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Geeks are Mavens – Os conhecedores, um grupo bem informado e influente de consumidores

23rd fevereiro , 2011 | 1 comentário | Postado em mkt, textos interessantes por hugo arantes

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Quase todos já ouviram falar dos cool hunters, mas talvez mais estrategicamente importantes que os trendspotters são os mavens – os conhecedores – um grupo bem informado e influente de consumidores que na escala da formação e reprodução de opinião, ocupam uma posição privilegiada intermediação e motivação de grupos maiores e na replicação de novas idéias e produtos.

Os mavens são indivíduos (consumidores) que ocupam uma posição de liderança, de destaque e influência sobre outros. Em geral são líderes ou especialistas, que são ouvidos ou procurados pelos seus pares e ajudam a formar a opinião dentro dos seus grupos. Os geeks pelo seu conhecimento, expertise e pela sua posição estratégica como identificadores e experimentadores de novos produtos e tecnologias têm o poder de gerar credibilidade e influenciar os padrões de compra e consumo de milhares de consumidores. Nem todo geek é um maven, porque para influenciar uma grande base de consumidores, é necessário ter visibilidade e poder de influência dentro de um grupo.

Os mavens são intermediários simbólicos que ocupam posição estratégica tanto nas mídias de massa como em mídias menos abrangentes, mas mais especializadas e dirigidas. O importante para ummaven é seu poder de influência junto aos seus públicos. Ele é uma mídia pessoal e precisa medir sua força, calculando o alcance, a freqüência e impacto que possui sobre sua audiência.

Os mavens não precisam estar na mídia, mas sabem que são influentes e por isso mesmo uma mídia de emissão e irradiação de um conteúdo ou mensagem. Nas estratégias de virilização, os mavens são figuras chaves na contaminação e propagação de conteúdos. Podem não ter espectadores, leitores ou usuários, mas exercem uma espécie de influência carismática sobre um séqüito de seguidores ou atingem uma relativa audiência. Sua influência se dá pelo carisma e tradição, mas também pelo seuexpertise e conhecimento ou mesmo pelo meios e canais que o maven utiliza para se comunicar ou se relacionar com seus públicos.

Eles não são iniciadores, ocupam uma posição secundária, propagadores e influenciadores, e atingem um público de intermediários que têm uma forte penetração no mercado.

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Alguns são influentes na sua comunidade e têm forte capacidade de persuasão. Outros são líderes dentro de grupos mais fechados e de suas “tribos”. São considerados mestres, gurus, conhecedores, representantes legítimos e porta-vozes de seu grupo. A partir da tradição, do respeito, da credibilidade e do conhecimento que exibem são ouvidos e imitados, legitimam valores e contagiam seus fãs e seguidores.

Há os mavens que ocupam posições de respeito pela sua posição na hierarquia ou experiência junto aos colegas ou seguidores. O que dizem ganha legitimidade dentro de uma área específica. Muitos se tornam especialistas e são contratados para defender e patrocinar o produto/marca. É o caso de jornalistas, profissionais de moda e design, críticos de arte e cultura, chefs, decoradores, ou mesmo celebridades que conhecem, adotam e endossam um produto ou marca.

Hoje, cada vez mais, o poder de fogo dos mavens vem então dos canais e recursos que ele tem a sua disposição para gerar buzz e publicidade boca a boca. Os velhos lideres comunitários e as pessoas que se destacam e são influentes em alguns meios são vistos como mavens. Não se trata aqui de ser cool(descolado e moderninho), mas de legitimar a partir do conhecimento e da liderança que exibe no grupo, novos conceitos, comportamentos e atitudes.

Muitos geeks, por exemplo, escrevem em sites e blogs que são visitados por jornalistas, públicos interessados no tema da tecnologia e até por empresas. Neste caso eles têm um veículo de mídia que lhes permitem espalhar conteúdo pela rede.

Cada vez mais, para uma parcela crescente do público que é fã de carteirinha dos lançamentos tecnológicos e dos produtos eletrônicos, os geeks tem se tornado geradores de opinião e conteúdo e tem uma posição estratégica enorme se comparado aos outros consumidores. Eles conhecem muito bem os produtos, pesquisam preços, conhecem as novidades e os melhores locais para comprar, fora e dentro da rede. Mesmo nas redes sociais os geeks marcam presença e força e estão presentes com suas comunidades.

Hoje eles não apenas são compradores e usuários de tecnologia, eles são agentes influenciadores, decisores e avaliadores nas decisões de compra e consumo de uma gama enorme de produtos e serviços.

Como são aficionados e colecionadores, eles conhecem e testam os aparelhos eletrônicos de última geração. Eles sabem que o ciclo de vida dos objetos tecnológicos é curto e que uma inovação ou uma nova tecnologia sempre está pronta para substituir o último lançamento. Mas isso não os impedem de caçar “the next cool items”. Eles vão atrás do que o mercado está lançando, identificam e selecionam o que há de melhor nos lançamentos e também são os primeiros a abandonar uma tecnologia ou produto quando outro superior surge nas prateleiras. Sua estratégia pode ser resumida pelo trinômio “scout, embrace, reboot” (caçar, adotar, descartar).

Para os profissionais de marketing é bom explorar o momento do encontro, o fascínio da paixão e o período de adoção e envolvimento com o produto. É necessário prolongar o namoro e fazer com que o geek influencie o maior número possível de consumidores e gere buzz para o produto ou marca. As recomendações de um geek conquistam corações e mentes e influenciam no processo de decisão de compra de muitos consumidores.

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tirado daqui ó: fashion bubbles

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O efeito das cores no cérebro humano – pensando no neuromarketing

4th novembro , 2010 | Nenhum comentário | Postado em Design na veia, mkt, textos interessantes por hugo arantes

Por @Gabriel_Flores_

Apesar de estar em estado inicial de estudo, especialistas acreditam no potencial do neuromarketing para revolucionar a maneira como as marcas, produtos e serviços se relacionam com o seu público. Nesse sentido, as pequenas e médias empresas podem se beneficiar dessas iniciativas e planejar mudanças para atingir o seu consumidor. Achei muito interessante um estudo realizado pelo especialista Alex Born, que, através dos resultados de seus experimentos, mapeou como o cérebro reage a cada cor.

  • AZUL – Parte do cérebro: Córtex Pré-Frontal

EFEITO: Em tom escuto relaciona-se ao poder. Mais claro, provoca sensação de frescor e higiene. Está ligado a produtividade e sucesso.

  • LARANJA – Parte do cérebro: Sistema de recompensa – responde pelo prazer e necessidade de repetição da experiência prazerosa.

EFEITO: Mudança, expansão e dinamismo.

  • AMARELO – Parte do cérebro: Sistema de Recompensa.

EFEITO: Passa a mensagem de transparência nas negociações ou no objetivo do lucro. Combinada com outras cores significa credibilidade.

  • ROSA – Parte do cérebro: Área Tegmentar Ventral – controla a sensação de recompensa pela saciedade de fome, sede e sexo.

EFEITO: Um tom claro dá a ideia de inocência. O tradicional, feminilidade e rompimento de preconceitos. O pink, o desejo de iniciar ações individuais.

  • CINZA – Parte do cérebro: Putâmen – regula a distribuição de dopamina, um neurotransmissor relacionado à sensação de prazer. Ínsula – coordena as emoções.

EFEITO: É a expressão de neutralidade. Pode significar indecisão ou ausência de energia.

  • VERDE – Parte do cérebro: Córtex Pré-Frontal – ligado às decisões, pensamento abstrato e criativo, respostas afetivas e capacidades para conexões emocional e julgamento social.

EFEITO: Remete à natureza. Transmite frescor, harmonia e equilíbrio. Reforça a ideia de ponderações e coerência.

  • MARROM – Parte do cérebro: Sistema Límbico – estrutura interna que responde pelas emoções.

EFEITO: É uma cor pesada. Sugere conservadorismo.

  • BRANCO – Parte do cérebro: Córtex Cerebral Esquerdo – responsável pelo pensamento lógico e pela competência comunicativa.

EFEITO: Sugere pureza. Cria impressão de luminosidade. Transmite ideia de frescor e calma. Combinado com outras cores proporciona harmonia.

  • ROXO – Parte do cérebro: Pólo Frontal – ligado ao planejamento de ações e de movimento e ao pensamento abstrato.

EFEITO: Pode remeter a mistério. Também se relaciona a calma e sensatez.    

  • VERMELHO – Parte do cérebro: Amígdala e Núcleo Accumbens – estrutura ligada ao prazer.

EFEITO: Emoção, dinamismo, sexualidade, virilidade e masculinidade. Em relação ao consumo pode estimular, no caso de alimentos, ou evitá-los (objetos e lazer).

  • PRETO – Parte do cérebro: Amígdala – regula comportamento sexual, agressividade, medo e memória emocional.

EFEITO: Sugere mistério, curiosidade ou superioridade, além de nobreza e distinção.

Considerando os resultados deste estudo, a MCA Eventos repaginou tanto as peças de divulgação quanto a ambientação de seus treinamentos corporativos após a consultoria de Born. No caso dos antigos folders, o vermelho adotado poderia remeter aos extremos, podendo rejeitar ou estimular o consumo. Então, a agência redefiniu os folhetos e incorporou uma mescla de preto, verde e azul, para estimular a curiosidade. Voltando ao caso da MCE, em eventos de liderança, a empresa usava na decoração apenas cores básicas, agora utiliza uma mistura de verde com dourado, combinação que atinge uma área do cérebro relacionada à sensação de sucesso. Carlos Pena, gerente comercial da MCA, acredita que os resultados da utilização dessas cores foram responsáveis por 50% do crescimento obtido nos últimos dois anos.

Contudo, existem vários estudiosos que ainda estão bastante céticos com a eficácia do neuromarketing. Segundo Marcos Campomar, coordenador do curso de Marketing da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), há uma distância entre os resultados colhidos no laboratório e a prática, visto que o comportamento de uma pessoa numa câmara de ressonância magnética talvez não seja o mesmo daquela no supermercado, pois a cultura do local também influencia as decisões.

Considerando a cultura local, no caso do Rio Grande do Sul, acredito que um exemplo banal  e talvez exagerado seja o caso dos times de futebol, onde o Estado, basicamente, divide-se entre Grêmio (predominantemente azul) e Internacional (vermelho). Portanto, devido à forte paixão, a percepção quanto as cores citadas tende a ser diferente quando analisada na ótica de um gremista e de um colorado. Podendo remeter, inclusive, a sensação de raiva e desprezo, quando relacionada à cor do time que não é de seu apreço. Nesse sentido, exemplifico lembrando que alguns outdoors da Coca-Cola, localizados no estádio do Grêmio, estão em preto, branco e azul, ao contrário do seu tradicional vermelho (imagem abaixo) .

Deste modo, acredito que este tipo de estudo, assim como as tradicionais pesquisas de opinião, devem servir apenas de auxílio às ações de marketing e não tomadas como verdades absolutas, principalmente em função da questão cultural ser diferenciada em cada cidade, estado ou país.

Post baseado em: REVISTA PEQUENAS EMPRESAS & GRANDES NEGÓCIOS | Setembro 2010 | Nº 260 | Pág.  104-106

tirado daqui ó: blog#mkt

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Samsung MP3 Player: Elvis, Hip-hop e Opera

14th abril , 2009 | Nenhum comentário | Postado em mkt por hugo arantes

Os asiáticos provam mais uma vez que a sua criatividades está em alta, nessas três peças criadas para o novo MP3 da Samsung.
Uma miniatura de Elvis Presley e outras duas, um cantor de Hip Hop e outro de Opera, cantam nos ouvidos da pessoa que usa o aparelho, passando a idéia da enorme realidade do som que se tem ao ouvir músicas com o Samsung MP3 Player.

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Criação de agência Cheil Worldwide de Seul, Coréia.

tirado daqui ó: advertido

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