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Site oferece download gratuito de revistas

19th agosto , 2008 | Nenhum comentário | Postado em Tecnologia, Uncategorized, textos interessantes por Sherllon

A indústria de revistas está tendo dificuldades para lidar com o problema da pirataria digital, principalmente após a criação de sites como o Mygazines.com .

Além de encorajar as pessoas a copiarem conteúdos e a disponibilizarem isso na Internet, o Mygazine.com oferece dezenas de títulos, incluindo a People, a Men´s Health e a The Economist, na íntegra, em arquivos de alta qualidade.

O site já conta com 16 mil usuários registrados, embora seja um flagrante de violação de direitos autorais.

No dia da sua estréia, em julho, o Mygazine.com afirmou que o serviço não é diferente das revistas disponíveis em um consultório médico, por exemplo.

Link interessante

18th agosto , 2008 | 2 comentários | Postado em Tecnologia, textos interessantes por Sherllon

Dêem uma olhada nesse site, é um dicionário visual (em inglês).  Feito em flash e bem leve até.

http://www.visuwords.com/

Consegue fazer um desse kekeu?? =D

Outdoor para programadores

10th julho , 2008 | 3 comentários | Postado em Design na veia, TI way of life, Tecnologia por leandro

EA

Este outdoor foi colocado em Vancouver no Canadá. Ficou obvio que ele teve um público direcionado.

Explicando: Esta é uma forma de declarar e atribuir um conjunto de letras formando uma palavra. Ou seja, uma string. Os números são as letras correspondentes em tabela ascii.Ou seja ele guarda as este conjunto de letras que formam uma palavra.

Então, você não quer aprender a programar e sim saber o que quer dizer o maldito anúncio. Simples, converta os números em caracteres. Abra o notepad e digite os numeros segurando alt para cada um do mesmo jeito que você faz alt+167 para sair o º ou o ª, alt+166.

Orkut

14th junho , 2008 | 1 comentário | Postado em Tecnologia por leandro

Aos que possuem perfis(l) na rede de relacionamentos mais difundida entre os brasileiros aí vai um link.

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=57111317

“Pessoas bonitas vão a lugares bonitos.”

Firefox 3

8th junho , 2008 | 1 comentário | Postado em Tecnologia, textos interessantes por Cleudson

Download Day 2008Inusitada a campanha de lançamento do firefox 3. Desta vez os caras querem bater o recorde, para entrarem no guinness como o software mais baixado em 24 horas. No site oficial tem uma área de confirmação para participar da campanha. Do total de pessoas participantes, 933.590  do lançamento desse post, o Brasil fica em segundo lugar atrás dos EUA. Recorde mundial, tudo a ver com as olimpiadas.

visite: http://www.spreadfirefox.com/ 

Tendencias

8th junho , 2008 | 1 comentário | Postado em Design na veia, Tecnologia, refletindo... por Cleudson

Vejas as tendências, segundo o site,  de logotipos para ano 2008. Algumas discutíveis.

10 trends that will define logo design in 2008

1º Workshop Std1

30th maio , 2008 | 1 comentário | Postado em Std1 Backstage, Tecnologia, do you remember??? por gustavo

workshop_banner_blog1.jpg

R$5.00 que é pra fazer caridade (mentira, tem disso não).

InterMinas 2008

7th abril , 2008 | Nenhum comentário | Postado em Tecnologia por Sherllon

Em maio acontecerá em BH o InterMinas, evento onde serão discutidas as novas tendências da WEB e o que está firmado nesse setor na área de desenvolvimento e marketing.

Segue o link: http://imasters.uol.com.br/interminas/2008/

A Conferência iMasters InterMinas 2008, desenvolvida e organizada pelo iMasters, tem sua primeira edição este ano, como seguimento do projeto iMasters InterCon, o maior evento técnico do Brasil focado em web. A sua versão regional tem como objetivo explorar as características singulares de cada mercado, unindo seus integrantes e valorizando suas vantagens, extrapolando os limites da internet e gerando uma troca de conhecimentos entre os participantes, técnicos renomados e ícones da Internet no Brasil.”

Logo no site do evento já temos uma marca diferente, o site todo na horizontal, mas quando eu digo todo, é todo mesmo, todas as seções já estão na tela no momento que você entra no site, os links apenas o direcionam para o local apropriado.

O que dá credibilidade ao evento são os organizadores (iMasters) e os palestrantes, estes muito conhecidos e graduados na área.

Provavelmente eu e algumas outras pessoas do DPI devemos ir, caso alguém se interesse é só dizer, pois pegamos o valor c desconto para mais de 5 pessoas (R$40).

É uma boa oportunidade para saber o que outras pessoas acham do desenvolvimento e comunicação via WEB.


09h20

Desenvolvimento Web Centrado no Usuário
Caio César, PUC/MG
A palestra abordará questões relacionadas a desenvolvimento web centrado no usuário, arquitetura da informação e usabilidade, com foco na criação de uma experiência perfeita de navegação e organização das informações para otimizar os resultados gerado com o contato com o usuário.

Essa palestra tem tudo haver com o tipo de desenvolvimento que fazemos aqui na Std1.

O que diabos é uma versão “Beta”

10th março , 2008 | Nenhum comentário | Postado em Tecnologia, textos interessantes por Sherllon

Muita gente fala de versão “Beta” sem saber o que é, ou às vezes diz para o cliente testar a versão “Beta” do programa, sendo que esta é a versão “Alfa”.

Tá bom, vocês podem não entender o que estou querendo dizer, mas leiam esse artigo vindo da IBM  e entenderão. É grande, mas para quem quer entender essas nomenclaturas que a cada dia se vê mais e mais na internet, é um prato cheio.

A web virou um “betão”!

“Beta” é a segunda letra do alfabeto grego. “Alfa” é a primeira. Bem… até aí nenhuma novidade, mas… se você prestar mais atenção quando estiver navegando na Internet, vai notar que, cada vez mais, a palavra “beta” aparece nas “home pages” de um monte de sites! Esta palavra aparece assim… de forma bem discreta, quase imperceptível! Difícil paca de descobrir!O Google tá cheio de canais “beta” ? como o Google Scholar, o Google News e até o GMail! Tudo “beta”. O novo modelo de transmissão de TV sobre IP [traduzindo: televisão via Internet], chamado Joost, também é “beta”. Cara, tá tudo “beta”. Um grande “beta”!

É, a Internet pode ter virado um “betão”!. Mas… o que isto significa de fato?!? Antes de mais nada, relaxa! “Beta” não é contagioso, não aumenta o colesterol e nem aumenta a alíquota de contribuição no Imposto de Renda. Mas também não é totalmente inócuo! Portanto, melhor saber do que se trata. E isto você vai aprender no resto desta coluna. Pra isso, a gente vai fazer como sempre fez aqui neste espaço: voltar no tempo, resgatar as informações que são importantes e colocar tudo arrumadinho pra você ler, entender, aprender e usar quando for necessário. Vamos nessa!

Atualmente, o termo “beta” tem mais a ver com “software”. Mas desde já, vale notar que esta terminologia apareceu primeiro na fabricação de “hardware”. E quem inventou esta tal nomenclatura foi a IBM. Lá atrás, quando os produtos de “hardware” eram fabricados quase que por encomenda do cliente, o processo de montagem inicial era seguido de uma longa fase de testes. A IBM tinha então, uma unidade chamada “IBM Product Test Unit”. Foi nessa unidade que a fase de montagem foi chamada de “Alpha” [em Inglês, com "ph"] ou “Alpha Testing” e aí eram testados apenas os componentes mecânicos e os circuitos do “hardware” que estavam sendo montados. Em seguida, este “hardware” era submetido a um teste de funções e o processo de verificação da funcionalidade foi chamado de “Beta Test”. Note que “alfa” e “beta” nasceram como denominação de fases de teste: um mais grosseiro e outro mais sofisticado e preciso. Aprovado nos dois testes, o engenho era, então, enviado ao cliente.

Atualmente, a fabricação de “hardware” é muito mais dinâmica e automatizada ? algo típico da produção de “commodities”. Ao longo deste período de evolução da fabricação do “hardware”, a produção de “software” cresceu muito e adquiriu também uma forte dinâmica que, às vezes, é o diferencial competitivo entre empresas concorrentes. Nasceu a Engenharia de Software e a terminologia foi importada da Engenharia de Hardware, com algumas adaptações.

Pra nascer legal, um “software” passa por algumas fases. Primeiro, o pessoal da Engenharia de Software coleta um conjunto de especificações a respeito do que aquele “software” vai fazer. Depois, cria um diagrama para orientar os programadores sobre como usar a linguagem de programação que transforma as especificações pretendidas em algo a ser executado pelo computador que roda o “software”.

Dito assim, parece fácil mas… acredite: no início, o “software” nasce cheio de erros! E não é este errinho de tela azul que aparece no teu Windows não! É coisa muito mais séria! É erro conceitual, erro de operação aritmética, erro de interpretação de processos e outras coisas “peludas”. Após uma primeira fase de correção dos erros, nasce uma versão que pelo menos funciona: esta primeira versão é chamada de “pré-alfa”. É uma versão ainda mantida “dentro de casa”, para uso apenas do pessoal de programação. Mais trabalho de verificação, correção e aperfeiçoamento do “software” e aí surge uma nova versão, chamada de “alfa”, claro!

Esta versão ainda é “sujinha” e por isto, melhor manter a coisa ainda dentro de casa. Se algum colaborador externo tem um relacionamento estreito com a turma que está produzindo o “software”, pode até ser que este colaborador seja solicitado a experimentar a versão “alfa”, mas em geral ela fica restrita a uns poucos caras.

A versão “alfa” deve ter todos os requerimentos [em Inglês: "features"] do produto já implementados e após a revisão exaustiva da funcionalidade, surge a famosa versão “beta”. Esta versão será a primeira que vai por a cara na rua, sendo liberada para algumas pessoas selecionadas pela empresa que fabrica o “software”. Quem vai usar a versão “beta” é conhecido como “beta tester”. Olhaí, a versão “beta” ainda “dá muito pau”! E a função do “beta tester” é, justamente, sugerir alguns ajustes de caráter regional e/ou notificar comportamentos peculiares que acontecem em alguns equipamentos.

Após os testes da versão “beta”, o produto estará pronto para ser liberado ao mercado em geral. Note que mesmo no mercado, este produto vai evoluir até atingir um estágio de maturidade e estabilidade. É isto que mostra a ilustração a seguir

: Testing and Development Period

Pronto! Agora você já sabe o que é uma versão “beta”! Portanto, toda vez que você estiver usando algo em que aparece escrito “beta”, tenha claro que esta não é [pelo menos não deveria ser] a versão final do produto. Ainda falta corrigir ou aperfeiçoar alguma coisa. Bem… pelo menos este é o conceito técnico.

Só que… a coisa tá mudando. A rapidez requerida pelo mundo da Internet está fazendo com que, cada vez mais, produtores das novidades que vão ser lançadas na rede, usem versões “beta” para ocupar rapidinho o ciberespaço! E tome “beta” por todo lado! Como a gente não esconde nada aqui, vamos mostra o outro lado desta moeda: ser “beta” virou quase sinônimo de novidade, modernidade e vanguarda. É bacana! E tem gente que é tarado nisso! Daí, para atrair estes tarados, alguns sites chamam de “beta” alguns produtos que já são bem estáveis. Mas o fato é que “beta” virou uma marca. Marca da moda!

Conclusão: se o que você precisa de um “software” é algo mais informal, com menos compromisso, então legal, vai lá e usa um “beta”. Pode até impressionar a galera dizendo que você é um “beta tester!” Agora… se a sua necessidade é em torno de algo mais sério, mais formal, foge do “beta”. Usa algo que já está estável e maduro. E lembre-se que, na web, é moda ser “beta”. A web virou um… “betão”! Fábio L. Gandour Gerente em Novas Tecnologias Heloisa Granja Editora em Novas Tecnologias

Nenhum site é uma ilha

29th outubro , 2007 | 3 comentários | Postado em Tecnologia por clodiney

“(…) A conclusão é a seguinte: O website imutável e autônomo morreu.
Bem-vindo à web que cada vez mais se parece com uma biblioteca cheia
de componentes que interagem e falam uns com os outros. As pessoas
estão desenvolvendo softwares, bancos de dados e websites não apenas
para satisfazer seus objetivos particulares, mas também para que
possam ser usados de várias maneiras que os seus criadores
desconheciam ou não haviam planejado. Isso torna muito fácil criar
novos serviços via web a partir desses componentes existentes,
juntando-os em novas combinações.

O resultado é que as mais empolgantes e bem-sucedidas empresas e
comunidades da web hoje em dia estão costurando os seus próprios
serviços a partir de banco de dados compartilhados e partes de
softwares da web que se assemelham a blocos de montar. Em vez de
definir a experiência do usuãrio e publicar informações para que as
pessoas as observem, elas usam serviços da web para criar plataformas,
a fim de que as pessoas criem juntas os seus próprios serviços,
comunicades e experiências. E, quando passarem a construí-los, as
pessoas apareceram – geralmente dezenas de milhões delas. na verdade,
2006 foi o ano em que a web programável eclipsou a web estática: O
flickr superiou o webshots, a Wikipedia superou a Britânica, o Blogger
superou a CNN, o Epinions superiou o Consumer Reports, o Upcoming
superou o evite, o Google Maps superou o MapQuest, o MySpace superou o
friendster, e o craiglist superou o Monster.

Qual foi a diferença? Os perdedores lançaram web sites. Os vencedores
lançaram comunidades dinâmicas. Os perdedores construiram jardins
murados. Os vencedores construíram praças públicas. Os perdedores
inovaram internamente. Os vencedores inovaram com os seus usuários. Os
perdedores guardaram com ciúme os seus dados e interfaces de software.
Os vencedores os compartilharam com todos.

O que a web programável significa para os usuários? Significa que toda
vez que você compartilha uma foto no flickr, atribui uma etiqueta a um del.ici.us ou troca comentários com os seus amigos no MySpace, você está ajudando a enriquecer a nova web. O mesmo acontece com o professor de matemática que edita os verbetes sobre a sua disciplina na Wikipedia, o pequeno empresário que cria um aplicativo de comércio eletrônico usando a Amazon como seu motor de transações ou o cientista que faz uma contribuição ao Projeto Genoma Humano usando um programa de sequenciamento habilitado para uso via web. Estamos cada vez mais co-conspiradores consciente e inconsciente na construção de um computador extremamente sofisticado.
À medida que um número crescente de pessoas e empresas participa da
programação desta plataforma, as oportunidades para competir e
colaborar apenas se tornarão mais ricas e poderosas.”

Tapscott, Don & Willians, Anthony D – Wikinomics, como a colaboração
em massa pode mudar o seu negócio, Editora Nova Fronteira. Páginas 54,
55 e 56.

Via:arqhp@googlegroups.com