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De tudo resta um pouco…

9th março , 2010 | Nenhum comentário | Postado em Std1 Backstage, designers, do you remember???, fotografia, refletindo... por clodiney

Nostalgia bateu hoje na std1, encontramos o Fotolog (sim, ainda existe) da empresa até 2004.

Bateu a curiosidade, da um pulo lá
http://www.fotolog.com.br/studi1/

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a reforma da atual sede…

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Did you Know? 4.0 O.o

17th setembro , 2009 | Nenhum comentário | Postado em Animação, refletindo..., videos e afins por hugo arantes

Acaba de ser apresentada a nova versão do já famoso vídeo Did you Know, que mostra o quanto a convergência das mídias influencia em todos os âmbitos de nossas vidas. O vídeo concentra-se na ascensão dos meios de comunicação social, a queda das fontes tradicionais, e vem com lotes de fatos e números. Bom até para fonte de consultas para todos os comunicadores…
Imperdível!

tirado daqui ó: HSM

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e tenho dito…

2nd setembro , 2009 | Nenhum comentário | Postado em refletindo... por hugo arantes

Desta vez, vou falar de algumas dicas que o Marc Brownstein deu em um artigo recente naAdvertising Age. A agência que ele preside, a The Brownstein Group, fundada pelo seu pai em 1964, foi assumida por ele após passagens por grandes agências norte-americanas.

Ele conta que, nesses 45 anos, foram muitos altos e baixos – profissionais deixando a agência, perda de grandes clientes, problemas de fluxo de caixa, perda de foco estratégico, entre outros. No entanto, estiveram sempre fortes e preparados para lidar com tais situações. E os pontos apontados no texto são justamente as questões fundamentais que, segundo ele, tem feito a agência prosperar por décadas. Aqui vão:

Tenha valores bem definidos: Desde o dia em que seu pai abriu a agência, conta ele, dois valores básicos tem sido predominantes: criatividade e integridade. Parece óbvio, mas muitas empresas tem isso apenas no discurso. Segundo Brownstein, a agência sempre foi guiada pelas suas raízes criativas e sempre prezou pela verdade, tanto na sua fala quanto nas suas ações. Além disso, eles só contratam pessoas que compartilham dos mesmos valores.

Tenha respeito pelas pessoas que trabalham com você: Brownstein conta que possuem uma maravilhosa equipe de pessoas inteligentes e talentosas, que trabalham incansavelmente para a agência e para seus clientes, e isso merece muito respeito. Se a agência demonstra isso, diz ele, a resposta da equipe é sempre a melhor possível.

Tenha um DNA competitivo: A Brownstein nunca se dá por satisfeita, conta. Pelo menos até ajudar seus clientes a superar os resultados esperados, até fechar o ano com sucesso financeiro e até conquistar toneladas de prêmios.

Retribua: A crença da agência, segundo Brownstein é de que é seu dever retribuir às organizações que ajudam a comunidade. Tanto seu pai como ele próprio sempre ajudaram as instituições sem fins lucrativos que os procuravam. Essa sensação de ajudar, afirma, ajuda a gerar um impacto positivo na região em que você atua e enche sua equipe de orgulho.

Crie uma cultura forte: As pessoas costumam dizer que sentem a cultura da agência assim que saem do elevador, comenta Brownstein. Conforme ele mencionou antes, a agência vive seus valores e, com isso, chegou a um ambiente diferenciado, baseado na valorização das ideias e das pessoas. Essa cultura também é capaz de evidenciar más contratações, já que pessoas que não compartilham dessas premissas básicas logo aparece.

Evolua: A empresa começou como uma agência de varejo, fazendo, basicamente, TV, revista, jornal, radio e outdoor. Com o tempo, tem sido capaz de antecipar algumas tendências, adicionando novas disciplinas antes da concorrência. O exemplo apontando por Marc Brownstein é o das mídias digitais, que passaram a ser trabalhadas pela agência em 1998 – muito antes da maioria. Segundo ele, fazer a agência evoluir antes proporciona um sucesso de longo prazo, já que os clientes ficarão muito mais tempo com você.

tirado daqui ó: chmkt

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O marketing e a publicidade frente as mídias sociais

15th junho , 2009 | 2 comentários | Postado em Animação, Web 2.0, mkt, propaganda, refletindo..., videos e afins por clodiney

A agência alemã Scholz & Friends, apresentou no fim de 2008 um video muito bacana sobre a influência das mídias sociais no consumo, intitulado Dramatic Shift in Marketing Reality, descreve uma realidade que sabemos a sua origem, mas não como acabará. O que podemos concluir(se há conclusão) que o valor do branding é cada vez maior.
Depois de vários vídeos sobre o twitter, as redes socias etc..esta se destaca pelo ótimo desenho e idéias.

via:sortega

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10 citações inspiradoras para profissionais de marketing e comunicação

4th junho , 2009 | Nenhum comentário | Postado em refletindo... por hugo arantes

1 - “Tentar prever o futuro com base em pesquisa é a mesma coisa que dirigir um carro apenas olhando no retrovisor.” – Marshall McLuhan

2 - “Sempre cometa novos erros” – Esther Dyson

3 - “Há mais verdades em 24 horas da vida de um homem do que em toda a Filosofia.” – Raoul Vaneigem

4 - “Nem tudo que pode ser contato conta. Nem tudo que conta pode ser contado.” – Albert Einstein

5 - Se conto aos meus amigos do Facebook sobre a sua marca não é porque gosto dela, mas porque gosto dos meus amigos. – Mike Arauz

6 - “Na internet, todos serão famosos para 15 pessoas” – Jonathan Zittrain

7 - “Idéias inovadoras raramente são rejeitadas por conta do seu mérito; elas são rejeitadas pela maneira que fazem as pessoas se sentirem” – Scott Berkun

8 - “Propaganda é o preço que as empresas pagam por não serem originais.” – Yves Behar

9 - “Se o cérebro humano fosse tão simples que pudéssemos entendê-lo, seríamos tão simples que não o entenderíamos.” – Lyall Watson

10 - “As pessoas não leem anúncios. Elas leem o que estão interessadas.” – Howard Gossage

tirado daqui ó: chmkt

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elefante, se eu fosse como tu

27th maio , 2009 | Nenhum comentário | Postado em refletindo..., textos interessantes por hugo arantes


clique para ampliar

Por Ricardo Cavallini

Hoje assisti Dumbo com minha filha, fiquei curioso para saber se elefantes tem mesmo medo de ratos.

Já escutei diversas teorias sobre o assunto. A melhor delas, é a que faz referência ao instinto herdado por seus antepassados. Diz a teoria que os grandes dinossauros eram dotados de sistema nervoso incompleto e, por esta imperfeição, não sentiam quanto pequenos roedores comiam suas patas. O estrago só era percebido quando o pé estava perdido, fazendo o grande paquiderme cair e agonizar até a morte.

Assim, como tudo que é baseado em instinto, o medo seria o meio para fomentar o comportamento de auto-preservação. E passado de geração em geração, chegou aos elefantes atuais.

Esta explicação seria ótima para escrever um conto para grandes corporações, daquelas que têm olhos apenas para outros gigantes, ignorando as inovações de ruptura dos menores, que podem acabar roendo suas bases.

Tudo é feito para não ousar, não correr riscos, não inovar. Os movimentos são feitos para reagir apenas aos concorrentes diretos.

O conto poderia usar Ganesh como exemplo, uma das divindades mais populares do hinduísmo. Representada por uma cabeça de elefante em um corpo de homem, Ganesh é humilde suficiente para aceitar ser guiada por um pequeno rato. Seria um bom conselho para os grandes elefantes: olharem para as empresas mais criativas, apesar de pequenas.

Para não deixar os ratos se gabando, bastaria citar o ditado que o elefante pode demorar para dar o primeiro passo, mas quando faz isso, atropela quem está na sua frente. Então, não adianta posar de Ligeirinho, dizendo que é inovador. É preciso mostrar isso na prática.

E como último conselho, não leve muito a sério no que lê por aí, seja em blogs (como este) ou em qualquer outro lugar. Afinal, tudo pode ser uma grande besteira. Baboseiras como o medo de rato, que parece ser apenas historinha de desenho animado, onde os elefantes também dançam balé e soltam bolinhas de sabão pela tromba.

tirado daqui ó: coxacreme

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Design gosta de crise – Lincoln Seragini

6th abril , 2009 | 1 comentário | Postado em Design na veia, refletindo..., textos interessantes por hugo arantes

Nas crises as empresas seguram ou adiam a maioria dos investimentos. É a estratégia da prevenção, para manter os negócios sob controle, diminuindo os riscos. Como no futebol, é a tática de jogar na defesa para tentar evitar levar gols e portanto não perder o jogo.

O título deste artigo é auto-explicativo, acredito. Design é sinônimo de inovação e dentre os investimentos que apresentam a melhor relação custo-resultado, em épocas de crise, aparece o design como uma das melhores opções.

No caso das embalagens a simples mudança do grafismo, o que em última instância significa a mudança da arte-final para impressão, de fácil implementação, pode alterar o resultado das vendas imediatamente. A Seragini Design, num período de 28 anos de experiência, tem registrado uma média estatística de 30%, onde é usual ocorrerem aumentos de até 500% somente devido à mudança do design. Mesmo quando for exigido novos moldes, no caso de mudança da forma dos frascos por exemplo, o tamanho do investimento é relativamente baixo, comparado com novas instalações fabris ou investimentos importantes em marketing e comunicação. Naturalmente, uma empresa para crescer não pode prescindir dos investimentos acima. Só para lembrar, estamos assim falando porque estamos vivendo uma crise.

Ampliando para o país, a criatividade, inovação e design, são as melhores saídas para a crise. Isso vale para qualquer setor. É o que mais ouvimos hoje no mundo. Nos EUA, o editor da Business Week, Bruce Naussbaum, propôs ao novo presidente a criação da Secretaria da Inovação, indicando o presidente da IBM para ocupar o posto. A comunidade de design norte-americana, num congresso recente, escreveu um manifesto sugerindo cerca de 200 medidas, a maioria incluindo design, para ajudar o país sair da crise. No Brasil, em outubro do ano passado, na abertura da Bienal de Design em Brasília, foi lido um discurso de Lula pelo vice-presidente José Alencar, colocando o design na agenda do governo, que afirmou que a criação de marcas, inovação e design irão agregar valor aos produtos brasileiros e o empresário Jorge Gerdau, que liderou o movimento de qualidade e produtividade através d MBC (Movimento Brasil Competitivo) deixando como herança a valiosa Fundação Nacional da Qualidade, anunciou nesse mesmo dia, a intenção de criar a co-irmã, Fundação Nacional do Design, por reconhecer que o design é essencial para o aumento de nossa competitividade.

Agora gostaria de destacar um novo conceito relativo à gestão da inovação, denominado em sua versão original, de design innovation, que diferente da inovação tecnológica, usa o pensamento como capital estratégico, não necessitando de laboratórios e experiências científicas, cujos resultados
geralmente são incertos, exigindo maiores investimentos e longo prazo para sua realização. O design innovation se baseia nos princípios do design thinking, a nova ciência da gestão da inovação (ver www.d.school.stanford.com).

Para finalizar, voltando ao tema do artigo, o design gosta de crise porque crise é sinônimo de problemas e oportunidades e o design se dá bem com os dois.

 

Lincoln Seragini é presidente do escritório “Seragini Design”. É membro do Conselho Gestor do DesignBrasil.

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“Propaganda social” + boa música

24th março , 2009 | Nenhum comentário | Postado em musica, propaganda, refletindo..., videos e afins por lara marx

Sei que vocês estão cansados de saber que eu gosto de Radiohead, fui ao show, foi bacana, coisa e tal. Mas olhando algumas informações sobre a banda, encontrei um post que fala de propagandas produzidas com trilha sonora das músicas do grupo. Detalhe: as canções foram todas doadas.

A começar pela “propaganda do Carlinhos”, aquela campanha pelo respeito às crianças com Síndrome de Down que tornou muito conhecida por aqui a música “Fake Plastic Trees”:

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O príncipe que vai roubar a Amazônia

14th março , 2009 | 4 comentários | Postado em refletindo..., textos interessantes, videos e afins por elisa

Acabo de receber um e-mail da minha mãe com links, vídeos e textos que ela encontrou falando sobre como a floresta Amazônica está sendo tomada de nós. E isso não é de hoje.

Na época em que eu estudava nos EUA, por exemplo, fiz diversos trabalhinhos sobre como tinhamos o dever de salvar a Rain Forest. O condicionamento para pensar que os brasileiros tratam mal o pulmão do mundo acontece desde a infância.

Segue abaixo o texto da minha mãe Mônica. Ela pediu que eu repassasse o e-mail dela, mas acho que publicar isso dá mais efeito. Gostaria de pedir a todos que tentem difundir o que está escrito:

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Start-ups e a sua carreira + tendencias para 2009

19th fevereiro , 2009 | Nenhum comentário | Postado em refletindo..., videos e afins por hugo arantes

Acho que já postei esse artigo aqui do Fábio Seixas o criador do Camiseteria mas é sempre bom relembrar (se até o HSM re-postou porque a gente não pode? Além do mais ja faz bastante tempo:

 

Já passei pela criação de 7 empresas start-ups, alguma como empresário, outras como colaborador. Aprendi um bocado com isso. Algumas coisas você só aprende na marra. Não existe faculdade ou MBA que vá te ensinar. Muitas coisas você aprende lendo os livros certos nos momentos certos. Além disso, vida de empreendedor serial é uma montanha russa emocional, cheia de altos e baixos e de alternâncias de momentos de total convicção e inacreditável insegurança.

Start-ups são o playground de pessoas inovadoras. Nesse ambiente é possível inovar sem ser *muito* recriminado, ao contrário do que acontece em empresas estabelecidas, onde o ambiente normalmente não favorece a inovação.

Em toda a minha carreira, que já chega aos 15 anos, só trabalhei em uma única empresa com mais de 150 funcionários. E olha que eu já passei por várias empresas.

Na época da minha faculdade, eu sempre dizia para os meus colegas que era melhor optar por um estágio em uma empresa pequena, se possível uma start-up, pois seria possível ter contato direto com todos os (poucos) níveis da empresa e ter a oportunidade de aprender de tudo um pouco, diferentemente de trabalhar em uma grande empresa onde geralmente o funcionário tem contato apenas com 1 ou 2 níveis dentro do seu próprio departamento.

Montar start-ups é uma atividade muito interessante, pois a cada nova empreitada, você percebe que ainda tem muito a aprender, que sempre haverá uma situação com a qual você ainda não lidou. Esse aprendizado conquistado com o próprio suor, não tem preço. E não estou falando de técnicas de gerenciamento, negociação ou vendas. Estou falando de emoções que aprendemos a lidar quando nos deparamos com situações críticas, com relacionamento com pessoas ou clientes ou quando nos deparamos com adversidades do mercado. Nenhuma faculdade ou MBA sequer pensa em trabalhar o desenvolvimento emocional de gerentes ou empreendedores. Focam apenas no aprendizado técnico, que, a meu ver, não responde por nem 30% das características necessárias para o obter sucesso empresarial. Isso me faz lembrar o Empretec.

Cada nova start-up é um passo no vazio, na incerteza. Pessoas que conseguem tirar convicção de situações como essas são verdadeiros empreendedores. Geralmente, esse tipo de vivência não se aprende trabalhando em grandes empresas.

Então ficam algumas sugestões para quem está começando sua carreira:

Você está na faculdade e não sabe o que fazer da vida
Procure trabalhar em uma empresa pequena. Você terá a oportunidade de conhecer vários tipos de trabalhos e poderá encaminhar melhor a sua carreira. Procure empresas que sejam pequenas mas que já tenham estabilidade no mercado. Uma empresa muito nova e muito pequena e mal estruturada é uma roleta russa que você não vai querer viver. Estando lá se interesse por várias áreas, mesmo que você não tenha sido contratado para algo específico. Extraia todo o conhecimento possível das pessoas, mas não seja chato. Todo mundo detesta o chato.

Você está querendo montar a sua própria empresa e não tem experiência
Procure trabalhar em uma start-up. Aproveite o fato de que outro empreendedor – seu chefe – está correndo todos os riscos na criação de uma empresa e cuide de absorver toda e qualquer experiência relacionada a criação da empresa. Procure olhar com olhos de empreendedor, mesmo sendo funcionário. Você estará não só exercitando seus dotes empresariais, como também poderá colaborar muito para a formação da própria empresa. Com isso você estará minimizando seus riscos quando for criar a sua empresa, já que todo aprendizado é uma forma de minimizar riscos.

Você quer fazer carreira em uma grande empresa e ninguém tira isso da sua cabeça
Procure trabalhar em uma pequena empresa. Aproveite que você está no começo da sua carreira e de uma oportunidade a si mesmo de aprender coisas que você nunca aprenderá em uma grande empresa. Tenho certeza que esse aprendizado irá criar uma vantagem competitiva enorme entre você e seus demais colegas da corporação. Hoje, mesmo em grandes empresas, é valorizado quem tem espírito empreendedor. Aprenda a empreender em uma pequena empresa e depois vá colher os frutos durante a sua carreira corporativa.

Essas dicas não me foram dadas quando eu estava na faculdade. Tive que aprende-las por contra própria. Dependendo do que você vai fazer com essas dicas, sua carreira pode ser muito diferente. Então reflita um pouco. 

tirado daqui ó: Fabio Seixas

 

Aproveitando que estamos pegando coisas do blog dele, esse é recente:

tirado tambem daqui ó: Fabio Seixas

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