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elefante, se eu fosse como tu

27th maio , 2009 | Nenhum comentário | Postado em refletindo..., textos interessantes por hugo arantes


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Por Ricardo Cavallini

Hoje assisti Dumbo com minha filha, fiquei curioso para saber se elefantes tem mesmo medo de ratos.

Já escutei diversas teorias sobre o assunto. A melhor delas, é a que faz referência ao instinto herdado por seus antepassados. Diz a teoria que os grandes dinossauros eram dotados de sistema nervoso incompleto e, por esta imperfeição, não sentiam quanto pequenos roedores comiam suas patas. O estrago só era percebido quando o pé estava perdido, fazendo o grande paquiderme cair e agonizar até a morte.

Assim, como tudo que é baseado em instinto, o medo seria o meio para fomentar o comportamento de auto-preservação. E passado de geração em geração, chegou aos elefantes atuais.

Esta explicação seria ótima para escrever um conto para grandes corporações, daquelas que têm olhos apenas para outros gigantes, ignorando as inovações de ruptura dos menores, que podem acabar roendo suas bases.

Tudo é feito para não ousar, não correr riscos, não inovar. Os movimentos são feitos para reagir apenas aos concorrentes diretos.

O conto poderia usar Ganesh como exemplo, uma das divindades mais populares do hinduísmo. Representada por uma cabeça de elefante em um corpo de homem, Ganesh é humilde suficiente para aceitar ser guiada por um pequeno rato. Seria um bom conselho para os grandes elefantes: olharem para as empresas mais criativas, apesar de pequenas.

Para não deixar os ratos se gabando, bastaria citar o ditado que o elefante pode demorar para dar o primeiro passo, mas quando faz isso, atropela quem está na sua frente. Então, não adianta posar de Ligeirinho, dizendo que é inovador. É preciso mostrar isso na prática.

E como último conselho, não leve muito a sério no que lê por aí, seja em blogs (como este) ou em qualquer outro lugar. Afinal, tudo pode ser uma grande besteira. Baboseiras como o medo de rato, que parece ser apenas historinha de desenho animado, onde os elefantes também dançam balé e soltam bolinhas de sabão pela tromba.

tirado daqui ó: coxacreme

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Embalagem a ferramenta decisiva para a pequena empresa

15th maio , 2009 | Nenhum comentário | Postado em Design na veia, textos interessantes por hugo arantes

Muito já se escreveu sobre a importância da embalagem no novo cenário competitivo e a grande maioria dos profissionais e empresários responsáveis por conduzir seus produtos num mercado cada vez mais complexo e disputado, reconhece que ela é um fator decisivo para o sucesso de seus produtos e para a construção da imagem de suas marcas.

Pesquisas recentes realizadas tanto pelo Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE Associação Brasileira de Embalagem como pelo Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM Escola Superior de Propaganda e Marketing confirmam esta percepção do mercado sobre a importância estratégica que a embalagem tem para o negócio das empresas, não importando o tamanho que elas tenham.

Sabemos que na grande maioria das vezes os produtos que encontramos nas gôndolas dos supermercados e estabelecimentos que adotam o sistema de venda por auto-serviço, não contam com apoio de marketing como anúncios, materiais promocionais ou de ponto de venda, dependendo exclusivamente da embalagem para comppetir pela preferência dos consumidores.

Estes produtos que só contam com sua embalagem como ferramenta de competitividade são muitas vezes aqueles que apresentam embalagens fracas e pouco atrativas demonstrando um relação perversa onde aqueles que mais precisam de boas embalagens por não disporem de outros recursos, são justamente os que menos sabem utilizar o único instrumento de que dispõe.

Infelizmente aquelas que apresentam embalagens fracas e pouco competitivas são em sua grande maioria as pequenas empresas, contingente onde uma boa embalagem além de muito necessária, faria a maior diferença.

A diferença entre uma boa embalagem e uma embalagem deficiente fica muito patente quando analizamos os resultados obtidos pelas empresas que participam do Convênio firmado entre o Sebrae e a ABRE para o fornecimento de design de embalagem de alta qualidade as pequenas empresas.

Aumentos nas vendas proporcionados pelas novas embalagens alcançam a casa dos duzentos, trezentos e até quinhentos por cento obrigando algumas empresas atendidas a ampliar sua capacidade de produção para atender esta demanda maior por seus produtos.

Estes resultados surpreendentes e espetaculares são uma prova definitiva da contribuição de uma boa embalagem para o desempenho da pequena empresa pois quando tiveram a oportunidade de ter um design de qualidade, elas obtiveram resultados acima das melhores expectativas.

Demonstram também que uma pequena empresa não precisa necessariamente ter embalagens inferiores ou “coitadinhas” mas que pode, através de suas embalagens ser grande aos olhos dos consumidores.

As ações realizadas no âmbito deste convênio ajudam a quebrar esta relação perversa que condena a pequena empresa a estar sempre inferiorizada no ponto de venda perante seus concorrentes maiores e demonstram que é possível competir no mercado em melhores condições utilizando uma ferramenta comum cujo custo já está embutido no custo do produto não exigindo portanto, maiores investimentos. 

Todas as empresas que utilizam embalagens já pagaram por elas. Se o design adotado for excelente ou péssimo, o custo para elas será o mesmo.

Os excelentes resultados obtidos pelas empresas que foram apoiadas pelo convênio Sebrae / ABRE são um exemplo de que é possivel para a pequena empresa competir com muito mais força no mercado utilizando esta poderosa ferramenta de marketing que ela já tem dentro de casa.

Para se informar ou participar do convênio, acesse www.abre.org.br.

 

Fábio Mestriner é designer, professor coordenador do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM, professor do Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Embalagem da Escola de engenharia Mauá, cordenador do Comitê de Estudos Estratégicos da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), conselheiro do Comitê de Inovação e Design do WTC World Trade Center e autor dos livros “Design de Embalagem – Curso Avançado” e “Gestão Estratégica de Embalagem” ( Pearson Prentice Hall ). Foi presidente da Abre e representante do Brasil na WPO World Packaging Organization.

tirado daqui ó designbrasil

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Design gosta de crise – Lincoln Seragini

6th abril , 2009 | 2 comentários | Postado em Design na veia, refletindo..., textos interessantes por hugo arantes

Nas crises as empresas seguram ou adiam a maioria dos investimentos. É a estratégia da prevenção, para manter os negócios sob controle, diminuindo os riscos. Como no futebol, é a tática de jogar na defesa para tentar evitar levar gols e portanto não perder o jogo.

O título deste artigo é auto-explicativo, acredito. Design é sinônimo de inovação e dentre os investimentos que apresentam a melhor relação custo-resultado, em épocas de crise, aparece o design como uma das melhores opções.

No caso das embalagens a simples mudança do grafismo, o que em última instância significa a mudança da arte-final para impressão, de fácil implementação, pode alterar o resultado das vendas imediatamente. A Seragini Design, num período de 28 anos de experiência, tem registrado uma média estatística de 30%, onde é usual ocorrerem aumentos de até 500% somente devido à mudança do design. Mesmo quando for exigido novos moldes, no caso de mudança da forma dos frascos por exemplo, o tamanho do investimento é relativamente baixo, comparado com novas instalações fabris ou investimentos importantes em marketing e comunicação. Naturalmente, uma empresa para crescer não pode prescindir dos investimentos acima. Só para lembrar, estamos assim falando porque estamos vivendo uma crise.

Ampliando para o país, a criatividade, inovação e design, são as melhores saídas para a crise. Isso vale para qualquer setor. É o que mais ouvimos hoje no mundo. Nos EUA, o editor da Business Week, Bruce Naussbaum, propôs ao novo presidente a criação da Secretaria da Inovação, indicando o presidente da IBM para ocupar o posto. A comunidade de design norte-americana, num congresso recente, escreveu um manifesto sugerindo cerca de 200 medidas, a maioria incluindo design, para ajudar o país sair da crise. No Brasil, em outubro do ano passado, na abertura da Bienal de Design em Brasília, foi lido um discurso de Lula pelo vice-presidente José Alencar, colocando o design na agenda do governo, que afirmou que a criação de marcas, inovação e design irão agregar valor aos produtos brasileiros e o empresário Jorge Gerdau, que liderou o movimento de qualidade e produtividade através d MBC (Movimento Brasil Competitivo) deixando como herança a valiosa Fundação Nacional da Qualidade, anunciou nesse mesmo dia, a intenção de criar a co-irmã, Fundação Nacional do Design, por reconhecer que o design é essencial para o aumento de nossa competitividade.

Agora gostaria de destacar um novo conceito relativo à gestão da inovação, denominado em sua versão original, de design innovation, que diferente da inovação tecnológica, usa o pensamento como capital estratégico, não necessitando de laboratórios e experiências científicas, cujos resultados
geralmente são incertos, exigindo maiores investimentos e longo prazo para sua realização. O design innovation se baseia nos princípios do design thinking, a nova ciência da gestão da inovação (ver www.d.school.stanford.com).

Para finalizar, voltando ao tema do artigo, o design gosta de crise porque crise é sinônimo de problemas e oportunidades e o design se dá bem com os dois.

 

Lincoln Seragini é presidente do escritório “Seragini Design”. É membro do Conselho Gestor do DesignBrasil.

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O príncipe que vai roubar a Amazônia

14th março , 2009 | 4 comentários | Postado em refletindo..., textos interessantes, videos e afins por elisa

Acabo de receber um e-mail da minha mãe com links, vídeos e textos que ela encontrou falando sobre como a floresta Amazônica está sendo tomada de nós. E isso não é de hoje.

Na época em que eu estudava nos EUA, por exemplo, fiz diversos trabalhinhos sobre como tinhamos o dever de salvar a Rain Forest. O condicionamento para pensar que os brasileiros tratam mal o pulmão do mundo acontece desde a infância.

Segue abaixo o texto da minha mãe Mônica. Ela pediu que eu repassasse o e-mail dela, mas acho que publicar isso dá mais efeito. Gostaria de pedir a todos que tentem difundir o que está escrito:

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Encantamento do cliente

9th janeiro , 2009 | Nenhum comentário | Postado em refletindo..., textos interessantes por renata

O encantamento do cliente é definido como um estado emocional profundamente positivo da experiência de compra/consumo de um produto ou serviço. Experiência composta de aspectos cognitivos e afetivos como, interesse, prazer e surpresa. Este sentimento não pode ser confundido com mera satisfação, ainda que o consumidor encantado deva primeiramente estar satisfeito. Um dos principais elementos diferenciadores entre a satisfação e o encantamento é a surpresa positiva. As características de um produto ou serviço com capacidade de encantar são aquelas que trazem prazer inesperado ou surpresa prazerosa, ou ainda , adicionam utilidade ao produto além daquela esperada, em outros termos, atributos que não são parte do conhecimento anterior do consumidor tem maior potencial de encantamento. Finalizando, destaca-se que o consumidor encantado estará mais propenso a pagar preços maiores, a ter atitudes de lealdade, de tecer recomendações e a fazer boca a boca positivo.

 

(Resumo do artigo: ALMEIDA, Stefânia Ordovás de; NIQUE, Walter Meucci. Encantamento do cliente: proposição de uma escala para mensuração do constructo. Rev. adm. contemp.,  Curitiba,  v. 11,  n. 4, dez.  2007 .   Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-65552007000400006&lng=pt&nrm=iso>.

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Discurso de Steve Jobs – formatura de Stanford 2005

30th novembro , 2008 | 1 comentário | Postado em refletindo..., textos interessantes por clodiney

O vídeo é um pouco antigo(em termpos de internet é jurássico), mas é um grande lição para que a gente confie sempre nas escolhas que fazemos, mesmo que essas pareçam ir na contramão do caminho tradicional.

 

na continuação do post a segunda parte. » mais

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A urna eletrônica e o voto nulo

30th outubro , 2008 | 1 comentário | Postado em operacional, textos interessantes por Cleudson

Uma análise sobre a usabilidade da urna eletrônica para se votar nulo.

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Vamos aplicar a técnica de inspeção de usabilidade chamada Percurso Cognitivo para avaliar o sistema da urna eletrônica brasileira.

USUÁRIO – Eleitor insatisfeito com os candidatos à eleição.

TAREFA - Votar Nulo.

CENÁRIO - O eleitor vai votar pela primeira vez, mas como não gostou de nenhuma das propostas dos candidatos, está decidido a anular o seu voto.

SEQÜÊNCIA DE AÇÕES
Passo 1 – Digitar um número inexistente.
Passo 2 – Apertar o botão “Confirmar”.

SIMULAÇÃO

“Hum vejamos, onde é que anulo meu voto? O botão para votar em branco está ali, mas não quero votar em branco, quero anular meu voto. Talvez se eu tentar digitar o número de algum candidato”

“Ok, não tem nada para anular aqui também, não quero votar nesse cara, vou corrigir.”

“É mesmo, talvez eu precise votar em um número qualquer sem ser os dos candidatos.”

“Número errado? Eu sei que é errado, mas quero votar nulo. A sim, está aqui bem pequeno, se eu confirmar eu voto nulo.”


“É isso, mas seria mais simples se houvesse um botão para anular igual tem para votar em branco.”

ANÁLISE

Questões / Passos

Digitar um número inexistente

Apertar o botão “Confirmar”

A ação que o usuário pretende realizar está presente na interface

Não.

Sim.

A ação correta é evidente para o usuário?

Não. É necessário que o usuário tenha um conhecimento prévio de que é preciso digitar um número inexistente para anular o voto.

Sim. Mas a interface apresenta a mensagem de erro “Número errado”, que pode causar confusão no usuário.

O usuário irá associar as ações corretas ao que pretende fazer?

Não.

Sim.

Irá o usuário interpretar de forma correta a resposta do sistema a ação escolhida?

Não, pois a interface julga a digitação de um número inexistente como um erro.

Sim, porém o texto que informa a possível anulação do voto tem pouco destaque em relação aos outros elementos da interface.

RESULTADO

Não há uma ação explícita para a tarefa na interface. A tarefa não é vista como uma opção válida para o sistema e a interface que apresenta as informações sobre um possível erro na digitação do número do candidato, também serve para que a ação de anular o voto seja completada.

Dessa forma, a tarefa de votar nulo é associada a um erro,  o que além de dificultar a realização da tarefa, prejudica a sua credibilidade para os usuários.

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retirado de: designdeinteracao.com.br

Blogueiro declara a morte dos blogs

29th outubro , 2008 | 1 comentário | Postado em textos interessantes por hugo arantes

 

 

Paul Boutin, blogueiro do site Valleywag, publicou um artigo no portal da revista Wired em que defende a tese de que a era dos blog acabou. De acordo com Boutin, o Twitter, o Facebook e o Flickr são espaços mais informativos e expressivos do que os blogs e serão ainda mais no futuro. 

Paul lista no texto alguns fatores determinantes para a morte dos blogs. Os dois principais são a espontaneidade – perdida, segundo ele por causa da profissionalização dos blogueiros – e as avalanche de campanhas de marketing que invadiram os sites. Boutin ainda diz que a quantidade de blog que surge diariamente não permite o destaque de uma voz interessante e cita que os comentários desrespeitosos não permitem uma discussão revelante. 

O artigo provocou revolta na blogosfera e até a Fast Company se manifestou comentando a pressa de Boutin de declarar o fim dos blogs.

tirado daqui ó: http://www.adnews.com.br/internet.php?id=78711

the book is on the table

21st outubro , 2008 | Nenhum comentário | Postado em textos interessantes por clodiney

Teve início um projeto no YouTube para legendar as palestras da TED, conferência semelhante à POP!Tech, na qual o foco não é discutir produtos e o último hype da internet, mas conceitos e idéias.

As palestras são de 20 minutos no máximo. Altamente recomendadas. Algumas já estão legendadas. A intenção é publicar uma por semana.

É só seguir o perfil da TedTalks em português no YouTube por aqui.

via: tiago dória

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Crise: é hora de abrir uma empresa

19th outubro , 2008 | Nenhum comentário | Postado em textos interessantes por hugo arantes

Acabo de ler o post do Julio Sergio, abaixo, e um outro texto interessante do empreendedor Paul Graham. Ambos possuem um ponto em comum: a hora de investir e arriscar acontece em momentos onde todos pensam em se defender.

Graham lembra que o surgimento da Microsoft e Apple foi, justamente, na metade dos anos 70, período muito difícil na economia. Outro ponto importante levantado por ele, é o fato que uma nova empresa só terá sucesso se seus fundadores tiverem as qualidades necessárias, resiliência e atitude. Não basta um momento de bonanza econômica para garantir o sucesso de idéias mal executadas ou sem fundamentos sólidos.
Hoje, temos um outro aspecto que é a capacidade de iniciarmos operações com custos muito reduzidos. Existem ferramentas de comunicação, gestão de pessoas, gestão de vendas, resolução de problemas, entre outras, totalmente grátis online. Sem falar na mobilidade que possibilita um aumento de produtividade sem precedentes. A melhor maneira de garantir o sucesso, segundo Graham, é ser como baratas do mundo corporativo. Quando perguntei ao Clay Shirky, em entrevista que sairá na próxima edição da HSM Management, se o mundo corporativo está preparado para essa nova realidade, ele foi contundente: “normalmente as empresas são reativas as inovações que surgem no ambiente online”.

esse post foi tirado do blog HSM: http://hsm.updateordie.com/empreendedorismo/2008/10/e-hora-de-abrir-uma-empresa/

e vem mostrar que a idéia de momentos de crise abrem grandes oportunidades, a std1 alem de ja estar um passo adiante neste processo ainda reside no interior o numa cidade onde apesar de um cenario aparentemente decadente, reune grandes condições para o crescimento… afinal se até o BNDES colocou uma filial do criatec aqui (a única no interior além de Campinas) e está investindo 1 milhão em uma empresa, o governo de minas ja autorizou o investimento de 4,8 milhões no parque, fora os milhões que estao brotando em função do REUNI, ou todo mundo ta errado, ou muita gente vai perder dinheiro, ou quem acreditar agora vai se dar bem no futuro, afinal quem se consolida na crise, sai na frente quando a situação fica boa… bom essa é a nossa aposta…