no exterior. Formou-se em Física pela Universidade Federal do Paraná e fez mestrado em Física Quântica pela Universidade de São Paulo. Além de atuar como diretor da E-NetSecurity – empresa especializada de segurança da informação e investigação eletrônica.

www.e-netsecurity.com.br

continuando…

22nd outubro , 2007 | 1 comentário | Postado em operacional por hugo arantes


Há nas empresas um duelo silencioso em que as armas são o mouse e o teclado. Empregados e empregadores lutam pelo controle das ferramentas tecnológicas que – para o bem e para o mal – tornaram tênue a separação entre casa e trabalho. Como o celular, o notebook e a internet levaram as urgências profissionais e os relatórios para dentro da rotina doméstica, fica cada vez mais difícil delimitar o ambiente corporativo e os momentos de lazer – e vice-versa. “Se eu me distraio horas na internet, durante o trabalho, quanto tempo eu gasto em casa na solução de problemas profissionais?”, questiona Tânia Gomes Bischoff, psicóloga organizacional e professora da PUC-RS..

A invasão recíproca dos dois ambientes se evidencia nos resultados da Web@Work 2006, pesquisa realizada pelo segundo ano na América Latina pela Websense, empresa norte-americana de softwares de segurança e filtragem da internet. Ao serem questionados sobre o uso de aplicativos e sobre os hábitos de navegação na web dentro da empresa, 80% dos profissionais brasileiros revelaram gastar em média 4,7 horas por semana em sites não-relacionados ao trabalho. E a tendência é de alta: na pesquisa 2005, os brasileiros confessavam passar apenas 2,1 horas em navegação de lazer. Cresce também o acesso à pornografia on-line. Entre os entrevistados, 12% admitiram visitar sites desse tipo durante as horas de trabalho – ou em casa, mas com o notebook da empresa.

O ícone das mensagens instantâneas com seu interminável pisca-pisca no lado direito da tela do micro dos funcionários é outro tormento para os gestores de Recursos Humanos. É que os programas como MSN, ICQ e até o Orkut estão substituindo bem depressa a antiga e pouco tecnológica “rádio cafezinho”.

Na caminhada até a copa em busca de uma xícara de café é que o pessoal do escritório colocava em dia as fofocas do trabalho e da vida pessoal. A tecnologia da informação mudou até isso: na frente do teclado e da tela, com jeito de quem se estafa de trabalhar, os profissionais podem se dedicar a espalhar a mais nova maldade contra o chefe. O hábito de usar as ferramentas eletrônicas é tão forte que 64% dos funcionários brasileiros prefeririam deixar de tomar café da manhã a abrir mão do acesso à internet para fins pessoais no ambiente corporativo – dado também da Web@Work 2006.

Acesso restrito – Na tentativa de evitar abusos e perda de produtividade pelo desvio da atenção no trabalho, as empresas impõem limites e definem políticas de acesso aos meios eletrônicos corporativos. “Estima-se que 66% das empresas do Paraná já tenham imposto algum tipo de restrição ao uso pessoal das ferramentas digitais em horário de trabalho”, afirma José Antônio Fares, presidente da ABRH-PR.

Nas organizações em que as medidas restritivas são adotadas, pouca gente se sente à vontade para falar no assunto. “A decisão é antipática e as empresas têm vergonha de dizer que proíbem o acesso à internet”, declara um empresário que – claro – prefere não se identificar. Essa postura, no entanto, não é aprovada pelos especialistas em gestão de recursos humanos. “Não adianta deixar de falar no assunto. As novas tecnologias estão aí e as pessoas precisam ser orientadas”, resume Andrea Huggard-Caine, consultora de RH de São Paulo que tem entre seus clientes empresas como Unibanco, Dupont e Goodyear.

Ao mesmo tempo em que distraem os colaboradores de suas funções, essas ferramentas trazem ganhos de produtividade: agilizam a busca de dados, a troca de informações e encurtam a distância dos contatos de negócios. Outro benefício é a redução de grandes e pequenos custos operacionais. Na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) de Porto Alegre, por exemplo, o uso do MSN reduziu a conta dos telefones fixos de R$ 3,5 mil para R$ 2,8 mil por mês. “O desafio das empresas é dar acesso às ferramentas tecnológicas e fazer com que sejam usadas de maneira produtiva”, aponta Amadeo Magedanz, gerente administrativo e de TI da ESPM.

É o que acontece, por exemplo, na Datasul, empresa de Joinville (SC) especializada no desenvolvimento de softwares de gestão. Ubirajara Maia de Oliveira, gerente de sistema e infra-estrutura, admite que a companhia é uma exceção no mercado. “Temos uma política diferenciada da maioria das empresas. Liberamos todos os recursos e fazemos a administração pelas exceções”, assegura. Com 2,4 mil profissionais em 36 unidades no Brasil e no exterior, o uso do MSN e do VoIP (transmissão de voz pela internet) faz uma economia de cerca de 40% nas contas telefônicas.

Riscos de dentro e de fora – Há também riscos a gerenciar. O uso indiscriminado da rede corporativa abre os flancos do sistema para a contaminação por vírus e a transferência de arquivos confidenciais e estratégicos para fora da empresa. “Os funcionários não gostam de ser controlados, mas as políticas de bloqueio de acesso muitas vezes evitam as conseqüências negativas como advertências e até demissões”, destaca Marcos Prado, diretor da Websense. Alexandre Freire, consultor em segurança de sistemas e professor da UFRJ, aconselha que as empresas evitem a troca de arquivos com o ambiente externo. “O ideal é instruir os funcionários a deixar o MSN apenas para conversas internas e bloquear o e-mail para transferência de arquivos”, orienta o autor do livro Como Blindar Seu PC.

Se não basta a definição de regras mais claras sobre o uso dos equipamentos e dos meios eletrônicos no trabalho – em alguns casos como cláusula contratual –, o fato é que minimizar a tela do micro quando o chefe se aproxima é uma tática que está com os dias contados. A tecnologia aperfeiçoa as ferramentas de navegação na internet e de troca de mensagens instantâneas, mas também sofistica os programas de controle e monitoramento dos sistemas corporativos.

Entre as soluções mais comercializadas pela empresa gaúcha Processor está a CipherTrust IronIM. O programa monitora os conteúdos acessados pelos funcionários na internet e audita os correios eletrônicos. Na prática, tudo o que é conversado via teclado fica gravado. “É possível, inclusive, obter dados como tempo de navegação na internet, palavras-chave e determinar quem são os interlocutores mais freqüentes dessas conversas eletrônicas”, explica Cesar Leite, presidente da companhia.

A Randon Consórcios, de Porto Alegre, está em fase final de testes do Live Communication Server, uma solução empresarial da Microsoft para o controle de chats. Essa versão do MSN permite o bloqueio da transmissão de arquivos pelos usuários – o que também impede o tráfego de propriedade industrial para fora da organização. A política da Randon Consórcio proíbe o uso pelos funcionários de determinados sites, comunicadores instantâneos, webmail e games. “Vamos fazer um estudo em cada área e selecionar as pessoas que poderão usar o MSN. Ainda assim, haverá um monitoramento de tudo que for escrito”, afirma Cícero Rech, diretor de TI da Randon Consórcios, um dos poucos executivos a tratar do assunto com naturalidade. A Randon Consórcios será a primeira do grupo a aplicar o Live Communication Server. Se o programa for aprovado, será utilizado em outras empresas Randon, pois se estima que as contas telefônicas ficarão até 40% mais baratas.

Há também soluções para bloquear o envio de mensagens indesejadas de fora para dentro das empresas e aliviar o trânsito de dados nos servidores. O atacadista Makro, por exemplo, instalou a solução anti-spam da Bluepex para os 600 usuários em sua rede de 51 lojas em todo o Brasil. Por dia, 4.500 mensagens não-solicitadas deixam de entrar na caixa postal dos funcionários. “O maior beneficiado é o colaborador que não perde tempo para abrir e ler todas essas mensagens”, afirma Wilson Roberto Cortez, gerente de suporte técnico do Makro.

Enquanto a maioria das organizações oscila entre a satisfação com os ganhos de produtividade e redução de custos e com a insatisfação gerada pelos problemas causados pelas ferramentas eletrônicas de trabalho, os especialistas em gestão de RH acreditam que é preciso dar um passo à frente. “As empresas precisam oferecer aos funcionários algo que vai além da tecnologia: valores éticos”, defende a consultora Andrea Huggard-Caine.
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Lícito e ilícito na balança

Logo que as ferramentas digitais começaram a se popularizar no universo empresarial, a maioria dos advogados entendia que violar um e-mail era tão ilegal quanto abrir uma correspondência pessoal. Pouco a pouco, porém, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) criou jurisprudência e modificou esse entendimento. Hoje, a tendência jurídica é permitir o monitoramento quando os sistemas de informação são utilizados na execução do trabalho diário dentro das empresas.

“A propriedade dos hardwares e softwares é do empregador. Além do mais, as organizações têm o direito de se precaver, pois serão responsabilizadas caso um funcionário faça mau uso das ferramentas eletrônicas ao enviar um e-mail pornográfico por exemplo”, analisa a advogada Akira Valeska Fabrin, da Martinelli Advocacia Empresarial.

Mesmo com jurisprudência estabelecida, o assunto continua a despertar interesse e polêmica. No ano passado, a 1ª Turma do TST reconheceu o direito de uma organização de investigar o correio eletrônico corporativo de um funcionário em busca de provas para sustentar a demissão por justa causa. A notícia publicada no site do tribunal foi a que recebeu o maior número de visitas: 13.022 acessos. A decisão teve como relator o ministro João Oreste Dalazen e, segundo ele, o empregador pode exercer controle sobre a caixa postal dos colaboradores de forma “moderada, generalizada e impessoal, estritamente com a finalidade de evitar abusos”.

Para evitar mal-estar no ambiente da empresa e longas querelas judiciais, o melhor que as organizações podem fazer é estabelecer uma política de uso de todas as ferramentas eletrônicas: e-mail, MSN, internet, entre outras. Inclusive fora do horário comercial. Na folga do almoço ou nas longas horas extras, o acesso à rede também pode ser coibido e controlado. “As normas são necessárias. Quanto mais transparente a relação entre empregador e empregados, melhor para todos”, aconselha Augusta Pölking, especialista da Veirano Advogados.

É a mesma opinião de Akira, da Martinelli Advocacia. A definição clara de uma política de uso da tecnologia da informação é a melhor forma de controle. “Como as pessoas estão cientes de que o uso é restrito e controlado, se houver abuso, o monitoramento não pode ser considerado violação da intimidade. E as advertências e até as demissões não poderão ser questionadas na Justiça”, avalia.

O risco de perder o emprego pelo uso descontrolado das ferramentas digitais não é realmente uma surpresa para os profissionais brasileiros. A pesquisa Web@Work 2006 revela que no Brasil 56% dos funcionários acreditam que infectar o sistema da empresa com vírus pode causar demissão.

Ainda que as organizações não tenham uma política clara com regras explícitas, o monitoramento do correio eletrônico corporativo continuará a ser considerado lícito. O mesmo não pode ser dito dos e-mails particulares acessados e enviados através de um provedor pago pelo próprio funcionário. “O correio pessoal pertence exclusivamente ao empregado como pessoa física. É quem contrata, paga o provedor e define o codinome a ser usado e responsabilizado por eventuais ônus”, explica Augusta, da Veirano.

Máquina da verdade – Já quando se fala na “máquina da verdade”, a advogada acredita que há o risco de a empresa ir além do lícito. O empregador tem poderes, mas não pode extrapolar os limites da privacidade dos indivíduos. “Caso contrário, daqui a pouco, vai se permitir a revista íntima dos colaboradores”, alerta. Recentemente, a American Airlines foi condenada pelo Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo a indenizar uma funcionária por obrigá-la a passar pelo detector de mentiras. Na sentença, a juíza Rosa Maria Villa declara que a atitude ofendeu o patrimônio moral da colaboradora. No caso do programa que analisa a freqüência de voz dos candidatos a emprego, a prática pode ser considerada discriminatória. “A empresa que faz seleção com esse software pode até responder por dano moral pré-contratual”, alerta Akira.

Conselhos Ergonômicos

9th outubro , 2007 | 4 comentários | Postado em operacional por hugo arantes

para a galera que adora se esparramar na frente do computador e DEIXAR OS MONITORES DESALINHADOS E FICAR O DIA INTEIRO OLHANDO TORTO PARA TRABALHAR!

QUALIDADE NO AMBIENTE DE TRABALHO É UMA BOA POSIÇÃO TAMBEM, BOA POSTURA BOM POSICIONAMENTO DO EQUIPAMENTO! ATENÇÃO AO MOUSE, TECLADOS E MONITORES, O CORRETO POSICIONAMENTO DELES PODE EVITAR MUITOS PROBLEMAS FUTUROS!

Ergonomia:

Estuda a interação física entre as pessoas e o seu trabalho – adaptando este último, o equipamento e o ambiente de trabalho ao trabalhador.

 

Utilizadores de Computadores

 

Horrores no escritório

Pescoço virado para olhar para o monitor;

Monitor mal posicionado;

Cactos crescem em ambientes secos e quentes;

Luminária da mesa mal posicionada;

Teclado mal posicionado;

Costas não apoiadas no encosto da cadeira;

Mouse longe causando força no ombro;

Pés não apoiados no chão;

Almofadado pressionando a parte inferior da coxa.

 

Ambiente de trabalho ideal

Cabeça levantada;

Olhar em frente;

Monitor à altura dos olhos e braços distanciados;

Ombros relaxados;

Mãos alinhadas com o antebraço;

Costas eretas e apoiadas;

Material de referência bem posicionado;

Pressão moderada do almofadado da cadeira;

Pés firmes no descanso de pés.

 

Elimine qualquer reflexo no seu monitor.

 

Posicione os restantes equipamentos em locais acessíveis.

 

Exercícios no escritório

 

Um dos maiores fatores de risco é a postura estática.

Despenda de, pelo menos, 5 minutos por hora “longe” do seu computador.

Execute exercícios ou movimentos de alongamento periodicamente.

 

Exercícios com as mãos

 

Feche firmemente a mão contra o pulso e abra , esticando os dedos.

Repita 3 vezes

 

 

Exercícios para as costas e ombros

 

Levante-se, com as costas direitas, coloque a mão direita no seu ombro esquerdo e mova a cabeça para trás suavemente.

Repita o exercício para o ombro direito.

 

 

Exercícios para a cabeça e o pescoço

 

Movimente a cabeça da esquerda para a direita e novamente para a esquerda.
Movimente a cabeça de trás para a frente.

 

 

Alongamentos na cadeira …

 

Sentado ao computador por longos períodos causa, geralmente, tensão no pescoço e nos ombros e dores na região lombar.

Exercite os alongamentos, conforme abaixo indicado, várias vezes ao dia e/ou sempre que se sinta cansado .

Não se esqueça de se levantar de vez em quando e passear pelo escritório! Vai ver que se sentirá melhor!

 

 

 

Cuidado para não confundir rabada com rabanada…

21st agosto , 2007 | 2 comentários | Postado em operacional, textos interessantes por studium

É comum confundirmos termos usuais de uma área. Ao usa-los empregamos com outro sentido que não o correto para o contexto. Na estreia de nosso informativo on-line, nossa nobre colega assessora (e não assensora) de comunicação cometeu o erro crasso (tbm não e traço ou graço ou coisas do genero) ao se referir a equipe de estágiarios e funcionários pela errônea denominação de staff. Mencionando ainda a dignissima colega que tal referência se fazia aos “adms”. Na verdade, segundo a fonte de todo conhecimento do novo milênio (formado pela formula algoritimica google + wikipedia = conhecimento absoluto), Staff é “um substantivo da língua inglesa que designa uma categoria de pessoas em uma instituição ou empresa, seja pública ou privada, que assistem a um chefe, a um dirigente, a um diretor nos assuntos de responsabilidade deste.” Ou seja para os “adms” staff são formados pelos orgãos ou profissionais que assessoram as atividades do administrador, como é o caso de nossa ignômia comunicadora. Esses orgão/profissionais são comumente reconhecidos no organograma da organização por sua posição intermediária nas ligações entre os cargos ou pela posição lateral ao mesmo, mas sempre representado pela forma de uma elipce.

Portanto carissimos cuidado para nao trocar gato por febre (ou seria gado)!?!?!

é geral… continuando o debate espinhoso…

1st agosto , 2007 | 2 comentários | Postado em operacional por hugo arantes

Conheça os perigos de usar MSN no trabalho

Dependendo do conteúdo, mensagem ou e-mail pode resultar em demissão.
G1 selecionou com uma empresa teor de conversas durante o expediente.

Depois que uma conversa pela internet entre funcionários do Judiciário paulista foi adulterada e publicada nas páginas do “Diário Oficial do Estado”, ficou claro que todo o cuidado é pouco na hora de trocar mensagens por e-mail ou MSN no local de trabalho.E, neste caso, não adianta chiar, pois na maioria dos casos a lei brasileira dá ao empregador o direito de monitorar as mensagens eletrônicas de seus funcionários. Algumas empresas têm regras claras sobre o assunto. Mesmo assim, é muito comum que aquele comentário que você fez sobre seu chefe ou aquela piada enviada a um colega vá parar na mesa do dono da empresa.

Chantagens, vazamento de informações e cantadas por MSN são situações que acontecem em cerca de 80% das empresas que permitem o uso de ferramentas de mensagem instantânea por seus funcionários, segundo o diretor da empresa Micro Frequency, Oracio Kuradomi. “Tem funcionário que passa o tempo todo batendo papo”, diz Kuradomi.

Ele é o responsável por um sistema de controle e monitoramento de internet vendido para outras empresas. Algumas vezes, também é contratado para monitorar o uso que os funcionários estão fazendo dos emails e MSN.

“Tem empresa que me contrata para ver o que acontece lá dentro. Os funcionários são avisados que tudo está sendo tudo gravado, mas depois de um tempo, as pessoas esquecem”, diz Kuradomi.

Abaixo, estão alguns trechos de conversas selecionados a pedido do G1. As mensagens foram tiradas de empresas na qual ele presta serviço e tem autorização e senha para fazer o monitoramento. Os nomes e parte do conteúdo foram alterados ou omitidos. Foram mantidos a linguagem de internet e os erros de português.

 Ameaças

Uma conversa entre um funcionário do departamento pessoal de uma empresa e um técnico de processamento de dados foi parar na mesa do dono da companhia. Veja trechos:

Técnico CPD falou: o que ta pegando que recebi um aviso aquiDP falou: Bem a ordem veio da diretoria, infelizmente não temos como fazer nada, não sei o que aconteceu.

Técnico CPD falou: fulana vou ferrar com a vida dele tenho log de conversas gravados dele e seus cambalachos ate dele flertando varias funcionarias e fornecedoras

DP falou: não sei o que te dizer. infelizmente não posso fazer nada

Técnico CPD falou: kkkkkkkkkk vou falar com o v*** se ele naum rever vou enviar as conversas que tenho gravado para mulher dele

 Cantada

Essa é uma conversa entre dois funcionários, um homem e uma mulher, combinando um encontro amoroso. Ela diz que é casada e que dirá uma mentira ao chefe para sair durante o expediente.

joão falou: tá tranquilamaria falou: to corrida preciso entregar um relatorio para o chefinho

joão falou: estou com saudades, preciso sair contigo hoje de qualquer maneira, inventa algo aí

maria falou: ah meu amor… sou casada tenho medo. mas te adoru…

joão falou: eu ti ammmmooooooooooooooooooooooo. quero ficar com você. vamus nos encontrar agoraaaaa!!!!

maria falou: fficou doido?

joão falou: doido por vc!!!!!!!!! amor gostou da semana passada?

maria falou: vc foi d+ fico ate arrepiada em lembrar

joão falou: faz o seguinte, diz que vai visitar um cliente, pega seu carro e vai até o estacionamento do Mcdonalds e deixa seu carro lá, estarei esperando na rua do lado
maria falou: seu doidinho… agora e 10:10

joão falou: 11 horas te espero lá

maria falou: tá bom… vou inventar que vou num cliente, afinal o chefinho tinha pedido para visitar mesmo uns clientes que não estão comprando mais… beijinhos… seu safado

 Vazamento de informação

Um ex-patrão e um ex-funcionário fazem uma combinação. O primeiro oferece um dinheiro por fora para ser favorecido em um negócio. O ex-funcionário aceita prejudicar a companhia em que está trabalhando agora para ajudar o ex-chefe, em troca de dinheiro. 

exfuncionario falou: realmente esta distribuidora e bem maior e tenho mais benefícios agora podemos armar um esquema tem uns produtos com preço alto aqui e seu preço e melhor quanto me paga de comissão se eu ajeitar umas vendas aqui para você…expatrao falou: Claro é assim que se fala, faz Asiim eu te pago 3% a cada venda que me realizar daí, vê se consegue a cópia da carteira de cliente geral daí, lembra a reforma da sua casa, se conseguir dou um jeito nela.

exfuncionario falou: legal vou ver o que consigo mas os 3% eu j a de inicio ta legal amanha mesmo já passo uns pedidos vou enviar no xxxx@yyyyy.com.br ok…. e vamos combinar o acerto todo sexta feira e que sexta trabalhamos ate as 16hs ai saindo daqui vou pra ai

expatrao falou: Claro! Fechado… te espero nesta Sexta já, vem tomar café e acertamos todos os detalhes, o que de mal tem em ganhar dos 2 lados, certo?

 Viciado em MSN

Mário (nome fictício) é um viciado em MSN. Ele chega a usar dez janelas abertas durante o horário de trabalho. Passa cantadas, fala sobre pornografia e chega até a ser irônico, ao falar com uma colega que “só quer saber de MSN”.

Trechos de um diálogo de duas horas e meia com uma colega de trabalho.

mr.mario falou: como foi a prova????rose???@hotmail.com falou: fui media..

mr.mario falou: tem q estudar. fica só de bate papo não dá. só quer saber de MSN

Mais tarde…

mr.mario falou: baixei uns pornos super legais aki na netrose???@hotmail.com falou: rs

mr.mario falou: num eu me dei o maior mal. era traveco. mas iguazinho mulher. qdo vc vier eu te mostro

rose???@hotmail.com falou: hahahhahahahahahahahahhahahhaaa. gostou né safado
mr.mario falou: sai fora

Os diálogos foram cedidos pela empresa Micro Frequency ao G1. O monitoramento das conversas foi feito a pedido das próprias empresas e era de conhecimento dos funcionários.

 tirado daqui ó http://g1.globo.com/Noticias/Economia/0,,MUL69282-5599,00.html